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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A falta de comunicação e de noção (na elaboração) das medidas impostas pelo governo

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Se há coisa que me complica mais com o sistema nervoso, do que a aplicação de uma medida, é a falta de clareza com que a mesma é apresentada e explicada e que leva, muitas vezes, a diferentes interpretações, algumas contradições, e diversas dúvidas por esclarecer.

Desde que começou a pandemia, que vemos, constantemente, o governo e quem de direito, a falhar na comunicação, sempre que se dirigem aos portugueses, ou respondem às questões colocadas.

 

Que os canais de comunicação, jornais, revistas, internet, noticiários, dêem, cada um, a sua versão das coisas, à medida que a informação lhes vai chegando, ou que passem informação errada, ou incompleta, é grave, mas já estamos habituados, e damos um desconto.

Mas que essa falha na comunicação exista quando o governo se dirige directamente aos portugueses, aí é mais grave.

 

Ao ouvir as declarações de António Costa, a ideia que ficou foi a de que o que é essencial é ir à escola, e trabalhar, mas tudo o resto é supérfluo. Portanto, temos direito a ganhar o nosso sustento, mas não a momentos de lazer.

E que a partir das 13 horas de sábado e de domingo, toda a gente tem que ficar em casa, sendo que, o que houver para fazer, é para se fazer de manhã. As compras? De manhã. Passear? De manhã. Ir ao shopping? De manhã. E por aí fora.

Com as devidas excepções. Que eram poucas, as que ele falou. Mas que, afinal, eram muitas mais, que ele se esqueceu, ou não convinha, dizer.

Porque, a ideia a passar é a de confinamento total. O resto, vem nas entrelinhas, ou em letras mais pequeninas, para aqueles que estiverem mais atentos.

Ah e tal, está tudo explicado no decreto.

Pois está! Mas nem toda a gente tem acesso ao decreto. Nem toda a gente sabe procura-lo, e perceber o que lá vem.

 

Ontem, ao ouvir as declarações de António Costa, o que eu percebi (e pelo que fui lendo, muitas pessoas mais) foi que, se quisesse ir às compras, o que faço por norma à hora de almoço de sábado, teria que me levantar mais cedo, e sujeitar-me a uma fila para entrada no supermercado que, supostamente, encerraria às 13 horas. Isto, se conseguisse entrar a tempo. Uma situação que acabaria por gerar um aglomerado e concentração de pessoas no mesmo espaço, o que não seria uma boa medida de combate à pandemia.

Afinal, as mercearias e supermercados estão abertos, e as pessoas podem lá ir fazer compras. Mas os estabelecimentos comerciais têm que fechar às 13 horas. Então, em que é que ficamos?

Ah, afinal os estabelecimentos comercais têm que fechar às 13 horas, à excepção das mercearias e supermercados. É isso?!

 

Ontem, ao ouvir as declarações de António Costa, e depois de andar a pesquisar as excepções, fiquei sem saber como seria o cumprimento das responsabilidades parentais.

Não vinha nas excepções que ele falou. Mas também, verdade seja dita, também nem sequer se falou disso.

Há quem diga que, o que não está especificamente proibido, é permitido. Neste caso, e no meu ponto de vista, se não vinha nas excepções, seria proibido.

Mas as coisas não funcionam à base do entendimento de cada um. Já estava a ver como iria conjugar as idas da minha filha para o pai, nos próximos fins de semana, para não prejudicar nem eu nem o pai e, sobretudo, paa não prejudicar a minha filha.

Só hoje, ao ver o decreto, percebi que, afinal, no lote das excepções, que afinal são bem mais que aquelas que António Costa referiu, vem contemplado o exercício das responsabilidades parentais.

 

Ontem, ao ouvir as declarações de António Costa, ele falava constantemente do horário de recolhimento obrigatório como terminando às 5 horas. No entanto, nas legendas colocadas pelo canal, aparecia sempre 6 horas. A jornalista ainda o “corrigiu”, mas ele voltou a vincar que eram 5 horas.

