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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Body Revolution Movement

Foto de Body Revolution Movement.

 

Conheci a Marta Romero no início deste ano, e foi um prazer.

A Marta é a mentora deste movimento, que pretende revolucionar a forma como vemos o nosso corpo, e realçar a beleza que existe dentro, e fora, de cada um de nós.

 

"Body Revolution Movement nasce na perspetiva criar uma mudança de paradigmas e redefinir conceitos de Beleza. A Beleza existe em todos os corpos, tamanhos, formas e medidas. 
Aceitar um corpo que é rejeitado pelos demais ou que não se enquadra nos parâmetros definidos pela sociedade atual passa pela confiança. Uma confiança que não nasce quando outros nos aceitam, mas sim quando nos sentimos bem com o nosso corpo, mesmo quando os outros não o vêm da mesma forma."


Os principais objectivos do movimento são:

Incentivar a Aceitação

Trabalhar o Positivismo

Ressaltar a Sensualidade 

Ter confiança

Obter uma linguagem positiva

Potenciar a capacidade de sentir amor

 

E, ao mesmo tempo, ensinar:

 

A viver sem juízos sobre a nossa imagem 

A amar o nosso corpo 

Habilidades que irão tornar as pessoas resistentes e inabaláveis em qualquer um dos objetivos 

A não comparar-nos com os outros constantemente

Que p corpo não é um ornamento

A ser saudável em cada peso fomentando  o emagrecimento como algo meramente relacionado com a saúde e não com a estética.

 

Ontem à tarde, e no seguimento deste Body Revolution Body, a Marta apresentou o Calendário Body Revolution 2018, que considera "uma das ações mais reivindicatórias e altruístas do movimento", composto por mulheres corajosas que posam completamente nuas, transmitindo uma mensagem clara de positivismo do seu físico, ressaltando as suas diferenças individuais.

Ao mesmo tempo, o calendário pretende ensinar e inspirar as mulheres a aceitar o seu corpo, durante os 365 dias do ano.

 

O calendário tem o valor de 8 euros. O valor angariado será revertido na totalidade para ajudar a causa do Movimento Body Revolution.

 

Mais informação em http://www.bodyrevolutions.net/body-revolution/ ou Body Revolution Movement

 

 

Na recente entrevista que deu à RCM (rádio de Mafra), a Marta afirmou que 91% das mulheres não estão satisfeitas com o seu corpo.

E deixo aqui o desafio, não só para as mulheres que seguem este blogue, como também para os homens:

 

O que menos gostam no vosso corpo, que gostariam de mudar? E o que não gostavam, mas já aprenderam a aceitar?

Ando há 37 anos enganada!

Resultado de imagem para enganada

 

Sempre aprendi que o Sol estava lá quietinho no seu lugar, e que os planetas é que se moviam em torno dele, efectuando movimentos de translação.

Pois fico agora a saber que, afinal, o sol também se move!

 

 

Resultado de imagem para translação do sol

 

Sim, o sol também executa um movimento de translação em volta do centro da Via Láctea que leva, aproximadamente, 200 milhões de anos a concluir. E movimento de rotação em torno de si próprio.

Como é que eu descobri tudo isto? A ver os livros da minha filha!

Foi preciso a minha filha ir para a escola, e dar esta matéria na aula de físico-química!

Na afirmação "o sol descreve movimentos de rotação e translação..." em que era para classificar como verdadeira ou falsa, a minha filha colocou "verdadeira". E eu pensei logo "mas que grande asneira que ela fez".

Fui consultar o livro e, afinal, quem estava redondamente enganada era eu! A afirmação era mesmo verdadeira.

 

Para saberem mais, deixo aqui um link onde explica mais pormenorizadamente esse movimento: 

http://www.apolo11.com/via_lactea.php

A vida é um jogo

 

Com uma casa de partida, uma meta ou casa de chegada, e todo um percurso a fazer pelo meio, para lá chegar.

Neste jogo, lançamos os dados. Por vezes, eles levam-nos a avançar vários passos. Outras vezes, obrigam-nos a recuar, a retroceder alguns passos ou, simplesmente, a não nos movermos. Nem sempre avançar é bom. Pode-nos levar a casas que gostaríamos de evitar. Nem sempre recuar é mau. Podemos ir parar a uma casa que até nos traga vantagens.

Cada uma das casas à qual os dados lançados nos levam, nos trazem desafios, objetivos a alcançar, perguntas às quais temos que responder. Algumas casas trazem coisas boas, pequenos incentivos, bónus, alegrias, a oportunidade de avançar mais um pouco neste jogo. Outras, nem tanto. São casas que não nos levam a lado nenhum, sem utilidade mas que, ainda assim, fazem parte do jogo.

Como todos os jogos, também a vida é um risco.

