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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Se não lutarmos por aquilo que queremos, quem o fará?

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Se temos um objectivo, temos que ir à luta, para o concretizar.

Se nos deparamos com obstáculos pelo caminho, há que os contornar.

Se nem sempre as coisas acontecem quando queremos, temos que ser pacientes, saber esperar. Um adiamento é apenas isso, um adiamento. É uma vírgula numa frase, para uma pausa, e não um ponto final.

E se, pelo caminho, começamos a perder a determinação, a força, a coragem e a vontade, temos que contrariar o nosso pensamento, e encontrar a motivação necessária, nas mais pequenas coisas a que nos pudermos agarrar, para continuarmos a avançar.

As coisas não nos caem nos braços por obra do acaso. Nada nos é oferecido de bandeja. Nada se consegue sem esforço.

Por isso, não basta ficar parados à espera que a vida passe por nós. É preciso fazermo-nos ao caminho, e passarmos nós pela vida, aproveitando tudo o que pudermos ao longo dessa passagem.

 

 

 

Do valor da amizade

Foto de Marta E André Ferreira.

 

A verdadeira amizade supera tudo!

E deve ser preservada, acima de qualquer outra coisa.

Por isso, lutem por ela. Não fiquem, simplesmente, a vê-la desmoronar-se, como se tudo o que construíram não tivesse qualquer significado.

Esqueçam o futuro, e vivam o presente, porque é a única coisa certa que têm!

Sejam sinceros, honestos, verdadeiros. E tudo se resolverá, se ambos quiserem lutar, se acharem que vale a pena lutar!

O "não" está sempre garantido!

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Se não lutarmos por aquilo que queremos, quem o fará?

Sempre fui mulher para ficar quieta no meu canto, e não me aventurar em certas coisas porque o mais provável era não resultar, o mais certo era ouvir um "não" como resposta.

Mas, de há uns tempos para cá, tenho agido de forma diferente. 

É verdade que o "não" está sempre garantido. Mas também pode vir um talvez ou, quem sabe, um sim. E nunca saberemos se isso acontecerá se não arriscarmos, se não tentarmos. Quem não arrisca, não petisca!

Afinal, o que temos a perder? Nada.

Mas podemos vir a ganhar!

 

Sim, por vezes (muitas vezes) é mesmo o tão esperado "não" que chega, isto quando chega alguma coisa. E sim, desanimo. Queria que tivesse dado certo. Não consegui. E dá vontade de voltar a ficar quietinha e não perder tempo com mais nada.

Mas a vida é mesmo assim. Ouvimos muitos "nãos", e ainda havemos de ouvir muitos mais.

Passado o desânimo, está na hora de levantar novamente os braços e continuar a lutar pelos objectivos. 

Se der, melhor. Se não der, paciência!

 

 

 

Da ida à TV, em representação do Clube de Gatos

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Não vai acontecer.

Irá acontecer?

É possível que aconteça.

Vai mesmo acontecer!

Está quase...

Está a acontecer!

Já passou.

Aconteceu mesmo!

Aconteceu mesmo?

Já foi há tanto tempo!

 

Por coincidência, à saída de cena, encontrei uma antiga colega de liceu, a Inês (beijinho Inês, e se estiveres a ler este post, já sabes que te queremos a ti e ao teu bichano no clube)! Diz ela que, quando percebeu que eu ia lá, disse aos colegas para me porem a falar porque, daquilo que se lembrava de mim, eu era muito caladinha. É verdade. 

Sempre fui mais de estar no meu cantinho, e não ter que falar em público, porque corava, bloqueava, ficava cheia de nervos, era uma tortura. Ainda hoje sou assim. 

Mas uma pessoa tem que enfrentar desafios, tentar superar os seus receios, fobias e lutar pelo que quer.

 

Não vai acontecer.

Quando enviei o email à Sic, pensei que o "não" estava sempre garantido, mas até podia dar certo. No entanto, o meu pensamento era de que não daria em nada, até porque o programa da tarde iria acabar.

 

Irá acontecer?

Foi com surpresa que recebi o contacto deles, para participar na rubrica do programa novo, que iria estrear, com mais alguns membros do Clube. Falei com alguns membros, sobre essa possibilidade, mas ainda era algo incerto.

 

É possível que aconteça.

Depois tivemos a questão da incompatibilidade de horários, de trazer os gatos, de haver membros suficientes, e estivemos naquela - iremos, não iremos? Será que vai mesmo acontecer? É possível, mas sem grande euforia.

 

Vai mesmo acontecer!

E foi então que a Inês Dias nos confirmou que conseguiu fazer uma troca, e nos colocar no programa de dia 17, dia em que dava para todos irmos. Ia mesmo acontecer. Mas só na própria semana partilhámos a notícia com todos!

 

Está quase...