 

Ainda ontem, li que o não cumprimento não daria lugar a multa, mas apenas ao acompanhamento ao domicílio. Hoje, já se fala em multas e crimes de desobediência. Em que ficamos?

Isto só serve para gerar dúvidas, porque são omissões, contradições e falhas na comunicação, de algo que deveria ser o mais claro possível, e para que todos possam entender, sem dar azo a diferentes interpretações e versões, de algo em que só existe uma interpretação e versão.

 

 

Então e, quanto às medidas em si?

Se me afectam? Com as previstas excepções, não muito. Mesmo sem estas medidas, raramente saímos, até porque vem aí a segunda fase de testes, e os fins de semana são passados em estudos. As noites são para dormir, por isso, também não me afectam as restrições.

Se acho que serão eficazes? Tenho dúvidas.

As pessoas deixam de ir a restaurantes. Mas ninguém as impede de se juntarem em casa.

Tal como a medida de proibir a venda de bebidas alcoólicas a partir das 20 horas não impedia ninguém de as comprar antes.

Não podem andar a circular sem uma boa desculpa? Arranjam-na. Ou então, encontram-se à sexta e ficam para o fim de semana!

Naqueles estabelecimentos que agora veem o seu horário reduzido, pode acontecer as pessoas juntarem-se mais, no pouco tempo que têm.

Vão haver sectores que sofrem, mais uma vez, a nível económico. E sem garantias de que os números baixem.

Por outro lado, basta um pai que esteja a trabalhar, chegar a casa e infectar um filho, que entretanto vai à escola e infecta colegas e/ou professores, que entretanto contactam com outras turmas, e com as suas próprias famílias, para haver aí uma imensa quantidade de contágios, até se descobrir o primeiro infectado, com um teste positivo, e se seguir e isolar a cadeia.

Pessoalmente, sou a favor do ensino presencial. Nós bem sabemos como foram os últimos meses de ensino à distância, e não foi bom para ninguém. Mas acho que, neste momento, seria uma medida adequada. O governo entende que não. Até porque os tão prometidos equipamentos a que todos teriam direito, e que eliminariam as desigualdades, ainda não chegaram.

E, assim, pode acontecer uma mesma turma ir para casa várias vezes, ao longo do ano, de quarentena, enquanto os restantes continuam em ensino normal. E professores comuns irem para casa, e as turmas não afectadas ficarem sem aula daquela disciplina.

 

De resto, concordo que a maioria dos contágios se dá em ambiente familiar, ou em grupos de amigos, que desrespeitam as regras, e que depois transportam o resultado desse incumprimento para o trabalho e escola, e não propriamente nos transportes, nas compras, nas coisas básicas.

Mas, lá está, para essas pessoas, podem vir todas as medidas e mais algumas que, não havendo bom senso, não produzirão grandes efeitos. E acabam por pagar os "justos" pelos "pecadores".

 

A verdade é só uma: ninguém sabe como lidar com o vírus, nem que medidas funcionarão. Então, vai-se por tentativa/ erro.

Como alguém que vai ao médico e queixa-se, e o médico manda fazer um exame. Mas não acusa nada. Então, se o problema não é dali, muda para outro lado. E assim vai andando até acertar, se acertar. Porque algumas vezes nunca chegam a descobrir o problema. 

Mas, tal como alguns médicos têm uma falta de noção absoluta (como um que insistia que o meu problema era na garganta, e me receitou um injecção de penincilina para o efeito, quando o meu problema era uma infecção urinária!), parece-me que também quem pensa e elabora algumas destas medidas também não tem a menor noção do que elas, na prática, implicam para quem tem que se sujeitar a elas.

Porque se há coisas de que podemos perfeitamente prescindir, porque não são essenciais para nós, também há quem tire daí o seu rendimento e, para essas sim, é essencial.

