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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Porque é que tenho mesmo um blog?

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Ah, pois, é isso: porque gosto de escrever!

Por vezes, é bom relembrar que o principal objectivo é o prazer, e não uma obrigação.

Na semana passada, as ideias andavam escassas, a imaginação não abundava e não fazia a mínima ideia sobre o que escrever no blog.

E então, lembrei-me do livro que o meu marido anda a ler "A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F" e esse pensamento serviu que nem uma luva: que se lixe!

 

Que se lixe se hoje não há post, que se lixe se não tenho nada para dizer, e não me apetece vir aqui escrever só por escrever.

Que se lixe se não estou com paciência para vir aqui dizer mal disto ou daquilo.

Que se lixe se ainda não posso falar sobre o livro que ando a ler, porque ainda não acabei de o ler.

Que se lixe se não posso falar de filmes ou séries porque, simplesmente, não tenho visto nada.

Que se lixe se a vida anda tão normal, que não há nada de interessante para contar.

 

Não é por o blog ficar sem posts durante uns dias, que vem mal ao mundo. Nem eu deixo de estar cá, nem os seguidores deixam de estar lá.

E por vezes, é bom fazer pausas. Não só nos blogs, mas nas redes sociais, em geral.

Sempre que estamos ligados, andamos sempre, por um lado, naquela ansiedade constante de "será que já me responderam?", "será que já veio o que estava à espera?" e, por outro, "tenho que responder", "tenho que fazer isto", "estão a contar com aquilo".

 

Um fim de semana sem estar preocupada com emails, facebook, blogs, é sempre uma boa terapia de relaxamento!

 

Trabalho repetido, cuidado diminuído

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Sabem quando nos pedem para fazer algo, e nós fazemo-lo com gosto, e sai bem?

Depois, uns dias mais tarde, pedem-nos o mesmo favor, e voltamos a fazê-lo, com o mesmo empenho.

Mas, se isso se começar a tornar uma rotina, em que começamos a ter que fazer o mesmo uma, duas, três vezes por dia, dia após dia, então começamos a fazê-lo por obrigação, sem gosto, sem empenho, em modo automático, sem prestar muita atenção, sem grande cuidado nem perfeição, porque já estamos fartos de fazer o mesmo.

Sim, nem sempre as repetições levam à perfeição. Por vezes, têm o efeito precisamente contrário, e é preciso fazer uma pausa para voltar a sentir o mesmo agrado da primeira vez, ou corremos o risco de, com trabalho repetido, o cuidado ser diminuído, e não sair nada de jeito.

A escrita deve libertar, e não prender

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Escrever é colocar, por palavras, aquilo que nos vai na alma. 

Aquilo que pensamos, aquilo que queremos dizer, perguntar, informar, sugerir.

Escrever é algo que nos deve dar uma sensação de liberdade, de prazer.

 

Quando isso deixa de acontecer, então, é melhor parar. 

Quando deixamos de ter ideias, quando começamos a acusar a pressão, quando percebemos que estamos a escrever por "obrigação", então é o momento certo para fazer uma pausa.

Porque, dessa forma, em vez de nos sentirmos bem, vamos apenas estar a cumprir com algo que já não nos cativa, e para o qual já pouco temos a contribuir. 

 

Por vezes, não nos apercebemos logo disso. Mas há sinais que nos vão alertando.

Como, por exemplo, quando começamos a pensar que não temos tempo, e é melhor desistir, mas depois até acabamos por arranjar algo à última hora, e continuamos, até voltar a acontecer o mesmo, e voltarmos a desenrascar qualquer coisa, que nos faz ir adiando o inevitável.

 

Por vezes, não é preciso deixar de escrever, ou fazê-lo de forma definitiva. Mas algo tem que mudar, para que aquele desejo e inspiração volte, e nos faça sentir a escrita como uma forma de liberdade, e não uma prisão, da qual queremos sair, sem saber bem como.

Vacina da gripe: levar ou não levar?

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Todos os anos a situação repete-se: chegamos a esta altura do ano, e lá vão as pessoas vacinar-se contra a gripe.

Este ano, os alertas de que virá por aí um surto de gripe, e que todos devem prevenir-se, recorrendo à vacina está, mais uma vez, a levar muita gente a correr para as farmácias e centros de saúde, a fim de levar a vacina e assim evitar as gripes de inverno.

Como todos sabemos, existem grupos de maior risco, para os quais se recomenda esta medida preventiva. Os restantes, querendo, podem também fazê-lo.

 

Ora, eu nunca senti necessidade de levar a vacina contra a gripe. Normalmente, constipo-me várias vezes por ano. Uma ou outra vez devo ter tido mesmo gripe, mas acaba por ser algo tão normal que nunca me pareceu justificar a toma desta vacina.

Aliás, conheço pessoas que estavam bem, e ficaram doentes após levarem a vacina da gripe.

Este ano, continuo sem intenções de levar a vacina, tal como todos lá em casa.

Enquanto isso, vejo as pessoas à minha volta histéricas, com medo do que aí vem, a quererem levá-la. Cada um é dono de si, e faz o que bem entende pelo seu bem estar. Por isso, se o querem fazer, façam-no. Se se sentem melhor assim, mais descansadas, não hesitem.

Mas, será legítimo quererem arrastar todos os que as rodeiam consigo? Por muito que não queiram, a não ser que vivam numa concha, ou se restrinjam a conviver unicamente com pessoas que seguiram o seu exemplo, é impossível não estarem, em determinados momentos, no mesmo espaço que outras pessoas que não tomaram a vacina da gripe. E aí, o que vão fazer? Como saberão quem se preveniu e quem não o fez?

Seja como for, estando essa pessoa vacinada, mesmo que os outros não estejam, nada tem a temer, certo?

 

E nos locais de trabalho?

Podem as entidades patronais obrigar os seus funcionários a vacinarem-se contra a gripe? Será essa preocupação meramente laboral, por receio de que os funcionários adoeçam e prejudiquem as empresas?

Podem os funcionários recusar-se a fazê-lo?

 

No fundo, a questão que se coloca é: levar ou não levar a vacina da gripe? De quem é a decisão, e o que deve ter em conta no momento de decidir.

 

Por aí, costumam levar a vacina da gripe?

O que vos levou a tomar a vossa decisão?

 

 

 

 

 

Contradições

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Como se explica que, numa altura em que se dá cada vez mais importância à prática de exercício físico, nomeadamente, nas escolas, obrigando as crianças a ter essa disciplina desde o 5º ano até ao 12º ano (inclusive, contando para nota), haja cada vez mais obesidade infantil em Portugal?

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