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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Sabem aquele momento...

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... em que começamos a comer,

e temos que interromper para atender o telefone?

... em que pensamos em dar uma dentada, mas fica a meio, porque chegou alguém?

... em que achamos que é, finalmente, desta que vamos poder comer, mas interrompemos de novo, porque alguém nos chama, ou porque é preciso fazer isto ou aquilo?

 

 

E, às tantas, com tantas interrupções, acabamos por nos esquecer que estávamos a comer, e só mais tarde, quando olhamos para o sítio onde deixámos a comida, já sem graça, nos lembramos que era suposto termos comido há muito tempo.

 

 

Lembrei-me disto quando fui à hora de almoço à papelaria, e estava a proprietária da mesma a almoçar, no balcão, ao mesmo tempo que atendia os clientes que iam chegando, eu incluída!

E porque, normalmente, nos trabalhos em que não existe hora ou local específico para fazer as refeições ou lanches, e os funcionários têm de o fazer no local, e ao mesmo tempo que desempenham as funções, isto acontece frequentemente.

Até mesmo, muitas vezes, comigo! 

 

 

 

Livros: aquele momento em que parece que nos saiu a lotaria!

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Sabem aquele momento em que achamos que já lemos os livros todos que temos em casa e, por mero acaso, descobrimos que, afinal, ainda existe por lá um livrinho pronto a ler, de que já nem nos lembrávamos?

É quase como descobrir que o nosso bilhete da lotaria tem prémio, ainda que pequeno!

 

Foi essa a sensação que tive quando, ao ler um post de uma blogger aqui no Sapo, me lembrei de que tinha comprado esse livro de que ela falava, que ainda estava dentro da caixa onde tinha vindo, e eu já nem me lembrava que o tinha. Para mim, já tinha lido todos os livros novos.

 

Agora, é arranjar um tempinho para usufruir deste inesperado "prémio"!

Sabem aquele momento...

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... em que colocamos uma questão, ou pedimos a alguém para explicar alguma coisa, e essa pessoa nos despeja com definições que não conseguimos entender, que não esclarecem a nossa dúvida, nem respondem à pergunta, retiradas de um qualquer livro, site, ou manual, porque nem elas sabem bem o que dizer?

 

Acontece-me tantas vezes!

 

Se eu não sei e estou a perguntar a quem, supostamente, sabe ou está a estudar o assunto, é para que me expliquem. Para ler, também eu lia. Para reproduzir o que vem num site, também eu pesquisava. Para ficar na mesma, nem sequer me dava ao trabalho de perguntar.

 

 

A minha experiência com a Uber

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Não vou falar da facilidade com que se utiliza a aplicação, da rapidez com que os motoristas chegaram até nós, nem da condução segura e calma que fizeram nos respectivos trajectos.

Costumo andar de táxi, normalmente quando o meu marido está a trabalhar e preciso de levar as compras do mês para casa. Ou quando chove muito e a minha filha tem que ir para a escola. Tenho o contacto de uns taxistas - pai e filho - e quase sempre são eles que nos levam. Já nos conhecem. O caminho é curto, mas lá se enverada por conversas banais. Não tenho razão de queixa.

Esta sexta-feira, à noite, foi a primeira vez que andámos de Uber. O meu marido à frente, eu e a minha filha atrás. Em Lisboa. E soube tão bem!

O meu marido encarregou-se da conversa de ocasião. A minha filha ia entretida com o telemóvel.

E eu, aproveitei para apreciar a vista, em silêncio, que sabe tão bem, apenas com a música de fundo do rádio, bem escolhida por sinal, o que ainda contribuiu mais para aquele momento "zen"!

A música era realmente muito boa, calma, mas sem nos dar sono, apenas a transportar-nos para onde a mente se deixasse levar.

 

E há que realçar a simpatia e educação da motorista que nos levou de regresso - 5 estrelas! 

Reflexão do dia

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As melhores frases ou textos que escrevemos, são aqueles em que o fazemos com as emoções à flor da pele, no calor do momento!

 

Da mesma forma que o surfista tem apenas uma oportunidade para apanhar a onda perfeita, e sabe quando chega o momento, ou da mesma forma que um fotógrafo tem uma oportunidade única para captar determinadas imagens, que não se voltarão a repetir, nem esperam que ele esteja pronto para elas, também um escritor consegue as melhores frases, textos ou escritos, quando tem as emoções à flor da pele e as ideias surgem.

Se deixarem passar o momento, as palavras já não terão a mesma força, o mesmo poder, o mesmo impacto. As ideias esmorecem e, muitas vezes, chegam à conclusão que, passado o momento sem que tenham escrito o que quer que fosse, mais tarde não valerá mais a pena, porque toda a intenção se perdeu na espera, pelo caminho...

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