Mas o que é isso para os governantes que, se for preciso, estão abrangidos por todas as excepções possíveis, e podem fazer a sua vidinha à vontade, com o dinheiro dos portugueses nos bolsos.

 

 

Imagem: https://sicnoticias.pt/pais/2020-11-07-As-novas-medidas-do-estado-de-emergencia

Covid-19: Outubro, e o retrocesso no combate à pandemia

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A 18 de Março de 2020 foi decretado “estado de emergência” em Portugal. Nessa fase, início dos efeitos da pandemia no nosso país, o número de novos casos por dia era baixo – 194.

Desde então, o máximo de novos casos atingido foi em Abril (1516), valor só ultrapassado agora no mês de Outubro.

 

De uma forma geral, Outubro marca pelo aumento de novos casos, aumento dos internamentos, um aumento de óbitos por comparação com meses imediatamente anteriores.

Seis meses depois, encontramo-nos em “situação de calamidade”, por onde já andámos há uns meses atrás.

Iremos assistir a um retrocesso, a todos os “estados” ou “situações” em que já estivemos, mas no sentido inverso?

 

É consensual que não suportaríamos um novo confinamento, com as consequências que o mesmo acarreta, e que já antes, apesar dos apoios, causaram danos em muitas famílias.

Por isso, há que encarar a pandemia de frente.

 

Como já tenho dito, acredito que, mais cedo ou mais tarde, todos nós seremos contagiados, e lidaremos com o vírus.

A minha dúvida, no meio disto tudo, é se o vírus perdeu força, se se manifesta de forma menos grave, e se causa menos mortes, à medida que o tempo avança, ou se, entretanto, quem de direito está mais perto de conhecer o vírus, e lidar com ele, do que no início da pandemia, garantindo que, aconteça o que acontecer, nada será como teria sido nessa altura, se não houvesse confinamento.

Ou, pelo contrário, sabe-se tão pouco como no início, e qualquer cenário ou desfecho é uma incógnita.

 

É que, se virmos bem, logo no início (março), o governo quase nos colocou numa redoma, num bunker de onde poucos podiam sair, ou onde poucos podiam entrar. Ele foi estado de emergência, confinamento, uma mão cheia de medidas, para conter e dispersar o avanço da pandemia que, como vimos, resultou na altura. E, por isso, lentamente, foi-se abrindo uma porta, uma janela, até quase escancararmos a casa toda.

 

Agora, dizem que é impensável voltar ao bunker. Temos que fazer a vida normal. E se formos contagiados, paciência. Portanto, tudo aquilo que tentaram evitar, até ao verão, pode vir agora a dobrar, ou triplicar, pondo em causa todo o esforço, todas as dificuldades, todas as consequências sofridas.

De que serviram, então, os meses de clausura? Terão valido a pena? Ou terão sido em vão?

Fizeram sentido?

 

A pessoa que perdeu parte do rendimento, a que perdeu o seu negócio, a que perdeu o seu trabalho, a que quase perdeu a sua sanidade mental, a que perdeu em grande parte, a sua liberdade, para se proteger, pode agora vir a ser infectada, com o mesmo vírus do qual andou a fugir durante meses a fio.

Os alunos e professores, que durante meses tiveram que ir para casa, e se adaptar a uma nova forma de aprendizagem/ ensino, podem agora vir a ser infectados, porque fechar as escolas novamente está fora de questão.

 

O Serviço Nacional de Saúde, e os hospitais, que na altura não se queriam entupir e asfixiar, com um elevado número de casos, podem ver esse receio concretizado agora, em que, ao regresso à normalidade, se junta a época das constipações e gripes que, por si só, já costumam encher os serviços. Sem contar com todas as outras doenças que também precisam de ser tratadas e não se podem mais ignorar, fingir que não existem, ou que fizeram uma pausa temporária para deixar “brilhar” a Covid-19.

