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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Pelas furnas da Ericeira

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No sábado fomos até à Ericeira.

O tempo ameno em Mafra fez-nos ir até lá dar uma volta mas, claro, como já seria de esperar, na Ericeira não estava tão ameno. Estava um ventinho fresco típico de Janeiro.

E também o mar estava a combinar.

Sou daquelas pessoas que tanto adora um mar calmo no verão, para entrar nele, como agitado no inverno, para apreciar.

Ainda por cima, com maré cheia.

 

 

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Já tinha saudades de ver as ondas rebentarem nas furnas, proporcionando um bonito espectáculo natural.

Havia muita gente por ali, não só a passear, mas também a fotografar, ou filmar este show.

As ondas iam alternando: ora quatro ou cinco fortes, ora um período de calmaria.

E, claro, elas não esperam nem posam para a câmara.

Ou se tem a sorte de as captar, ou se aprecia directamente.

Com muita "sorte" até somos brindados com os salpicos resultantes da rebentação.

Aliás, devia ser por isso que a atmosfera parecia meio nublada, esbranquiçada, apesar de não haver nevoeiro explícito.

 

 

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1 Foto, 1 Texto #20

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Tenho tanto de serena, como de agitada.

Tanto de tranquila, como de turbulenta.

Tanto de pacífica, como de guerreira.

Tanto de ponderada, como de impulsiva.

Tanto de simples, como de complexa.

Tanto de apática, como de determinada.

Tanto de vulnerável, como de forte.

Não sou só uma. Ou só outra.

Sou ambas.

Ao mesmo tempo.

Ou em tempos diferentes.

 

 

 

Texto escrito para o Desafio 1 Foto, 1Texto 

Lapa de Santa Margarida - Portinho da Arrábida

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Não estava fácil escolher um passeio para o fim de semana.

Um prefere ir para norte. O outro, para sul.

Não queríamos algo muito longe, nem muito dispensioso.

Queríamos um sítio com natureza mas, ainda assim, os nossos gostos diferem.

Depois de várias hipóteses, sugeridas ao longo da semana, no sábado acabámos por escolher outra: a Lapa de Santa Margarida, no Portinho da Arrábida.

Dadas as circunstâncias, e o tempo disponível, acaba por ser muito tempo de viagem, para pouco tempo de passeio.

Mas vale a pena!

 

 

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Estacionado o carro na estrada principal, ainda tivemos que fazer a caminhada até à rua que, depois, nos leva ao trilho por onde descemos, até à entrada da gruta.

Um trilho de escadas, fácil de percorrer até porque, para baixo, todos os santos ajudam!

 

 

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Ao longo da descida, vamos começando a apreciar a paisagem que surge à nossa frente.

 

 

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A entrada para a gruta é um pouco assustadora porque parece muito escuro, muito em baixo e, mal se entra, ouve-se o som do mar.

Para quem, como nós, não faz a mínima ideia do que irá encontrar, pode pensar que, a qualquer momento, entrará por ali uma onda.

Mas vimos pessoas a sair "ilesas", por isso...

 

 

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Mal descemos, deparamo-nos com a Capela de Santa Margarida, onde é possível ver evidências de práticas religiosas, imagens, e onde algumas pessoas acendem velas.

 

 

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Devo dizer que, apesar de bonita, a gruta está um pouco "abandonada" à sua sorte, e com sinais de vandalismo.

Do tecto, qual estalactite, pendem teias de aranha que fazem lembrar um cenário de terror. Nas rochas, grafitis que nem a água consegue apagar.

Aliás, diz-se que, quando o mar está agitado, é perigoso visitar a gruta, porque se fica ao nível do mar.

Mas dá-me ideia que não chegará a ocupar toda a gruta.

 

 

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Como podem ver, a gruta dá acesso ao mar, havendo quem por lá vá nadar, mergulhar, ou apreciar a vista naquelas rochas.

O piso é escorregadio, e com altos e baixos, pelo que temos que ter cuidado, mas compensa.

 

 

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Vista a gruta, há que fazer o percurso inverso, a subir.

E esperam-nos bastantes degraus, que nos obrigam a fazer exercício às pernas, até à estrada.

 

 

Praia de São Sebastião e Foz do Lizandro

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Domingo, dia de sol, e temperatura amena, mesmo a convidar a um passeio!

A Ericeira estava cheia, já parecia verão.

As pessoas estão tão fartas de chuva e frio, que nestes dias aproveitam para sair e recarregar baterias.

Estava um mar típico de inverno, embora não completamente cheio.

As praias estão, se é que isso é possível, cada vez mais rochosas. Mas igualmente bonitas.

Esta é a de São Sebastião, que fica mais a norte.

 

 

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Já para os lados da Foz do Lizandro, havia quem já se aventurasse a molhar os pés no rio, e a atravessá-lo até ao outro lado.

Mas quem dominava a praia, para além das crianças e pais, eram os canídeos, que estavam todos contentes a correr, brincar, nadar.

Um deles até saltava para dentro da água, e de lá para fora, como um canguru. 

Uma cadelinha pequenina andava a correr que nem louca, com uma bola na boca.

Um outro, ia buscar o pau à água, e trazia-o de volta para a areia.

Aqui na Foz do Lizandro, o mar misturava-se com o rio, sem se perceber onde começava um, e acabava outro.

 

 

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