Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Fui a um workshop sobre animais e não gostei

Resultado de imagem para cães e gatos felizes

 

O facto de termos chegado depois da hora, e estarmos com alguma pressa, dado que havia ainda coisas para fazer, e o tempo não estica, não terá ajudado. 

No entanto, tendo por única experiência a participação em seminários em que, realmente, aprendi várias coisas sobre os animais, estranhei bastante este workshop.

 

O espaço

Sabia que era numa loja de animais, mas esperava que fosse em alguma divisão ou espaço mais sossegado, e não no meio da loja, com as pessoas em pleno shopping a passar por nós, e dentro da própria loja, com todo o ruído de fundo que dificultava a audição da veterinária.

Meia dúzia de bancos a rodear uma mesa, onde a veterinária tinha um portátil, com os pontos a focar e debater.

 

A discriminação implícita

Nessa mesa, tinham colocado uma espécie de decoração alusiva aos animais, exclusiva para cães - uns ossos azuis que, lá dentro, continham os saquinhos para os cocós.

Todos os presentes, excepto nós, tinham cães. Fomos os únicos representantes dos felinos.

 

O sentido de oportunidade

Sabendo o quanto sai dispendioso levar um animal ao veterinário, as pessoas acabam por aproveitar estes workshops para tirar todas as dúvidas acerca dos seus animais, fazendo aquelas perguntas que faríamos numa consulta normal. Às tantas, em vez de falarmos da qualidade de uma ração, e daquilo que devemos procurar numa boa ração, estava-se a discutir sobre a marca A, X ou Y, e ainda a H, a D, e a K. Estão a imaginar?  

Num seminário também interagimos, também tiramos dúvidas, mas de carácter mais abrangente, e não ao caso de cada um em específico, pelo menos desta forma.  

 

A falta de respeito

Estava um dos participantes a falar com a veterinária, quando uma das restantes pessoas presentes decidiu interromper para mostrar à médica a fotografia dos seus cães. Nos seminários a que fomos, ninguém andou lá a mostrar os seus animais.  

 

O exibicionismo

Às tantas, chegámos à fase em que estava tudo a sacar os telemóveis para mostrar as suas beldades. Pois muito bem que, se foi para isso que lá fomos, também nós temos fotos das nossas bichanas para mostrar.

 

Não aprendi nada

O workshop intitulava-se "12 Dicas para Animais Felizes e Saudáveis". 

Do que ali foi falado, e no que a mim diz respeito, senti mais o workshop como uma troca de opiniões e conhecimentos, do que como uma aprendizagem. Não foi ali dito nada que já não soubesse, nomeadamente, acerca da escovagem, unhas, alimentação, higiene e por aí fora.

 

 

Imagem relacionada

A destacar de positivo:

A médica veterinária era simpática.

Havia uma pessoa presente que mostrou saber estar, e que tinha, realmente, algum conhecimento sobre animais e estava ali para aprender mais, e não para sacar o máximo de informações possível, a custo zero.

 

Manter o equilíbrio

Resultado de imagem para equilíbrio

 

Poderá uma pessoa, que sempre viveu a sua vida a desempenhar o mesmo papel ao longo dos anos, ter a oportunidade de mostrar as suas outras facetas? Ser-lhe-á, alguma vez, permitido trocar de papel?

Na sociedade, em geral, e no seio da família, em particular, cada membro tem um papel fundamental, e necessário para o equilíbrio.

É esse equilíbrio que mantém toda a estrutura de pé. 

Para que possa haver uma troca de papéis, mantendo o equilíbrio é necessário que, também os outros, o façam. 

Porque, na falta de um pilar que seja, nada resiste, tudo se desmorona.

 

Se existe alguém que leva tudo na brincadeira, tem que haver alguém que leve as coisas a sério.

Se há alguém que gasta, tem que haver alguém que poupe.

Se há alguém que se desmarca, tem que haver alguém que se responsabiliza.

 

E por aí fora...

 

E, quando são sempre os mesmos a desempenhar o mesmo papel durante toda a sua vida, torna-se difícil sair dele, e deixar que outros o assumam. Por outro lado, é algo que gostariam de fazer, para variar: estar, por algumas vezes, do lado de lá, e ver os outros a interpretar o nosso papel.

No entanto, sem uma troca recíproca, é "morte" certa, porque se todos segurarmos a estrutura do mesmo lado, é mais que certo que ela cairá do outro, sem qualquer suporte. E se, simplesmente, deixarmos de a segurar, ela cairá em cima de todos.

O que fizeram à Deolinda?

 

Relativamente à gala de ontem, e ainda antes de falar dos concorrentes, tenho que falar primeiro da surpresa da noite.

Assim que falaram em regresso desejado ao palco do The Voice, meti na cabeça que era a Deolinda. Até comentei com a minha filha e o meu marido que ela iria apresentar o seu próprio tema. Não fazia a mínima ideia, mas por acaso até foi mesmo isso!

Ouvi a música. Gostei. Da letra e da música. Mas não reconheci a Deolinda! Aquela Deolinda que chegou na edição passada e virou as cadeiras. A Deolinda detentora daquele vozeirão, que achámos logo que podia ser a potencial vencedora. A Deolinda que elevou, de tal forma, as expectactivas, que ainda não tínhamos conseguido encontrar igual nesta edição.

