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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Aquele momento em que...

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... achamos que está tudo pronto e organizado e, quando vamos ver, falta qualquer coisa, temos que fazer de novo e o tempo está em contagem descrescente!

 

 

No dia anterior preparei tudo. Só faltava registar e imprimir no dia seguinte. Coisa rápida. 

Seria algo simples, feito com calma e com tempo.

No dia seguinte, percebo que não encontro os ficheiros, ou encontro, mas afinal ficou um gravado em cima de outro, e agora falta um deles.

Já não tenho assim tanto tempo. A coisa começa a complicar. A pressão a aumentar.

É preciso repetir trabalho e, já se sabe que, com pressa, pode sair ainda mais asneira.

 

 

No final, depois de tudo concluído, descobri aquilo que não encontrei na altura! 

Matrículas para o 10º ano

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Ontem saíram, finalmente, as notas das provas finais do 3º ciclo, e as notas finais de ano.

Houve notas mais baixas a português mas, ainda assim, menos negativas a esta disciplina, do que a matemática, cuja prova era mais fácil e na qual, a maioria, teve notas mais altas que nos testes ao longo do ano.

Aproveitámos para trazer o impresso da matrícula, e começar a preencher em casa.

 

 

Hoje fomos à escola para realização da dita matrícula.

Podíamos tê-lo feito pela internet, através do Portal das Matrículas.

Mas ainda bem que decidimos ir pessoalmente.

 

 

Aqui na escola da minha filha houve, na minha opinião, uma uma má organização de todo este processo.

Presencialmente, as matrículas eram apenas hoje, das 9 às 13 horas, sendo que 3 turmas iam para uma sala, e as restantes (o dobro), para outra sala, onde calhava a da minha filha.

Era uma fila única, mas cada director de turma chamava pelos alunos da sua turma e, se houvesse alguém que tivesse feito a matrícula online, e apenas fosse entregar os documentos, passava à frente porque era um processo mais rápido.

O que vai em sentido contrário ao que vinha nas indicações, de que quem fizesse a matrícula pela internet entregaria a documentação na nova escola.

Os restantes estavam dependentes da utilização dos computadores disponíveis, pelo que percebi, dois por turma.

 

 

Embora tivessemos uma fila enorme de pessoas à nossa frente, e de alguns, nas situações que expliquei atrás, terem passado à frente, até chegámos à sala com relativa rapidez.

Mas, dentro da sala, era um caos. Pais, alunos e professores, numa sala cheia de computadores, a darem orientações à vez, enquanto cada um de nós dava início à matrícula online.

Foi uma óptima decisão termos ido pessoalmente porque, em três ou quatro passos, surgiram dúvidas, havia truques e era preciso enganar o sistema, para conseguirmos avançar e que, só lá, sob supervisão e com ajuda, conseguíamos ultrapassar.

Em casa, sozinhas, teríamos, na certa, feito asneira.

 

 

E pronto, a matrícula está feita, com a minha filha a aguardar colocação na escola e curso pretendido.

Foram feitas as últimas despedidas dos professores presentes, e das auxiliares que a acompanharam ao longo dos 5 anos, com desejos de muita sorte e sucesso na nova etapa que a espera.

Dicas para a realização de trabalhos escolares

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Cada vez mais, os professores pedem aos alunos que realizem diversos trabalhos, de grupo ou individuais para, posteriormente, apresentar na aula.

Com o tema na mão, o difícil mesmo é começar. 

Mas, para alguns estudantes, as dificuldades permanecem ao longo de todo o processo, e acabam, muitas vezes, a perder tempo, sem conseguir um bom trabalho.

 

Em seguida, deixo algumas dicas que poderão vir a ser úteis, baseadas na minha experiência, e que costumo dar à minha filha, para os trabalhos dela.

 

 

Pesquisa

Não há trabalho sem informação e, como tal, a pesquisa é fundamental.

É por aí que se deve começar, tanto na internet, como em livros, ou outras fontes de onde consigam retirar a informação.

 

 

Recolha

Depois de pesquisado o tema, e já na posse de informação diversa, nada como guardá-la, antes que se perca.

Por norma, costumo colocar no ficheiro as informações em bruto, sem qualquer ordem específica, bem como links de sites que não possa ver na hora. 

No que se refere a imagens, guardo-as numa pasta, junto com o ficheiro em Word.

