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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Há uma grande diferença entre não querer ter filhos e não poder ter filhos

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Não querer ter filhos, implica uma escolha. Uma escolha feita livremente, que naquele momento é válida mas que, a qualquer momento, pode ser revertida.

Quantas mulheres não dizem, durante anos, que não querem ter filhos. Que ser mãe não faz parte dos planos. Que não estão reunidas condições para tal. Ou não sentem esse apelo da maternidade. Ou acham que não serão boas mães.

Ainda assim, de um momento para o outro, tudo pode mudar, e dar lugar ao desejo de ter um filho.

 

 

Não poder ter filhos, significa que essa liberdade e poder de escolha nos foi vetado. Que algo decidiu por nós, e só nos resta aceitar uma decisão que não temos qualquer forma de reverter.

 

 

Quando era mais nova, meti na cabeça que nunca iria ter filhos. Não era nada muito pensado. Era apenas aquela ideia de que não teria paciência para aturar bebés e crianças birrentas.

Depois, tive a minha filha, e jurei que nunca mais voltaria a ter filhos.

Primeiro, porque não queria passar novamente pela experiência do parto. Depois, porque à medida que a minha filha ia crescendo, achei que não queria passar por todos os receios, angústias e preocupações outra vez. Nem mudar fraldas, nem passar noites sem dormir e todas essas coisas que um bebé implica. Sobretudo agora, que a minha filha já vai para os 16 anos.

E, porque até hoje, não têm existido condições para voltar a ser mãe, tanto a nível financeiro, como psicológico.

Um filho implica disponibilidade, tempo, atenção, que estejamos lá para eles, e isso é, cada vez mais, algo difícil hoje em dia.

 

 

Por isso, não ter mais filhos tem sido, até à data, uma decisão minha.

Mas a idade vai avançando, os anos vão passando e sinto que, a qualquer momento, essa deixará de ser uma decisão minha, que posso mudar, se assim o desejar, e passará a ser uma realidade irreversível, de quem está a entrar na menopausa e, como tal, não poderá mais ter filhos, nem opção de escolha quanto a esse assunto.

Por muito que queiramos, ou não, ter filhos, é sempre difícil aceitar que estamos condenadas a um prazo de validade, que nunca sabemos quando chegará - para umas chega mais cedo que para outras - e que nos vai limitar em algo que deveria sempre ser uma hipótese a não descartar, até assim o entendermos.

 

 

Comentar ou adicionar aos favoritos?

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Já aqui tinha falado uma vez sobre o facto de, muitas vezes, os seguidores de determinados blogs os visitarem com frequência, mas absterem-se de comentar as publicações, pelos mais variados motivos.

Em algumas (poucas) ocasiões, em que a publicação agradasse mesmo muito, adicionavam-na aos seus favoritos.

Hoje, continuam a existir visitantes que não comentam, mas existem cada vez mais visitantes a adicionar várias publicações aos favoritos.

Será que esses visitantes optam por adicionar aos favoritos porque dá menos trabalho clicar num ícone, do que escrever um comentário?

Ou será porque gostaram mesmo do que o autor do blog escreveu, e querem dessa forma exprimir a sua opinião, o quanto gostaram ou, até, se identificam ou revêem naquilo que ali viram, e qualquer comentário que viessem a fazer se torna desnecessário ?

Assim sendo, coloco aqui uma nova pergunta: 

 

Comentar ou "favoritar"? (palavra inventada agora mesmo), eis a questão!

 

Qual é a vossa opinião?

Quando um post vos agrada, são mais de comentar ou adicionar aos favoritos?

O que vos leva a escolher uma opção ou outra?

 

 

Trabalhos de grupo na escola ou em casa?

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Todos sabemos que os trabalhos de grupo nem sempre são fáceis, seja porque só alguns dos nossos colegas estão interessados e trabalham, seja pela dificuldade em escolher os colegas com quem trabalhar, ou até pela escolha do local onde serão feitos esses trabalhos.

 

É sobre essa questão que hoje me debruço.

No 5º e 6º ano, sempre que a minha filha tinha trabalhos de grupo, fazia-os na biblioteca da escola, nem que tivesse que ficar mais uma hora depois do horário de saída.

Este ano, perguntou-me se podia fazer o dito trabalho na casa de uma das colegas. Perguntei-lhe porque não faziam como sempre. Disse que dava mais jeito em casa.

Voltei a sugerir a biblioteca da escola ou, em alternativa, a biblioteca municipal. Não se mostrou muito recetiva, e a colega insiste que se faça em casa de uma delas.

 

Por isso, a questão que coloco é: onde se devem fazer os trabalhos de grupo escolares, ou qual o sítio mais indicado para os fazer - escola ou casa?

 

Na escola

Por um lado, fazê-los na escola poupa os alunos a deslocações, e consequente perda de tempo, uma vez que já lá estão, e talvez ajude mais à concentração, porque estarão a fazê-lonum espaço onde é exigido silêncio, e onde não há muitas distracções. tem ainda a vantagem de,sendo preciso qualquer material de última hora, terem a papelaria à disposição. Por outro, estando já tanto tempo na escola, ter que continuar lá a fazer trabalhos pode ser contraproducente.