Ontem, ouvi a Deolinda e, se não soubesse quem era, e estivesse no lugar dos mentores, talvez nem tivesse virado a cadeira. Esta não é a Deolinda que todos conhecemos. Esta é uma nova Deolinda, que cantou mas não encantou.

Prometo ouvir hoje novamente, até porque ontem posso ter-me deixado distrair pelo sono e não ter estado com a máxima atenção, mas foi com este sentimento que fiquei depois de a ouvir - de desilusão, de desapontamento. Talvez seja por ser cantado em português, algo que só ouvimos uma vez na voz dela. Ou porque a música não se presta a grandes rasgos de voz. Ou, simplesmente, os meus ouvidos estão a pregar-me uma partida, já que li imensos comentários a elogiar a sua prestação.

Há por aí mais alguém que sofra do mesmo mal que eu e não tenha reconhecido a voz da Deolinda?

 

 

Quanto aos concorrentes, os que mais gostei de ouvir foram:

 

A Sónia - apesar de não ser apreciadora de fado, gostei muito da forma como ela cantou.

 

O Francisco - pode não ter um vozeirão mas brinca com a música como poucos! E o que me ri com aquelas expressões físicas dele enquanto cantava. Muito talentoso e genuíno!

 

A Inês - voz bonita e melodiosa, a juntar a uma postura calma. Adorei ouvi-la, mas não sei como se sairá noutros estilos musicais.

 

A Tamara - tem estilo, tem power, tem voz, tem atitude. Vamos ver até onde chega.

 

E ainda a Inês, obstetra.

 

 

Os que não gostei tanto de ouvir:

Joana - disse ela que tinha mestrado em musicoterapia. É verdade que a música é uma boa terapia, mas houve ali partes em que ela assassinou a música, desafinou, arranhou. Espero que o trabalho corra melhor.

Nádia, a cantar Celine Dion - senti que lhe faltou um pouco mais de garra

Francisco - estava muito "preso", contraído, e não sei se a guitarra não o terá atrapalhado. Gostei mais de o ouvir a cantar o seu tema, muito ao estilo dos DAMA, por sinal

Juliana - não é que não tenha talento, mas penso que a música não a favoreceu

 

Todos os restantes tiveram partes em que estiveram bem, mas outras em que as coisas correram menos bem, e nenhuma voz se destacou.

 

Caras conhecidas:

Tiago - Assim que o vi, disse para a minha filha "este não fazia parte dos Opera Buffa, que participaram no Got Talent?". E é mesmo ele!

 

Achei curioso o facto de o Anselmo ter virado várias vezes a cadeira, quando mais minguém parecia com vontade de o fazer, e ter aproveitado esta última prova cega para dar oportunidade a alguns concorrentes, quando mais ninguém se dispôs a isso.

 

As equipas:

Parece-me que, à primeira vista, as equipas do Mickael e da Marisa têm mais concorrentes de peso. Mas a Aurea e o Anselmo têm um ou dois trunfos que podem ser o suficiente para vencer.

 

 

 

 

Fechadas as equipas, já nos começamos a preparar para as batalhas que aí vêm no domingo, e que são uma das fases mais injustas do programa. Se colocarem um concorrente forte com um fraco, é injusto. Se colocarem dois concorrentes fortes, sabem que um deles vai perder, e perdem um dos trunfos, o que também é injusto.

Vamos ver como correm as batalhas da próxima semana!

Para já, temos novos looks para os mentores, mas devo dizer que o Mickael, com aquele rabicho, fica horrível!

 

 

Imagens The Voice Portugal

 

Já cheira a outono

Resultado de imagem para outono

 

O verão ainda não chegou ao fim, mas já cheira a outono!

Por certo, ainda virão dias de calor, uma derradeira oportunidade de aproveitarmos da melhor forma o final desta estação.

Mas, esta semana, sente-se o outono a chegar.

As temperaturas estão mais baixas, e já sabem bem as camisolas de manga comprida, e um casaquinho a aconchegar.

Ao céu já chegaram as nuvens, que vão encobrindo e deixando brilhar o sol ao longo do dia.

Já se notam os dias a ficar mais pequenos.

As aulas começaram, o que significa que daqui em diante é tempo de estudo, e não de diversão.

O verão, que parece ter passado num ápice, está mesmo a despedir-se de todos nós, para dar lugar ao seu eterno sucessor...

Passatempo Blogazine - Chiado

transferir (2).png

 

 

 

Querem ganhar um livro oferecido pela CHIADO? E ter a oportunidade de escolher o que mais vos agrada?

Então participem já neste passatempo exclusivo da Blogazine!

 

As regras são muito simples, como podem ver acima:

- seguir a Chiado Editora no facebook

- seguir a Blogazine no facebook

- preencher o formulário disponível no facebook da Blogazine, a que também podem aceder AQUI.

 

Depois, é só esperar pelo dia 20, para saber quem foi o grande vencedor!

 

Participem já, e habilitem-se a ganhar um livro à vossa escolha, à distância de um clique! 

 

 

 

  • Blogs Portugal

  • BP