 

 

Selecção

Recolhida, então, toda a informação e imagens, é o momento de seleccionar aquela que interessa, de verificar a que já temos e a que está repetida, de escolher a que não faz falta e pode ser eliminada. De escolher as imagens que preferem, e apagar as que descartaram.

 

 

Organização

O passo seguinte, agora que já temos a informação seleccionada, é organizá-la de acordo com o que nos foi pedido, ou pelo guião dado pelo professor.

 

 

Transformação

A informação recolhida ainda está, nesta altura, exactamente como foi copiada. Por isso, é importante relê-la, apreendê-la, e tranformá-la em palavras dos alunos. Os professores não pretendem um trabalho que seja apenas "copy/ paste".

 

Nota: Todas esta etapas devem ser feitas num ficheiro em Word, mesmo que, depois, o trabalho final tenha que ser apresentado noutro formato. E esse ficheiro deve ser mantido até ao final.

Já aconteceu à minha filha começar a fazer um trabalho directamente no Powerpoint e, às tantas, houve um problema qualquer com o computador, e não conseguiu recuperar o que tinha feito, voltando à estaca zero, e sem a informação, porque tinha copiado logo para ali.

 

 

 

Composição

Com o trabalho organizado, modificado e aparentemente, pronto, chega então a hora de passá-lo, se for o caso, para o formato em que será apresentado, ou compô-lo no formato inicial, se não houver necessidade de mais.

É nesta fase que conjugam textos e imagens, espaços, tamanhos de letras, legendas, títulos e subtítulos, bibliografia, autoria e afins.

 

 

 

Finalização

Caso tenham que fazer apresentação em Powerpoint deve-se, por último, aplicar transições e efeitos, e converter o ficheiro para modo apresentação.

Eu aconselho a manterem um ficheiro original, e uma cópia onde podem ir fazendo os testes e experiências. Assim, se algo correr mal, têm sempre o trabalho intacto para poderem reiniciar. Se correr bem, ficam com esse.

De qualquer forma, não vá o diabo tecê-las, continuem a manter o primeiro esboço, em Word, e a versão noutro formato, sem efeitos. Nunca se sabe se, na hora H, não poderão vir a ser necessários.

Do baile de gala, ensaios e falta de pares

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Há coisas que não consigo perceber, que não me entram na cabeça e me fazem confusão.

O baile de gala dos finalistas, organizado pela escola, é uma delas.

 

Os directores de turma, querendo mostrar o melhor dos seus meninos, e ter a respectiva turma bem vista, esperam que todos participem no baile e, como tal, nos ensaios de dança, para não fazerem má figura na hora.

 

A questão é: há rapazes e raparigas em igual número, para fazerem par, entre os que querem participar?

Não!

 

O que acontece é que há pares que já estão combinados, e há vários alunos, sobretudo raparigas, sem par.

A minha filha é uma delas.

 

Para poder participar nos ensaios, tivemos que alterar o horário da explicação de matemática, que lhe faz falta para a preparar para o exame que aí vem mas, como a directora de turma fazia questão, e dança é algo que ela gosta, assim fizemos.

 

Ontem, foi o primeiro ensaio.

Treinou a parte individual. A parte que pertence às raparigas. Tal como algumas colegas suas.

Depois, quando chegou o momento de ensaiar com o respectivo par, as que não tinham ficaram sentadas a ver, sem fazer nada.

 

Ora, se as raparigas não têm par, nem lhes arranjam um, como foi dito pela directora de turma, que o faria, o que raios vão elas para lá fazer? 

A minha filha já disse que, se no próximo ensaio continuar sem par, deixa de ir.

 

É de lamentar esta falta de organização relativamente aos alunos que querem participar no baile, e respectiva formação de pares.

À Conversa com SORRIDENTE PRODUÇÕES

Foto de Sorridente Produções.

 

 

A SORRIDENTE PRODUÇÕES é uma organização amadora que pretende trazer a cultura ao povo. 

E porque para desgraças já temos as do dia-a-dia, a Sorridente Produções quer fazer a sua estreia, neste novo ano, com uma comédia para animar o público e fazê-lo soltar muitas gargalhadas!

Para já, enquanto não estreia a primeira peça desta organização, deixo-vos com a entrevista:

 

 

 

Como, e quando, é que surgiu a Sorridente Produções?

A Sorridente Produções surgiu há cerca de dois meses. Ainda estamos na fase inicial, onde tudo é novo para nós. Cada passo é um processo de aprendizagem e temos que lidar com situações que são verdadeiros desafios para nós. Esta companhia nasceu da vontade do nosso diretor apresentar peças escritas por si. Todos os nossos trabalhos serão originais.