 

Em casa

Mudar de ambiente, e estar num ambiente mais calmo e extra escolar com as colegas pode ser mais motivador para se fazer um trabalho de grupo.

No entanto, podem ocorrer distrações, a mostrar isto ou aquilo, ou a falar de outras coisas que nada têm a ver com o trabalho. Ouvir música, ver alguma coisa na TV, ou algo do género.

Há também a questão de, muitas vezes, não conhecermos os pais desses colegas e não termos confiança para deixar os nossos filhos ir. E o mesmo em relação aos pais dos outros.

Temos ainda a questão da deslocação, se os colegas morarem afastados uns dos outros, e disponibilidade dos pais para ir levar e buscar os filhos.

 

Sendo assim, continuo a considerar a escola o melhor local. E por aí, qual é a vossa opinião?

Comunicar a leitura dos contadores

Comunicar as leituras dos contadores de água e electricidade é uma opção a considerar, ou não compensa?

Até agora nunca comuniquei leituras, a não ser a pedido da própria companhia, quando por algum motivo o funcionário não o pode fazer. No entanto, e dependendo daquilo que o consumidor pretende, é uma opção a considerar.

Já sabemos que, nos meses em que não é efectuada a leitura pela companhia fornecedora, os valores apresentados nas facturas são baseados em estimativas.

Estimativas essas que podem ser vantajosas ou desfavoráveis, consoante sejam abaixo daquilo que realmente gastámos, ou superiores. Ou seja, tanto podemos pagar menos do que deveríamos, ou montantes mais elevados. E só no momento em que a companhia faz a leitura (normalmente trimestral ou semestral), é que são efectuados os acertos, em que a pessoa pode ver a sua conta reduzida, por conta daquilo que já pagou a mais ou, pelo contrário, ver a sua factura disparar, por conta de todos os meses que andou a pagar menos do que consumia. Como o próprio nome indica, são apenas estimativas.

Se a alguns contribuintes este sistema agrada, e compensa, para outros, não serve, porque é sempre uma incógnita. Se a alguns contribuintes dá jeito que o valor da factura seja baixo durante algum tempo, porque na altura do acerto pode dispender de mais dinheiro, outros preferem pagar o valor mais aproximado possível e sempre semelhante, do que serem apanhados de surpresa!

Ora, a única forma de isso acontecer, é comunicar a respectiva leitura, no período indicado nas facturas, todos os meses.

 

 

Óculos ou Lentes de Contacto - qual a melhor opção?

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Há uns 15 anos atrás, não percebia como é que as pessoas conseguiam andar com lentes de contacto. Hoje, agradeço quem teve a feliz ideia de as inventar! E de as inovar ao longo de todos estes anos.

Não há nada melhor para utilizar no dia a dia (para quem as possa usar e se dê bem com elas) do que as lentes de contacto.

Para mim, quando me foi dito que tinha miopia e astigmatismo, usar óculos no dia a dia estava fora de questão. Por uma questão estética. As lentes de contacto foram a solução ideal.

Ou quase sempre, porque nem tudo é um mar de rosas. Eu utilizo lentes de contacto, e óculos, e posso afirmar que ambos têm vantagens e desvantagens, mas complementam-se entre si.

 

Vejamos, então, as lentes de contacto:

- há que ter em conta se, para o tipo de problema que a pessoa tem, deve ou não utilizar

- há que ter em conta se a pessoa se adapta bem à sua utilização ou não

- podem vir a ser uma solução mais dispendiosa, tendo em conta que, além das próprias lentes, são necessários os produtos de limpeza

- só se devem utilizar durante 8 a 10 horas, no máximo

- exigem mais cuidados e maior higiene

- podem ser utilizadas em qualquer actividade (na praia ou em desportos, por exemplo) sem termos que as tirar

- não alteram a aparência, e são ideais para quem não gosta de, esteticamente, se ver de óculos

- proporcionam uma melhor correcção da vista

 

os óculos:

- são ótimos para utilizar quando os olhos estão mais sensíveis, irritados, ou depois de um dia a usar lentes de contacto

- são muito práticos, não exigem tantos cuidados de manuseamento e higiene

- podem ser mais económicos

- podem danificar-se com mais facilidade

- não oferecem riscos à visão ocular, mas podem distorcer a visão periférica

- podem ser inestéticos, ou a pessoa não gostar da sua aparência com eles

 

Eu gosto de utilizar as lentes de contacto durante o dia ou quando saio, e à noite ou quando estou em casa, os óculos. Mas também já utilizei os óculos em outras ocasiões porque não conseguia mesmo colocar as lentes de contacto.

Só cada pessoa pode saber qual é a melhor opção para o seu caso, para o seu tempo e para a sua carteira. 

 

 

 

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