Faz sentido?

 

Para o governo, a solução para combater neste momento, a propagação do vírus e o aumento de casos, está no uso da máscara e numa aplicação. Num regresso à situação de calamidade, baseada em multas, e receita para o governo. Um governo, ele próprio, muito duvidoso a cumprir as regras e medidas que quer impor aos outros, ao género “façam aquilo que eu digo, mas não aquilo que eu faço”, com muito pouca credibilidade, que muda o discurso consoante lhe apetece.

Faz sentido?

 

O que é certo, é que há formas de tentar prevenir e evitar, que dependem de nós, e que nem sempre cumprimos.

Há comportamentos que cabem a nós pôr em prática, e que ainda tendemos a descuidar.

Mas existem outras tantas condicionantes, factores e situações que nos transcendem, e que contribuem para a evolução, positiva ou negativa, da pandemia, sem que possamos fazer o que quer que seja.

 

Porque, se nos mandam para a frente de combate, sabemos que tanto podemos sair ilesos, como feridos ou mortos. Que, apesar das armas que temos, estas podem não ser suficientes, ou eficazes, e deixar-nos desprotegidos. Que, enquanto nos defendemos de um lado, podem atacar-nos pelo outro.

E, ainda que evitemos ao máximo estar na linha de fogo, podemos sempre levar com uma bala perdida.

 

Por isso, ou o governo nos coloca de volta no bunker, ou nos dá ferramentas melhores, e exequíveis, de defesa, ou nos deixa enfrentar o inimigo, com as armas que temos, limitando-se a esperar pelos sobreviventes.

 

Se virmos bem, ainda não estamos naquilo a que chamam “o novo normal”. Aí, só estaremos quando a guerra acabar, e começarmos a reconstruir aquilo que sobrou, com aqueles que ficaram.

Efeitos secundários das medidas de contingência conta a Covid-19

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Pernas inchadas, varizes e cansaço, para quem tem que estar à espera para ser atendido em qualquer lado.

Antigamente, íamos a um qualquer serviço, tirávamos a senha e aguardávamos comodamente sentados, no interior, a nossa vez.

Isso acabou.

 

Agora, esperamos de pé, em fila, na rua, que quam está a ser atendido saia, para entrarmos nós, ou que alguma alminha se lembre de nós chamar.

Passo pelo centro de saúde, a caminho do trabalho, e vejo os utentes cá fora, à espera.

Nas Conservatórias, CTT e outros serviços públicos, o mesmo. Não há condições para deixar as pessoas entrar e sentar.

Mas também não há hipótese de a pessoa sair da fila e ir sentar-se em qualquer lado, enquanto espera, para não perder a vez. 

 

Enquanto isso, os próprios serviços tornam-se mais demorados, o que nos faz esperar ainda mais tempo.

E desesperar.

Quem paga são as nossas pernas.

Podemos não ser contagiados pela Covid-19, mas sofremos no corpo todos os efeitos secundários que as medidas contra ela provocam.

Medidas de prevenção com que me deparei aqui em Mafra

A imagem pode conter: flor, texto que diz "NOVO CORONAVÍRUS (COVID-19) MEDIDAS MUNICIPAIS DE PREVENÇÃO A prevenção é uma missão de TODOS Proteja-se, conte connosco"

 

Sexta-feira foi o meu primeiro contacto com esta nova realidade das medidas de prevenção contra o Covid-19 aqui em Mafra.

Tive que ir à farmácia, e avisaram-me logo que tinha que esperar do lado de fora, até que alguém saísse. Só ficam na farmácia 5 pessoas ao mesmo tempo.

Já na pastelaria onde fui, apenas estavam a usar luvas.

 

No sábado, fui às compras à hora de almoço. Todos me diziam que ia na pior hora mas, afinal, até fui em boa hora. Estavam poucas pessoas no Intermarché. 

