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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

À Conversa com Francisco Murta

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Chegou de mansinho, na desportiva, mas depressa se tornou um dos favoritos à vitória do programa The Voice Portugal.

O seu talento e o seu timbre tão invulgar renderam-lhe, ao longo das galas, os maiores elogios, e não deixaram ninguém indiferente.

No programa, chegou ao pódio onde alcançou a medalha de prata. 

Agora, quer dar seguimento à sua carreira na música, com dois projectos, um a solo, e outro com a sua banda.

Deixo-vos com a entrevista ao Francisco Murta!

 

 

 

 

 

Quem é o Francisco Murta?

O Francisco Murta é um rapaz de 18 anos, que está a tentar alcançar o seu sonho.  

 

A tua primeira paixão foi o futebol. O que te levou a abdicar desta paixão?

Sim, o futebol foi um desporto que sempre me cativou bastante, levando-me até a querer fazer disso carreira, mas uma lesão muito grave obrigou-me a afastar dos relvados, e foi aí que a música começou a ganhar o seu peso.

 

 

 

 

Quando, e como, é que a música surgiu na tua vida?

Eu nunca dei à música a importância que ela merecia, e o mais engraçado é que a vida me colocou no caminho da música várias vezes, eu é que ignorava sempre!
A lesão no futebol foi determinante nesta situação, fez com que me agarrasse à música como nunca o tinha feito.

 

Quais são as tuas maiores referências musicais?

Eu não gosto nada de responder a essa pergunta! Diga quem eu disser, nunca vou conseguir dizer toda a gente, por isso ficamos assim.

 

 

 

Foto de Damn FATG.

 

A que projetos te tens dedicado nos últimos anos, a nível musical?

A minha "carreira musical", se é que se pode chamar assim, é bastante curta, por isso todos os projetos em que estou envolvido são bastante recentes. Tenho o meu projeto a solo, "Francisco Murta", e o meu projeto em banda, "DamnFATG!", projeto esse que tenho um orgulho gigante e que acredito ter um enorme potencial.  

 

O que te levou a concorrer ao The Voice Portugal?

Quis arriscar, senti que estava na hora de me mostrar ao mundo.

 

 

 

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Como foi trabalhar e, inclusive, partilhar o palco com a tua mentora Aurea?

Foi incrível, uma sensação brutal. Ela é uma excelente pessoa, e uma artista incrível. Passamos momentos que vou guardar para a vida! 😊 

 

Estavas à espera de ser um dos grandes favoritos à vitória deste programa?

Sinceramente? Não, nunca mesmo! (risos)

 

 

 

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Ao longo das várias emissões, foste sendo constantemente elogiado pelo teu talento natural, pelo timbre muito característico e raro em Portugal, e pela forma emotiva como transmitias a mensagem de cada uma das músicas que interpretavas. Tinhas consciência de todas essas qualidades enquanto artista ou foi, de certa forma, uma surpresa ouvir esses comentários?

Como já disse, a música é muito recente na minha vida e, por essa razão, eu ainda me estou a descobrir... Estou a descobrir os meus limites, os meus pontos fortes. Por isso foi, sim, uma surpresa porque, para mim, o que eu faço é normalíssimo. Não o sei fazer de outra maneira, e ver que as pessoas apreciam tanto o que eu faço deixa-me muito orgulhoso. 

 

A música é algo a que te queres dedicar como um hobbie, ou gostarias de apostar nela a tempo inteiro?

A música é aquilo que eu quero para a minha vida.

 

Quais são os teus planos para este ano de 2017, que agora chegou?

Este ano tenciono dar concertos em todo o país, ganhar experiência de palco e não só. Estou também já a trabalhar nos meus originais, e espero lançar pelo menos um single já este ano! 😊

 
 

Muito obrigada, Francisco!

Muito obrigado!

Perfumes originais versus Imitações

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Já não é a primeira vez que me interpelam na rua, no local de trabalho ou até em clínicas, com o objectivo de me apresentar e tentar vender perfumes que imitam os originais das marcas mais conhecidas.

Ontem, foi a vez de uma senhora que, achando-me com cara de quem estava a precisar de um novo perfume, me interpelou para mostrar as novidades.

Mostrou-me um, que não conhecia, mostrou-me outro, parecido com um que já usei, e ela ficou surpreendida com os meus conhecimentos (se há coisa que não sou minimamente perita, é em perfumes)!

A seguir, um terceiro, para mulher - imitação de Light Blue, Dolce & Gabbana. Nada a ver! 