Os nervos a fazerem-se sentir pela espera, pelas pessoas que nos iriam estar a ver, por imaginar como seria e o que aconteceria lá, e os dias a passar e a aproximar-se cada vez mais a hora.

 

Está a acontecer!

Quando lá chegamos, acho que passa tudo. Não há volta a dar nem nada a fazer. É cabelos, maquilhagem, preparar tudo, pôr microfones, entrar no intervalo, pôr tudo a jeito, contagem decrescente e estamos no ar, em directo, para milhões de espectadores. Sair de fininho enquanto as câmaras focam o outro lado, e de volta aos bastidores.

 

Já passou.

Ok, já está. Já podemos respirar de alívio. Prova superada!

Sim, porque para além do objectivo principal, havia inerente o objectivo de superar a vergonha, o medo do público, os bloqueios de falar em directo e por aí fora. Faz parte da experiência da vida.

 

Aconteceu mesmo!

Passado o momento, chegamos a casa e vemos a gravação e as fotos e ainda estamos em euforia - aconteceu mesmo! Foi real.

 

Aconteceu mesmo?

Mas não criamos falsas expectativas, e sabemos que foi uma oportunidade que poderá ser boa, mas há que regressar à Terra e continuar a trabalhar. Não somos mais famosas por isso. Somos pessoas iguais às que éramos, e daqui a uns tempos vamos olhar para trás e pensar: aconteceu mesmo?

 

Já foi há tanto tempo!

E um dia, esse acontecimento vai fazer parte das nossas boas recordações da vida, e vamos falar dele com saudades!

 

E assim dou por encerrado este capítulo!

 

Zootrópolis - o filme!

 

 

Amizades improváveis, sonhos de que nunca se deve desistir, o direito à diferença e às oportunidades para todos, valores por que nos deveríamos reger, e o terminar de muitos conceitos préconcebidos e, muitas vezes, errados, são alguns dos ingredientes que podem encontrar neste filme da Disney - Zootrópolis!

 

 

 

Judy Hopps é uma coelha destinada a ser agricultora, mas que desde pequena tem o sonho de ser polícia.

Os pais desde sempre a tentaram dissuadir de seguir os seus sonhos, e convencê-la que ficar é muito mais cómodo. Mas Judy não se vai deixar convencer, nem desistir, mesmo quando tudo aponta para que venha a ser um fracasso total.

Assim, entra para a academia e acaba por se formar como a melhor aluna da turma, indo então cumprir o seu sonho de ser polícia em Zootrópolis, onde todos podem ser aquilo que quiserem!

Mas vai perceber que não é bem assim.

Com vários casos de mamíferos desaparecidos por desvendar, Judy fica encarregada dos parquímetros. Uma desilusão. Ela queria ajudar os colegas nos casos mais complicados, e pôem-na a passar multas.

 

 

 

É assim que conhece Nick Wilde, uma raposa matreira que faz dos negócios menos lícitos e trapaças a sua vida. Os dois não vão começar da melhor forma, mas serão "obrigados" a trabalhar como parceiros por uma causa mais nobre. Depois de humilhada, em criança, por uma raposa, e tendo em conta o medo que ainda possa ter delas, será que as coisas ainda vão terminar da melhor forma para estes dois?

 

 

 

O momento mais cómico e que, só por ele, já vale a pena ver o filme, é a cena das preguiças!

Nick diz a Judy que sabe de uma forma rápida de descobrir a quem pertence uma matrícula. Essa forma rápida, é a preguiça, que de rápida não tem nada. E se à Judy lhe estava a pôr os nervos em franja, estar uma tarde inteira à espera de uma informação, imaginem nós!

Ainda por cima, quando está mesmo, mesmo, quase, Nick lembra-se de contar uma anedota, só para atrasar mais um bocadinho. E, depois, a preguiça conta à colega essa mesma anedota. Foi uma cena mesmo hilariante!

 

 

 

Até conseguiram fazer com que a própria cara das preguiças lhes desse um ar mesmo parvo!

 

 

A música ficou a cargo da Shakira, com "Try Everything", que no filme cabe à personagem Gazelle interpetar!

 

Um filme onde aqueles que, à partida, seriam os maus, até podem ser amigos, e onde aqueles, de quem ninguém desconfiava, podem ter algo a esconder.

A missão de Judy e Nick será descobrir o que anda a tornar os mamíferos de Zootrópolis agressivos e selvagens, por que razão desaparecem, e quem está por trás de tudo isso, numa luta contra o tempo, para que Judy não tenha que cumprir a sua promessa de se despedir da polícia, por não ter conseguido resolver o caso.

 

Se puderem ver, não percam esta aventura da coelha pateta e da raposa matreira, que no final será mais coelha matreira e raposa pateta, com uma grande lição e mensagem para todos nós!

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