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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Azenhas do Mar: final de tarde junto à praia

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Ontem, ao final da tarde, fomos até ao bar Azenhas do Mar-Restaurante Piscinas.

Digamos que fomos em má hora, e num mau dia, em que o bar estava a abarrotar de gente, vinda da praia e da piscina, ou que tinha ido até às festas que ali estavam a decorrer.

 

 

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Mas, num dia e época mais calma, aconselho uma ida até lá, nem que seja só para apreciar a vista!

O espaço, que fica no meio da falésia e dos rochedos, por onde se vai descendo umas escadinhas, está muito bem aproveitado, muito bonito, com o mar e a piscina em frente, e estas fontes e lagos pelo caminho e junto ao bar.

 

 

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Mas, se forem com apetite, também podem sentar-se e escolher o menu que, no nosso caso, foi hamburgueres para o meu marido e filha, e um sumo de abacaxi para mim.

O atendimento é cinco estrelas. Tudo malta nova, mas muito simpática.

 

 

Histórias Soltas #24: Submersão

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Acordou...

Acordar talvez não seja a palavra mais adequada, já que pouco conseguira dormir.

Os seus pensamentos eram um turbilhão.

Olhou para a silhueta deitada ao seu lado. Dormia profundamente.

Melhor assim.

 

Levantou-se...

Tinha de o fazer.

Não podia esperar mais.

Não é que tivesse planeado.

Mas a verdade é que estava ali. As circunstâncias proporcionavam-no.

E sabia que, no estado em que estava, era o melhor a fazer.

 

Saiu...

Pouco passava das 6 horas.

O dia começava a clarear.

Não havia ninguém na rua. Claro!

Quem vai para ali, não pensa em madrugar.

 

Caminhou...

Desceu a rua principal, e a escadaria que levava à praia.

Sabia-lhe bem o vento frio na cara. Despertava-lhe os sentidos.

Poder-se-ia pensar que isso mudaria a sua resolução.

Mas não. Tornava-a mais firme.

 

Observou...

Ao longe, 2 ou 3 surfistas apanhavam ondas.

Longe o suficiente, para não repararem em si.

Estava maré cheia. 

Ainda assim, o mar parecia tranquilo.

Ao contrário de si.

E era por isso que precisava dele.

Para lhe dar a tranquilidade, a paz, o descanso que, há muito, havia perdido.

 

Avançou...

Sentiu a areia fria e húmida nos pés.

Dali a umas horas, o sol iria secá-la. Mais tarde, os banhistas puderiam estender a toalha na areia. 

O mais provável era que, a essa hora, estivesse escaldante, e queimasse os pés daqueles que se atrevessem a pisá-la.

Agora, podia avançar sem esse receio.

 

Sentiu...

A água molhou-lhe os pés.

Estava fria.

Não gelada, a ponto de, eventualmente mudar de ideias. Mas também não, propriamente, convidativa a entrar.

Paciência.

Fora ali para isso. Não ia voltar atrás.

 

Entrou...

Primeiro, os tornozelos.

Depois, as pernas.

Há pessoas que se atiram em segundos. Que mergulham de cabeça, em instantes.

Mas não era assim.

A água chegou-lhe ao tronco.

Nessa altura, já estava a bater os dentes com o frio.

Mas faltava pouco para tudo isso passar.

 

Submergiu...

Ali estava ela.

A onda pela qual esperara.

Chegara o momento.

Inspirou.

Ganhou coragem.

E mergulhou...

 

 

 

 

 

 

A praia do Baleal, em Peniche

(fiquei rendida a mais este paraíso)

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Não é todos os dias que encontramos uma praia em que podemos escolher em que "mar" tomamos banho e damos uns mergulhos. Ou nos damos ao luxo de aproveitar os dois, bastando atravessar uma pequena estrada para o outro lado.

 

Não é todos os dias que encontramos mar calmo, mais propício para nadar, e mar mais agreste, para quem prefere mergulhar e sentir a força das ondas, ou fazer surf.

 

Não é todos os dias em que temos uma praia com um lado sul, mais familiar e apetecível para os banhos de sol, com a areia mais fina, e um lado norte, mais destinado a quem queira fugir da escolha geral e, de certa forma, mais selvagem mas, por isso mesmo, mais bonito de ver.

 

Não é todos os dias que apanhamos água morna (sim, mesmo morna, embora tenha sido só num primeiro banho), mesmo lá mais para a frente. Não foi no Algarve, nem no Alentejo que, aí, apanhei sempre fria. Foi mesmo no Baleal!

 

Não é todos os dias que nos sentimos verdadeiros turistas, mesmo sem o ser.

Que podemos apreciar as dunas, numa espécie de dois em um, de campo e praia.

Eu sou fã número 1 de Tróia, depois da "minha" Ericeira, claro. 

Mas fiquei rendida a mais este paraíso português!

Numa península que, em tempos, já foi ilha.

 

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