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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Questão pertinente?

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Entre os vários termos de pesquisa de ontem, surgiu esta questão, que não deixa de ser curiosa:

 

 

Termos de Pesquisa (ontem)

  1. Quem tem prioridade: um idoso doente ou uma criança doente? 

 

Não sei em que contexto estaria, a pessoa que pesquisou, a procurar uma resposta. Nem sei se aqui se coloca tanto uma questão de prioridade, porque nos serviços, por norma, o atendimento é pela ordem de chegada e, possivelmente, não sendo pela chegada, pela gravidade do problema.

 

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Mas, se tivessem que escolher entre socorrer um idoso ou uma criança, qual seria a atitude mais acertada? 

 

Na minha opinião, de preferência, e se possível, socorrer ambas, considerando todos os factores e situação em que se encontram. Não sendo possível, qualquer decisão tomada seria acertada. Não considero que socorrer um signifique não querer socorrer o outro. E que um seja mais merecedor que o outro.

 

E por aí, qual é a vossa opinião. Se estivessem nesse dilema, o que fariam? 

Uma palavra tão simples mas...

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...deu-nos muito trabalho para descobrir!

 

Na sexta-feira estava a ver com o meu marido os trabalhos de inglês que a professora lhe tinha mandado.

Um dos exercícios consistia em descobrir, através das imagens dadas e palavra desordenada, qual o desporto correspondente. Fomos indo muito bem até que encalhámos numa palavra.

A imagem mostrava uma mulher a fazer step. Mas step era step. Não poderia ser aquela palavra. Não sei se por ser já tarde e estarmos cansados, ou por ainda não termos jantado, o nosso cérebro não conseguia descortinar que raio de desporto era aquele.

O meu marido foi jantar e eu, teimosa como sou, meti na cabeça que iria descobrir a palavra!

Fui pesquisar na net desportos em inglês - apareceram muitos mas nenhum com aquelas letras. Desisti da pesquisa, peguei no dicionário e fui por hipóteses, procurar desportos começados pelas consoantes dadas.

Tivemos sorte, porque fui pela ordem do alfabeto, e apareceu-me logo! Por curiosidade, tínhamos à nossa frente uma embalagem de cereais com essa mesma palavra, em letras bem grandes! 

E eu só dizia ao meu marido: somos mesmo burros :) Era tão fácil!

 

A palavra era algo assim:

NIEFSTS

 

Ordenada:

FITNESS

Coincidências, escolhas, acções e consequências

 

"Se Ira Levinson não tivesse tido um acidente de carro, e Luke e Sofia não tivessem passado naquele local naquele momento, parado e auxiliado Ira, nada do que aconteceu a seguir teria acontecido. Não saberiam um pouco da história de Ira, não teriam comprado aquela pintura, e não teriam a vida que resultou dessa simples acção…

Se Amanda tivesse ido ao encontro de Dawson no cemitério, ele não estaria mais tarde no bar, e não poderia ter salvo a vida do filho do homem que muitos anos antes, por acidente, matou. Não teria levado um tiro mortal e o seu coração nunca teria salvo o filho de Amanda, a mulher que sempre amou…

Se Travis tivesse cumprido a promessa que, um dia, fez à sua mulher Gaby, ela não estaria mais com ele. Mesmo indo contra os últimos desejos da sua amada, Travis fez uma escolha. E foi a escolha certa…"

 

 

Serão as nossas vidas, e as vidas destas personagens, pontuadas por uma série de coincidências? Ou será que, como diz Margarida Rebelo Pinto, não há coincidências?

Paul Kammerer acreditava nelas. Disse ele que, quando se dá uma coincidência, sempre se dão muitas mais, porque elas dão-se em séries, não são factos isolados. E assim surgiu a sua teoria da serialidade.

Ele defendia que, assim como o universo tende para a entropia/ desordem, também tende para a ordem e harmonia. Deste modo, haveria vários agrupamentos de factos e coincidências.

Coincidência ou não, a verdade é que a nossa vida rege-se por acções e decisões, que implicam escolhas.

A vida é feita de escolhas – algumas boas, outras não tão boas, algumas acertadas, outras erradas mas, ainda assim, são aquelas que fazemos – e essas escolhas têm as suas consequências. Se algumas escolhas são um erro, não devemos desanimar – é com os erros que aprendemos! E se uma escolha implica sempre optar por uma de várias coisas, é inevitável que, ao escolhermos uma, perdemos todas as outras e o que delas poderia advir. Quando damos um passo em frente, alguma coisa deixamos para trás.

Ao escolhermos, decidimo-nos por um determinado rumo, agimos em conformidade e, por cada acção nossa condicionamos, por vezes, não só a nossa vida mas também a de outras pessoas. Até mesmo daquelas que nem conhecemos ou imaginamos!

Será isso a comprovação da serialidade de coincidências a que Paul Kammerer se referia? Uma simples relação entre escolha-acção-consequência? Ou estará tudo escrito nas estrelas? Não faço ideia! 

Mas também não sei se gostaria de saber...

 

Atendimento Público

 

Ao fim de 12 anos, a trabalhar como assistente administrativa, neste escritório, aprendi várias coisas.

A primeira é que, como em tudo na vida, nunca conseguimos agradar a toda a gente! Há clientes que nos consideram simpáticos e outros que dizem que somos mal-educados. Há clientes que saem daqui com uma excelente impressão, e satisfeitos com o trabalho prestado pelo meu patrão, enquanto outros reclamam e vão fazer queixas à concorrência!

A segunda foi aprender a saber esperar, por vezes horas, para ser atendida nos diversos serviços públicos a que tenho que me deslocar em trabalho. E para mim não será muito difícil porque, afinal, faz parte do trabalho. À partida, não tenho que me preocupar com o horário, porque estar ali será o mesmo que estar no escritório. Pior será para aqueles que têm que faltar ao trabalho para ali estar. De qualquer forma, é preciso paciência para esperar pela nossa vez, quando sabemos que nesse tempo poderíamos adiantar diversos assuntos que deixámos pendentes. É preciso calma para observar determinadas situações e não perder as estribeiras, quando assistimos a funcionários que “pedem licença a um pé para mexer o outro”, que se põem na conversa em vez de nos atenderem, que “não estão ao balcão para ninguém” mas levantam-se imediatamente para fazer um favor especial a alguém conhecido ou familiar.

A terceira é perceber que, por mais boa vontade que os funcionários até tenham, torna-se difícil fazerem agora o mesmo trabalho, que antes era executado pelo dobro dos funcionários, principalmente quando, quem está à frente desses serviços, não consegue pôr alguma ordem e organização, zelando pelo bom funcionamento do serviço e pela mínima satisfação de quem dele precisa, e a ele se vê obrigado a recorrer.  

Por último, cada vez mais me convenço que deveria haver uma espécie de teste psicológico para todos os funcionários, ou aulas de formação para lidarem com o público! É que está mais que provado que grande parte desses funcionários não tem capacidade para exercer convenientemente essa função. Alguns esquecem-se que estão a receber um pagamento pelo serviço que prestam, dão a ideia que estão ali por obrigação, quando lhes apetecia estar noutro lado qualquer. Muitas vezes, deixam a sua vida pessoal e os seus problemas interferirem no trabalho, ou estão simplesmente num mau dia, ou de mau humor.

Talvez até tenham motivos, talvez algum cidadão não tenha agido de forma correcta e a pessoa esteja aborrecida e exaltada. Mas quem chega a seguir e até fala educadamente, não tem culpa, e não tem que levar com respostas “tortas” e falta de profissionalismo!

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