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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Instruções para salvar o mundo

 

"A cavalo dado não se olha o dente", diz o ditado.

Este livro veio parar às minhas mãos como oferta da Fnac, na compra de dois livros que mandei vir. 

O título fez-me pensar que seria, literalmente, um manual de instruções. Depois, ao ler a sinopse do livro, deu-me a entender que seriam várias histórias de vida, de pessoas que conseguiram ultrapassar as suas dificuldades e os seus problemas. Agradou-me. E comecei a ler.

Não me agradou, não me inspirou, é daqueles livros que se lê uma vez e arruma-se, para não voltar a ler. Foi-me oferecido, menos mal. Não pude escolher, porque era oferta, mas também não gastei dinheiro. Comprar, nunca o compraria. 

É um livro que relata a verdade nua e crua da sociedade em que vivemos. Casais que se deixam andar, em que tanto eles como elas traem e são traídos, e se desprezam um ao outro, mas não se separam, prostitutas mal tratadas, terrorismo, alcoolismo, violência, negligência, exploração sexual.

É verdade que, no meio de tudo isto, também existem gestos de amizade, generosidade e amor, mas são muito poucas luzes, num livro tão sombrio.

E eu, sinceramente, prefiro ilusões mais iluminadas!

 

The Shadow - A Sombra

 

Na escuridão, tudo é negro...

À luz, tudo se ilumina...

Existe alguém que goste de viver na escuridão?

Provavelmente, preferimos viver na claridade...

Mas há algo de que nunca nos devemos esquecer - onde houver luz, haverá sombra...

Cabe-nos a nós aceitar essa verdade, e aprender a viver com as sombras da nossa vida, não deixando que elas interfiram, não permitindo que elas ocupem um lugar maior que aquele que lhes cabe, não lhes dando mais importância do que aquela que lhes é devida.

Afinal, elas estarão sempre lá a acompanhar-nos! Mas não são mais do que nós mesmos...

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