 

Quem são os principais fundadores e impulsionadores deste projeto?

A companhia nasceu pelo ator Tiago Dias, que trouxe ao projeto dois antigos colegas e amigos, os nossos produtores, Gonçalo Barbosa e Luís Neves. A parte burocrática, financeira e encenação está nas mãos do diretor Tiago Dias. A produção está a cargo do Luís Neves e do Gonçalo Barbosa.

 

Sorridente Produções, porque querem pôr o público português a sorrir com as vossas produções?

Infelizmente o povo português anda triste…seja com a situação económica, politica ou a vida em geral. Achamos que apresentando esta peça, sendo ela uma comédia familiar, podemos fazer rir toda a gente, desde as crianças, que se vão relacionar com os netos, até aos mais velhos, que se vão ver na personagem do avô.

 

 

 Foto de Sorridente Produções.

A primeira peça a ser apresentada pela Sorridente Produções, a estrear em março deste ano, intitula-se “Agregado Nada Familiar”. Sobre o que nos fala a mesma?

“Agregado nada familiar”, será uma peça que nos vai levar numa viagem alucinante e superdivertida, num dia desta família. A peça relata um dia na família Rodrigues, iremos acompanhar todas as confusões criadas pelo avô “Armindo”, que com a sua surdez, troca as conversas a toda a gente e cria inúmeras confusões. Desde achar que o filho fugiu de casa ou até mesmo acreditar que ele faleceu. Acompanhamos também as dúvidas sexuais de um neto confuso e uma saída mal sucedida de “Inês”, a neta santinha. No meio disto tudo teremos um faz tudo que não faz nada e uma empregada do Norte que acredita que ela é que é a patroa de casa.

 

Quais estão a ser as principais dificuldades na produção da mesma?

Sendo uma companhia nova, temos que lutar contra o facto d ninguém nos conhecer, e até, o facto de ninguém acreditar em nós. Desde o início que dissemos que íamos entrar com um Bam. Queríamos mostrar que há talento… não só na escrita como na representação. Estamos com dificuldades em encontrar espaços que nos acolham assim como apoiantes que nos ajudem na parte monetária.

 

Para conseguir verbas que permitam levar adiante a apresentação da peça, a Sorridente Produções iniciou uma campanha de crownfunding. Está a ser uma campanha bem-sucedida?

Infelizmente não. Talvez por ser altura natalícia, e as pessoas estarem a comprar os presentes de Natal, não estamos a ter as contribuições necessárias para suportarmos o projeto. O que não nos irá desmotivar. Como diz o nosso encenador “Nem que vá para a porta da Igreja pedir esmolas”. O projeto vai avançar, e o Teatro não vai morrer.

 

Como correram os castings para o elenco desta peça, realizados em novembro passado? Ainda há neste país muito talento escondido e mal aproveitado?

O nosso casting foi um sucesso, notamos uma grande fome de palco nos nossos atores. Em 2 dias tivemos mais de 100 inscritos. Desde profissionais do Teatro, ate inúmeros estudantes acabados de sair da Faculdade. Tivemos imensas dificuldades em escolher, pois passou nos mesmo muito talento pelas mãos. Sentimo-nos lisonjeados pela vontade destas pessoas em entrar no nosso projeto e teremos a certeza nos iremos encontrar futuramente com todos aqueles que não podemos selecionar.

 

Que apoios mais precisam neste momento, para levar o projeto mais além?

Temos que admitir que o apoio monetário é aquilo que nos iria aliviar bastante, pois poderíamos apostar em grande na publicidade. Sendo uma companhia nova com novos atores, temos que mostrar a cara, dizer ao mundo que estamos aqui. Procuramos também locais para ter a peça em cena como todos os apoios necessários para as deslocações, cenário e roupas. Tudo aquilo que é imprescindível para conseguirmos montar um grande espetáculo a atingir as metas que impomos a nós mesmos.

 

Quais são os vossos objetivos para 2017?

Sonhar… sonhar alto. É aquilo que fazemos. Queremos ter esta peça em cena durante os primeiros meses de 2017. Se tudo nos correr da forma para que estamos a trabalhar, contamos começar a montar uma outra peça antes do fim desse mesmo ano. Desta vez num registo diferente, mas também, um original do nosso encenador.

 

Muito obrigada! E votos de muito sucesso!

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