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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Efeitos Secundários

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Quantos de nós não tomaram já, em algum momento da nossa vida, medicamentos para tratar um problema de saúde, que nos provocaram efeitos secundários indesejáveis e intoleráveis?

Se virmos bem, poucos são aqueles que não implicam esses efeitos, seja em maior ou menor grau.

 

Agora, imaginem que esses efeitos secundários poderiam ter consequências graves e desastrosas nas vidas de quem toma os medicamentos e, inclusive, reflectir-se nas vidas dos que os rodeiam?

E quando falo de consequências graves, refiro-me a homicídio.

 

Será possível um medicamento colocar a pessoa num tal estado que ela possa cometer todo o tipo de crimes, sem se dar conta do que faz, sem noção da realidade, sem se lembrar de nada?

 

 

Emily e Martin conheceram-se, apaixonaram-se e casaram.

Ela ficou grávida.

Ele foi preso, e assim permaneceu durante 4 anos.

Emily sofreu um aborto, perdeu tudo o que tinha, ficou deprimida e recorreu a ajuda psiquiátrica. Melhorou e deixou de ir às consultas.

 

 

Martin é libertado, e volta para casa, para retomarem a sua vida como casal.

Emily não está bem e tente suicidar-se.

Começa a ser acompanhada por um novo psiquiatra e vai alternando a medicação até chegar àquele que melhor tolera e a ajuda. Mas, se no início tudo parece melhorar, com o tempo, comçam a verificar-se comportamentos estranhos que acabam com Martin assassinado, esfaquiado em casa por Emily.

 

 

E, das duas uma: ou Emily é uma assassina,ou agiu sob efeito dos medicamentos e, nesse caso, é responsabilidade do psiquiatra. Uma dessas vidas será arruinada.

A não ser que, uma reviravolta inesperada, mude o rumo de toda a história! 

Tenham atenção ao comprar medicamentos na farmácia

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Sempre que forem a uma farmácia comprar medicamentos com receita médica, sendo esta em papel, tenham atenção ao valor que lá vem indicado, do valor máximo que os mesmos custarão.

Já não é a primeira vez que acontecem situações em que, se estivermos distraídos, acabamos por pagar mais do que devíamos.

Quase aconteceu isso ao meu marido, no outro dia, quando foi comprar um antibiótico. A funcionária foi buscar, registou e disse que custava quase 8 euros. Achei estranho, e mencionei que na receita dizia que custava no máximo cerca de 3 euros.

 

"Ah e tal, mas isso é se for genérico. Prefere levar antes o genérico?"

 

Claro que ele preferiu! Mesmo assim, não tinham o genérico mais barato, e teve que levar um de 4 euros. Mas poupou alguma coisa.

Já antes, numa outra situação, aconteceu o mesmo comigo. Queixei-me, mas aí disseram-me que não tinham nenhum dos mais baratos.

 

"Ah e tal, a receita refere esse valor, mas nem sempre as farmácias têm esses medicamentos."

 

E se uma pessoa está sem tempo, com pressa, e é a única farmácia mais à mão, tem que se sujeitar.

Mas, podendo, mais vale procurar em várias farmácias e, acima de tudo, estar atento ao valor que vem na receita, para que não nos tentem enganar ou fazer pagar mais, sem necessidade.

 

 

 

Medicamentos genéricos versus medicamentos de marca

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Estamos a optar cada vez mais pela compra de medicamentos genéricos que, como afirmam, fazem o mesmo efeito que os de marca e custam muito menos.

Esta tem sido, de facto, a regra, e eu confirmo. Mas, como em tudo na vida, também há a excepção à regra. 

E a prova é que, ao tomar um medicamento genérico (porque na farmácia onde fui não tinham, naquele dia, o da marca que sempre utilizei), sofri efeitos secundários, efeitos que nunca tinha sentido com o medicamento de marca.

Por isso, podem até ser mais baratos, e actuarem da mesma forma mas, neste caso, alguma diferença deve existir para isto ter acontecido.

