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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Provei e gostei!

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Neste fim de semana, fomo até ao Continente.

Andavamos na zona dos iogurtes, quando me deparei com estes, que nunca tinha visto. 

Eu sou um bocadinho esquisita com os iogurtes: tenho sempre a sensação de que acabam por ser todos iguais, e que já nenhum me sabe bem ou me dá aquela vontade de comprar.

 

 

Mas, olhei para estes e pensei: porque não experimentar?

Levei um pack, que traz 2 iogurtes.

Ontem de manhã, provei e adorei a combinação entre a polpa das frutas e o próprio iogurte.

Tanto que, quando, à tarde, o meu marido precisou de ir ao intermarché, aproveitei e trouxe mais 2 packs: um igual ao de cima, e outro, para experimentar, de limão e laranja.

 

 

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O meu marido também levou, e aprovou!

 

E por aí, já experimentaram? 

Conheciam?

Como perder totalmente o interesse num programa

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Fui uma fiel seguidora, nos últimos anos, do programa The Voice Portugal.

Conseguiu manter-me ligada a ele a cada domingo à noite, mesmo quando no dia seguinte acordava cheia de sono para ir trabalhar.

Nenhum outro programa me tinha feito mudar de canal e trocar. Até este ano...

 

 

Sim, este ano, ainda comecei a vê-lo, apenas para constatar que o programa (tal como provavelmente a maioria deles) está viciado, esgotado, sem nada de novo: as mesmas injustiças, os mesmos discursos, as mesmas desculpas esfarradas, os mesmos interesses, e um objectivo que é tudo menos aquele que apregoa.

Aos poucos, comecei a optar por assistir ao Casados à Primeira Vista, e gravar o The Voice para ver mais tarde. Mas nem me dou a esse trabalho. O pouco que vou vendo e lendo, permite-se ficar por dentro do que se passa, e acentuar mais a pouca vontade em perder tempo a segui-lo.

 

 

Mudem os apresentadores, mudem os mentores, mudem a dinâmica, sejam genuínos e espontâneos, e talvez voltem a conquistar audiências.

Aliás, acho que qualquer programa do género (incluindo o Casados à Primeira Vista, que já soa mais a encenação) teriam a receita de sucesso na novidade, aliada à espontaneidade. Porque é isso que mais agrada ao público.

Até lá, será sempre a diminuir, até acabarem de vez com o programa. 

Iogurtes Elegant da Quinta dos Açores

 

Gostos não se discutem, e mal de nós (e dos produtores e comerciantes) se gostássemos todos do mesmo!

Vi estes iogurtes líquidos à venda no supermercado onde costumo ir e achei graça à embalagem. O preço também era razoável e, por isso, tendo em conta que é cada vez mais difícil encontrar iogurtes que me satisfaçam, comprei um de pêssego e outro de morango, para experimentar.

Assim que provei o de pêssego, arrependi-me no mesmo instante! Talvez seja pela falta de açúcar (pelo menos na embalagem diz "sem açúcar adicionado"), pela forma como é confeccionado, ou do leite dos Açores, mas a verdade é que achei o iogurte muito "sem sabor", "sem sal" como se costuma dizer. 

Tive que o beber às prestações, e intercalado com fruta, para ver se disfarçava. Mesmo assim, só consegui beber pouco mais que metade.

Agora, até estou com medo de ir provar o de morango!

Parece-me que terá sido a primeira, e última vez, que comprei iogurtes destes!

 

Nicholas Sparks - para quando algo de novo?

Quem Ama Acredita

 

Parece que, de repente, todos se lembraram de comprar livros do autor Nicholas Sparks. Tal como eu.

Há alguns que não me inspiram muito mas, a grande maioria, é espectacular e fiquei fã. Claro que não posso, como gostaria, comprar os livros todos de uma vez. Até porque nem todos estão ainda disponíveis.

Na verdade, cada vez menos. De uma semana para a outra, alguns que estavam mais baratos, ficaram mais caros. Outros, esgotaram!

Mas o que me surpreendeu mesmo, num dos dias em que andava a comparar preços, foi o pré-lançamento deste livro "Quem Ama Acredita".

Uma nova capa, para um livro que foi lançado em 2005, com o mesmo nome.

De facto, acho que muitos dos livros mais recentes de Nicholas Sparks são as versões modernas de livros anteriores dele, onde a única coisa que muda é o exterior. Tal como aconteceu com Laços que Perduram, lançado em 2003 pela Editorial Presença, e em 2013 pelas Edições Asa, com O Sorriso das Estrelas, lançado em 2002 e em 2014, ou com Uma Promessa para Toda a Vida, lançado em 2001 e em 2013. 

E não digo que seja mau. Para quem, como eu, só agora descobriu ou se interessou pelo trabalho deste autor, é bom saber que podemos comprar as versões daqueles livros que já não se encontram à venda.

Mas não deixa de ser uma repetição. Como um músico que já não tem novo material e se limita a editar discos com os êxitos, ou a fazer novas versões de músicas já há muito tocadas. O que é um desperdício, quando há talento para fazer muito mais.

Por isso, Nicholas Sparks, para quando algo de novo?  

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