Não havia ninguém com protecção, nem qualquer restrição de entrada.

A mesma coisa no Continente.

Daquilo que ia comprar, tinham tudo. No entanto, reparei nas prateleiras vazias do papel higiénico. Carne e peixe, como não precisava, não vi se havia ou não.

Uma das funcionárias disse que, de manhã cedo, as pessoas faziam fila à porta, algo que o meu pai já tinha visto durante a semana.

 

Já no Lidl, estava o segurança à porta, a barrar as entradas. Só pude entrar depois de sair um cliente.

Notei que os funcionários andavam de luvas, e tinham frascos de gel junto às caixas.

 

Os meus pais foram almoçar a um restaurante que, apesar de aberto, tinha poucas pessoas. E já tinham o espaçamento entre mesas implementado.

Outro restaurante, aqui perto de nós, fez um comunicado no facebook, a pedir aos clientes habituais que optem por comprar as refeições e levar para casa, em vez de comerem lá.

 

As feiras, em espaço aberto, foram canceladas. Os ginásios estão encerrados, tal como outros espaços de lazer. As actividades desportivas e culturais foram suspensas.

 

Eu, vou trabalhar, mas o escritório estará encerrado a clientes. Só atendemos telefone. E fazemos o serviço que possa ser realizado, sem saídas para o exterior, até porque suponho que a maior parte dos serviços públicos estejam também a meio gás ou mesmo encerrados.

 

É possível que, daqui a uns tempos, tudo fique ainda mais restritivo.

Vamos esperar para ver, sempre com calma e pensamento positivo.

 

 

 

O coronavírus e as férias da Páscoa

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Li hoje que se está a ponderar antecipar as férias da Páscoa nas escolas, para conter a propagação do vírus no meio escolar.

Assim, os estudantes, em vez de começarem as férias a 28 de Março, começariam a 14. Não sei se este antecipar corresponde, efectivamente, a gozar os mesmos 15 dias, mas mais cedo, voltando mais cedo à escola, ou se se traduziria em férias prolongadas.

 

De qualquer forma, à excepção de quem o fez a trabalho, e não o poderia, de forma alguma, evitar foi, maioritariamente, através de pessoas que passaram férias fora, sobretudo na época do Carnaval, e que regressaram ao nosso país, que o vírus cá entrou e se começou a espalhar.

 

Assim, creio que adiantar as férias da Páscoa, por si só, pode não deixar que o vírus contagie ninguém neste momento, e dê uma sensação momentânea de contenção do mesmo, mas não é uma medida eficaz, se não for acompanhada por outras que a complementem.

Sendo um adiantar das férias, e não uma quarentena, significa que os estudantes não têm que ficar presos em casa, pelo que podem sempre ir passar as férias noutros locais, incluindo, os que apresentam casos confirmados de coronavírus.

 

E, a não ser que se encerrem fronteiras, se proibam viagens, ou se impeça a entrada e permanência nesses locais, a hipótese de contágio é uma hipótese a ter em conta.

Depois, com o término das férias, voltam à escola, sem qualquer despiste, dando origem ao eventual cenário que antes evitaram.

Até porque, de acordo com o SNS24, são muitas as pessoas a que aconselham a fazer a vida normal, mantendo apenas a distância de segurança recomendável e meia dúzia de precauções básicas.

 

Para mim, teria muito mais lógica impôr um período de quarentena, após as férias da Páscoa, sobretudo, a todos aqueles que tivessem estado em zonas de risco, ou em eventual contacto, com casos suspeitos.

Até porque, como já vimos, apesar de todo o histerismo exagerado por conta do Covid-19, ainda há muita gente disposta a correr o risco, para passar uns dias de descanso diferentes, as merecidas férias, para realizar as viagens de sonho.

 

E trazer, com elas, como "souvenir", um belo presente envenenado, que pode não ter consequências graves para si mesmas, mas poderá colocar em risco quem as rodeia.