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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Porque não se deve deixar um trabalho para a última hora

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Em primeiro lugar, porque, quanto mais tempo deixamos passar, mais probabilidades há de que, o tema que queremos, já tenha sido escolhido, e nos tenhamos que contentar com os que restam, ou com sugestões dos professores.

A minha filha tinha que fazer um trabalho de análise de um poema de Camões, do manual, para este período. Não escolheu logo e, quando o fez, já todos estavam escolhidos.

É certo que os poemas do manual não chegavam para todos os alunos e, por isso, a professora disse que poderiam escolher outros.

Ela assim o fez mas, entretanto, quando marcou a sua apresentação e mostrou o poema, já estava escolhido também.

A apresentação estava marcada para ontem. Na sexta-feira à noite, ela enviou email à professora com o nome do novo poema escolhido e pediu, caso já estivesse a ser trabalhado, que a professora facultasse a lista dos poemas já escolhidos.

A professora respondeu-lhe no domingo, ao final da tarde, que o poema já estava escolhido também, e que veriam na aula outra opção.

Ou seja, já era o segundo trabalho feito, e "deitado ao lixo".

Tudo isto poderia ter sido evitado se, por um lado, ela tivesse pensado no trabalho mais cedo e, por outro, se a professora tivesse dado logo os poemas já escolhidos, para ela não andar a perder tempo em vão.

E foi assim que, às 19 horas da véspera da apresentação de um trabalho, ela teve que começá-lo e acabá-lo, sem qualquer preparação.

 

 

Ainda a propósito da escolha do tema, quanto mais cedo pensarmos nele, melhor e maior a pesquisa que podemos fazer, para nos ajudar à escolha, consoante a quantidade e qualidade de infornação existente para cada um dos temas, e que melhor poderá ser trabalhada e desenvolvida.

Se pesquisarmos, dentro do tema geral, ou do específico no qual tínhamos interesse, e percebermos que há muito para falar, podemos reservá-lo para nós com antecedência.

Já se deixarmos para o fim, e tivermos que ficar com "as sobras", arriscamo-nos a que, para o tema que nos calhou, não haja informação suficiente ou importante, e não consigamos fazer um trabalho tão bom.

 

 

Em terceiro lugar porque, caso tenha que haver alterações nas datas de entrega ou apresentação, e estas sejam adiantadas, não corremos o risco de o trabalho não estar pronto, adiantado ou sequer começado.

Por vezes, apesar de haver uma data específica para entrega/ apresentação dos trabalhos, os professores podem, por diversos motivos, adiar a mesma ou, como já chegou a acontecer, adiantá-la.

Nesses casos, se o trabalho já estiver feito ou quase, facilita-nos muito a vida. Já se estiver ainda no início, ou se ainda não tivermos, sequer, pegado nele, arriscamo-nos a fazê-lo à pressa, e a não ficar no seu melhor, prejudicando a nota.

 

 

Se for preciso escolhermos uma data para entrega/ apresentação da mesma, quanto mais cedo o fizermos, melhor garantimos a reserva desse tempo que iremos ocupar, não nos arriscando a que, por qualquer motivo, o tempo fique todo ocupado e não haja vaga para nós.

Quanto mais cedo escolhermos uma data, mais hipóteses temos de reservar o dia que nos dá mais jeito, e de nos organizarmos.

Caso deixemos para mais tarde, podemos não ter hipótese de escolha, e ter que ficar com a vaga que sobra, numa semana/ dia que já tenhamos também outras apresentações ou testes.

Por outro lado, embora os professores tenham que dar a mesma oportunidade a todos os alunos, e a contabilizar o tempo/ número de aulas que irão dispender com as apresentações de todos, pode acontecer, pelos mais variados motivos, o tempo disponível não chegar para todos e, quem chega por último, arrisca-se a não conseguir apresentar o seu trabalho, ficando penalizado.

 

 

Por último, quanto mais cedo o trabalho estiver feito, mais tempo nos sobra para preparar a apresentação ou, caso seja só para entrega, para nos dedicarmos a outros trabalhos ou, simplesmente, aproveitar o tempo livre, sem stress!