Pelo sim, pelo não, da próxima vez que precisar, ou compro os que já estou habituada, ou prefiro não tomar e aguentar as dores! 

 

O profissional e o bom profissional II

O profissional:

- acompanha a utente e diz-lhe o que tem que fazer para medir a tensão

- informa a utente que a sua tensão está um pouco descontrolada, que não é nada perigoso mas que, de qualquer forma, deve consultar o médico

- vai confirmar com a colega a informação

 

O bom profissional:

- acompanha a utente e mede-lhe a tensão

- antes, porém, pergunta-lhe se nos últimos dias tem tomado alguma medicação

- explica-lhe que, apesar de naquele momento a pressão arterial se encontrar já com valores normais, os sintomas descritos podem perfeitamente ser do efeito da medicação que, apesar de já não ser tomada, ainda se encontra presente no sangue

 

E assim chego à conclusão que a causa de todos os meus males foram os malditos comprimidos que aquela médica (que por sinal foi a que andou a empatar a minha tia, que acabou por falecer de cancro) me receitou!

Chego à conclusão que, se mais alguma vez tiver o azar de ser atendida por essa médica, nunca mais compro nada do que ela me receitar!

E, para que não aconteça a mais ninguém aquilo que se passou comigo, aconselho-vos a todos a lerem os efeitos indesejáveis constantes da bula dos medicamentos, nomeadamente, do FLEXIBAN!

Ora vejam:

Efeitos Colaterais Mais Frequentes - sonolência, secura de boca, tonturas - confere

Efeitos Colaterais Menos Frequentes - entre outros, arritmias, insónia, depressão, ansiedade, dor gastrointestinal, sede, obstipação, dor abdominal, poliaquiúrias, sabor desagradável, visão turva, mal estar, fraqueza/fadiga - confere

Posto isto, prefiro aguentar as dores do que ficar ainda mais doente do que estava!

Digam-me que não ouvi bem!

É incrível como certas pessoas ainda me conseguem deixar pasmada com as suas opiniões!

Cada um tem direito a exprimir aquilo que lhe vai na alma e dizer de sua justiça, mas há comentários que mais valia ficarem guardados dentro de cada uma dessas pessoas.

Estava eu na farmácia com o meu marido, que decidiu brincar com o senhor que o estava a atender, e fiquei realmente indignada com a linha de pensamento daquele homem.

Dizia o meu marido para ele, que para o ano, com este governo a tirar-nos tudo e a deixar as pessoas "doentes", seriam as farmácias que iriam ganhar.

Mas o senhor não estava para brincadeiras. Respondeu que não estava a ver o que tinha uma coisa a ver com a outra. 

Até aí tudo bem, não está para aí virado, paciência.

Mas o que disse a seguir é realmente vergonhoso: ao que parece, o dito senhor deve ser daqueles que defende a taxação extra dos medicamentos, para que as farmácias não fechem. É que as pessoas querem medicamentos baratos, como antibióticos a pouco mais que 2 euros, mas esquecem-se que há trabalhadores nas farmácias a quem têm quer ser pagos ordenados, e se os medicamentos não forem caros, as farmácias fecham. O problema é que as pessoas só pensam nelas, não pensam nos outros - continuou ele!

Ou seja, os utentes têm o dever de pagar mais pelos medicamentos, para que ele (e outros) possam garantir o seu emprego! Será que percebi bem?!

Até compreendo que as farmácias estejam de luto, a passar por momentos de crise, mas nunca em hipótese alguma me iria passar pela cabeça tal ideia.

Sabemos bem as dificuldades porque grande parte das pessoas passa, os sacrifícios que fazem para poder comprar medicamentos, para terem um mínimo de saúde. Outras nem sequer conseguem.

Eu até me atreveria a dizer que os medicamentos deveriam ser gratuitos, para que todos pudessem ter acesso a eles. Claro que isso é uma utopia. Mas querer que as pessoas paguem mais por eles, é um absurdo! 

 

 

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