Mas, ao contrário de um jogo comum, que jogamos ou não consoante a nossa vontade, neste jogo da vida não pedimos para entrar. Ainda assim, fomos colocados no tabuleiro a partir do momento em que nascemos, e "obrigados" a jogá-lo, a correr esse risco. 

Ao contrário de um jogo comum, a maior parte de nós não tem pressa de chegar à meta, à fatídica casa de chegada, na qual iremos abandonar de vez o jogo, e esta vida que nos foi dada.

Queremos,sim, aproveitar aquilo que as diversas casas, que lhe precedem, nos têm para dar. Embora nem sempre o consigamos fazer como deveríamos. É que, mesmo avançando devagarinho, estamos a avançar, e as casas pelas quais passámos, ou não, vão ficando para trás, sem que possamos, muito provavelmente,lá retornar. E não nos esqueçamos que, a qualquer momento, e sem contarmos com isso, podemos ser eliminados do jogo.

A vida é um jogo, e este jogo é também feito de apostas. Algumas, serão apostas ganhas. Outras, poderemos eventualmente, perder. Mas só saberemos o resultado da aposta, depois de a fazer.

Só saberemos aquilo que nos espera, e onde nos levará este jogo, se nos mantivermos activos, em movimento, se continuarmos a lançar os dados, a fazer apostas, a utilizar os botões que temos ao nosso dispôr, a percorrer o tabuleiro onde fomos colocados como peões mas, ao mesmo tempo, como jogadores. 

Só conseguiremos aproveitar ao máximo este jogo, se soubermos aprender com as más jogadas, celebrar os pequenos avanços e conquistas, tirar partido das casas mais vantajosas onde os dados nos levem, e contornar aquelas que mais nos prejudicam.

Podemos não ter pedido para jogar este jogo da vida, mas a verdade é que estamos dentro dele.

E valerá a pena passar todo o percurso do jogo sem arriscar, sem o viver, sem tomar as rédeas do mesmo nas nossas mãos? Valerá a pena ficar parado, a ver os outros jogadores passar por nós, ou à espera que alguém lance os dados por nós, avance por nós, viva por nós?

Valerá a pena desperdiçar todas as ferramentas que nos foram fornecidas para nos ajudar nesta caminhada, e esperar que o destino se encarregue de nos empurrar de uma casa para a outra, quando não era nessas casas que queríamos estar?

A vida é um jogo, sim. E já que estamos nele, vamos jogá-lo como sabemos e podemos, e deixar a nossa marca enquanto nele nos mantivermos, sem receios!

A dança é uma arte ou um desporto?

 

É sabido que a dança é uma forma de expressão artística através do corpo, mas também é verdade que determinadas danças são tão eficazes como uma aula de educação física. O corpo movimenta-se, exercita-se, queima calorias...E, para quem gosta, dá mais prazer do que, por exemplo, fazer exercícios monótonos com máquinas ou andar a correr atrás de uma bola!

A questão surgiu ontem, ao ver a minha filha dançar em casa. Perguntei-me: por que é que nunca incluiram a dança nas aulas de educação física e desporto? E logo vem a resposta: porque não é um desporto! Mas surge a dúvida: será que não é mesmo?

Ainda que não seja, tem benefícios e objectivos muitas vezes semelhantes. Em termos de exercício, não vejo como é que, por exemplo, num jogo de vólei, se podem queimar mais calorias que a dançar.

E mesmo que não a incluam nas actividades físico desportivas (que para mim faz mais sentido), podiam sempre colocá-la como disciplina opcional. Há tantas outras que não interessam a ninguém. Pelo menos ensinavam um pouco de arte!

Geração Depositrão

 

 

Se, até há bem pouco tempo, se ouvia falar do Electrão, agora surge-nos um novo movimento ecológico designado por “Geração Depositrão”!

A finalidade é a mesma – recolha de pequenos electrodomésticos em fim de vida, para reciclagem de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE), e de pilhas e acumuladores (P&A).

Este movimento, promovido pela ERP Portugal (Entidade Gestora de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos de Portugal), está de volta com a sua 4ª edição, que arrancou a 1 de Fevereiro.

Envolvendo mais de 600 escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico, as chamadas “Eco-Escolas”, dos 18 distritos do país, esta iniciativa tem como objectivos introduzir o tema no programa escolar, através de diversas actividades e trabalhos lançados a alunos e professores, e despertar as crianças para a necessidade e importância da reciclagem destes resíduos.

Ao mesmo tempo, essas crianças levam a mensagem aos pais, que acabam por ser os grandes consumidores/ utilizadores dos equipamentos!

Com a colocação de um contentor – Depositrão – em cada escola aderente, esta acaba por fornecer informação, sensibilizar a comunidade envolvente, e motivar a entrega e o correcto depósito dos pequenos electrodomésticos, transformando-se num ponto de recolha.

No concelho de Mafra, a EB 1 da Ericeira acolheu o lançamento desta 4ª edição, reforçando assim o número de escolas a abraçar o projecto!

 

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