 

Aquele momento em que...

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... achamos que está tudo pronto e organizado e, quando vamos ver, falta qualquer coisa, temos que fazer de novo e o tempo está em contagem descrescente!

 

 

No dia anterior preparei tudo. Só faltava registar e imprimir no dia seguinte. Coisa rápida. 

Seria algo simples, feito com calma e com tempo.

No dia seguinte, percebo que não encontro os ficheiros, ou encontro, mas afinal ficou um gravado em cima de outro, e agora falta um deles.

Já não tenho assim tanto tempo. A coisa começa a complicar. A pressão a aumentar.

É preciso repetir trabalho e, já se sabe que, com pressa, pode sair ainda mais asneira.

 

 

No final, depois de tudo concluído, descobri aquilo que não encontrei na altura! 

Matrículas para o 10º ano

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Ontem saíram, finalmente, as notas das provas finais do 3º ciclo, e as notas finais de ano.

Houve notas mais baixas a português mas, ainda assim, menos negativas a esta disciplina, do que a matemática, cuja prova era mais fácil e na qual, a maioria, teve notas mais altas que nos testes ao longo do ano.

Aproveitámos para trazer o impresso da matrícula, e começar a preencher em casa.

 

 

Hoje fomos à escola para realização da dita matrícula.

Podíamos tê-lo feito pela internet, através do Portal das Matrículas.

Mas ainda bem que decidimos ir pessoalmente.

 

 

Aqui na escola da minha filha houve, na minha opinião, uma uma má organização de todo este processo.

Presencialmente, as matrículas eram apenas hoje, das 9 às 13 horas, sendo que 3 turmas iam para uma sala, e as restantes (o dobro), para outra sala, onde calhava a da minha filha.

Era uma fila única, mas cada director de turma chamava pelos alunos da sua turma e, se houvesse alguém que tivesse feito a matrícula online, e apenas fosse entregar os documentos, passava à frente porque era um processo mais rápido.

O que vai em sentido contrário ao que vinha nas indicações, de que quem fizesse a matrícula pela internet entregaria a documentação na nova escola.

Os restantes estavam dependentes da utilização dos computadores disponíveis, pelo que percebi, dois por turma.

 

 

Embora tivessemos uma fila enorme de pessoas à nossa frente, e de alguns, nas situações que expliquei atrás, terem passado à frente, até chegámos à sala com relativa rapidez.

Mas, dentro da sala, era um caos. Pais, alunos e professores, numa sala cheia de computadores, a darem orientações à vez, enquanto cada um de nós dava início à matrícula online.

Foi uma óptima decisão termos ido pessoalmente porque, em três ou quatro passos, surgiram dúvidas, havia truques e era preciso enganar o sistema, para conseguirmos avançar e que, só lá, sob supervisão e com ajuda, conseguíamos ultrapassar.

Em casa, sozinhas, teríamos, na certa, feito asneira.

 

 

E pronto, a matrícula está feita, com a minha filha a aguardar colocação na escola e curso pretendido.

Foram feitas as últimas despedidas dos professores presentes, e das auxiliares que a acompanharam ao longo dos 5 anos, com desejos de muita sorte e sucesso na nova etapa que a espera.

Dicas para a realização de trabalhos escolares

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Cada vez mais, os professores pedem aos alunos que realizem diversos trabalhos, de grupo ou individuais para, posteriormente, apresentar na aula.

Com o tema na mão, o difícil mesmo é começar. 

Mas, para alguns estudantes, as dificuldades permanecem ao longo de todo o processo, e acabam, muitas vezes, a perder tempo, sem conseguir um bom trabalho.

 

Em seguida, deixo algumas dicas que poderão vir a ser úteis, baseadas na minha experiência, e que costumo dar à minha filha, para os trabalhos dela.

 

 

Pesquisa

Não há trabalho sem informação e, como tal, a pesquisa é fundamental.

É por aí que se deve começar, tanto na internet, como em livros, ou outras fontes de onde consigam retirar a informação.

 

 

Recolha

Depois de pesquisado o tema, e já na posse de informação diversa, nada como guardá-la, antes que se perca.

Por norma, costumo colocar no ficheiro as informações em bruto, sem qualquer ordem específica, bem como links de sites que não possa ver na hora. 

No que se refere a imagens, guardo-as numa pasta, junto com o ficheiro em Word.

 

 

Selecção

Recolhida, então, toda a informação e imagens, é o momento de seleccionar aquela que interessa, de verificar a que já temos e a que está repetida, de escolher a que não faz falta e pode ser eliminada. De escolher as imagens que preferem, e apagar as que descartaram.

 

 

Organização

O passo seguinte, agora que já temos a informação seleccionada, é organizá-la de acordo com o que nos foi pedido, ou pelo guião dado pelo professor.

 

 

Transformação

A informação recolhida ainda está, nesta altura, exactamente como foi copiada. Por isso, é importante relê-la, apreendê-la, e tranformá-la em palavras dos alunos. Os professores não pretendem um trabalho que seja apenas "copy/ paste".

 

Nota: Todas esta etapas devem ser feitas num ficheiro em Word, mesmo que, depois, o trabalho final tenha que ser apresentado noutro formato. E esse ficheiro deve ser mantido até ao final.

Já aconteceu à minha filha começar a fazer um trabalho directamente no Powerpoint e, às tantas, houve um problema qualquer com o computador, e não conseguiu recuperar o que tinha feito, voltando à estaca zero, e sem a informação, porque tinha copiado logo para ali.

 

 

 

Composição

Com o trabalho organizado, modificado e aparentemente, pronto, chega então a hora de passá-lo, se for o caso, para o formato em que será apresentado, ou compô-lo no formato inicial, se não houver necessidade de mais.

É nesta fase que conjugam textos e imagens, espaços, tamanhos de letras, legendas, títulos e subtítulos, bibliografia, autoria e afins.

 

 

 

Finalização

Caso tenham que fazer apresentação em Powerpoint deve-se, por último, aplicar transições e efeitos, e converter o ficheiro para modo apresentação.

Eu aconselho a manterem um ficheiro original, e uma cópia onde podem ir fazendo os testes e experiências. Assim, se algo correr mal, têm sempre o trabalho intacto para poderem reiniciar. Se correr bem, ficam com esse.

De qualquer forma, não vá o diabo tecê-las, continuem a manter o primeiro esboço, em Word, e a versão noutro formato, sem efeitos. Nunca se sabe se, na hora H, não poderão vir a ser necessários.

Do baile de gala, ensaios e falta de pares

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Há coisas que não consigo perceber, que não me entram na cabeça e me fazem confusão.

O baile de gala dos finalistas, organizado pela escola, é uma delas.

 

Os directores de turma, querendo mostrar o melhor dos seus meninos, e ter a respectiva turma bem vista, esperam que todos participem no baile e, como tal, nos ensaios de dança, para não fazerem má figura na hora.

 

A questão é: há rapazes e raparigas em igual número, para fazerem par, entre os que querem participar?

Não!

 

O que acontece é que há pares que já estão combinados, e há vários alunos, sobretudo raparigas, sem par.

A minha filha é uma delas.

 

Para poder participar nos ensaios, tivemos que alterar o horário da explicação de matemática, que lhe faz falta para a preparar para o exame que aí vem mas, como a directora de turma fazia questão, e dança é algo que ela gosta, assim fizemos.

 

Ontem, foi o primeiro ensaio.

Treinou a parte individual. A parte que pertence às raparigas. Tal como algumas colegas suas.

Depois, quando chegou o momento de ensaiar com o respectivo par, as que não tinham ficaram sentadas a ver, sem fazer nada.

 

Ora, se as raparigas não têm par, nem lhes arranjam um, como foi dito pela directora de turma, que o faria, o que raios vão elas para lá fazer? 

A minha filha já disse que, se no próximo ensaio continuar sem par, deixa de ir.

 

É de lamentar esta falta de organização relativamente aos alunos que querem participar no baile, e respectiva formação de pares.

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