 

- "Não acha parecido? Eu tenho um original em casa, e acho-os quase iguais!", diz a senhora.

- "Pois, eu também tenho um original em casa, é o meu perfume preferido, e o cheiro deste é muito diferente!", respondi-lhe eu.

 

Não se dando por vencida, mostra-me então outras três amostras para homem. No fim, diz-me:

 

- "Com tantos perfumes, já a deixei confusa! Qual é que gostou mais?"

- "Gosto mais dos meus, que tenho em casa!", rematei eu.

 

 

 

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Não sou nenhuma maníaca por perfumes. Sou até muito selectiva, e quase nenhuns me agradam. Mas, quando descubro um que gosto, não o largo. Até ao dia em que o deixarem de produzir (algo que tem acontecido com os meus escolhidos).

Assim, não gasto muito dinheiro em perfumes, até porque um frasco médio dá-me quase para todo o ano. Mas, podendo, prefiro gastar mais por um perfume original, do que por uma económica imitação.

 

Porquê?

Os perfumes originais tem uma longa duração - coloca-se de manhã, e nota-se o cheiro ao longo do dia.

As imitações, ao fim de uma ou duas horas, já não se notam.

 

Raramente as imitações têm exatamente o mesmo odor dos perfumes originais. Se passarmos por alguém que usa um determinado perfume original, e que nos conheçamos, passamos por essa pessoa e somos capazes de afirmar que perfume está a usar.

Com uma imitação, não sendo o odor 100% fiel ao original, não se percebe muito bem que perfume será.

Além disso, sendo uma imitação com um preço tão reduzido relativamente ao original, nem sempre a qualidade será a melhor, o que pode, em algumas pessoas, provocar alergias ou outros tipos de reacção.

 

Se o preço compensa?

Talvez...Se a pessoa gostar daquele odor, independentemente do que está a tentar imitar, e não puder comprar um original, mais caro, sim.

Mas se tiver que usar o dobro ou o triplo da quantidade para obter o mesmo efeito que um original, acabará por gastar mais depressa um frasco, e ter que comprar mais, o que pode não justificar.

 

E por aí?

Costumam comprar imitações? Ou preferem originais?

Qual é a vossa experiência com estes dois produtos - originais e imitações?

 

 

À Conversa com os Plan Ahead

 

Os Plan Ahead nasceram em 2013, com o objetivo de tirar partido daquilo que mais os unia – a música, na esperança de construir algo especial, chegar a todo o tipo de pessoas e poder continuar a partilhar experiências e vivências com quem quer que os queira ouvir. Começaram pelos covers, mas depressa enveredaram pela composição de originais, surgindo, assim, os primeiros temas que viriam a fazer parte do primeiro álbum da banda “Headfirst”, entre os quais o single de apresentação lançado em janeiro deste ano – “Confused”.

 

 

 

Esta banda de Mafra tem como referências musicais bandas contemporâneas como Paramore, Foo Fighters, Tara Perdida, Incubus, Alien Ant Farm, My Chemical Romance, entre outros.

São eles os convidados de hoje, a quem desde já agradeço pela disponibilidade!

 

 

 

 

Quem são os Plan Ahead?

Os Plan Ahead são uma banda jovem e acessível. Acreditamos que a música tem o poder de unir as pessoas e é esse o nosso objectivo.

 

Como é que surgiu a vossa banda?

Todos nós andámos na mesma escola de música (Escola de Música da Malveira) e foi lá que nos conhecemos. Três dos elementos (Vasco, Gui e Martim) integravam uma outra banda, na altura, chamada Hot Rain, que acabou por se separar. Entretanto, surgiu uma oportunidade de tocarem para um agente, que andava à procura de uma banda de covers. Precisaram, então, de encontrar uma nova vocalista e um novo baterista e surgem a Inês e Gonçalo para completar a banda.

 

Começaram por ser uma banda de covers. Em que momento é que decidiram começar a compor temas originais?

Sempre encarámos as covers como algo transitório, uma maneira divertida de chegar mais facilmente às pessoas. Mas no meio de ensaios e conversas, é impossível não começar a criar e a partilhar essas mesmas criações uns com os outros. Uma malha de baixo aqui, uma sequência de acordes interessante ali, uma rima engraçada acolá… Sentimos a necessidade de nos expressarmos. As nossas duas primeiras experiências podem ser ouvidas no nosso álbum: “Estrada” e “Throwing Punches”.

 

 

 

 

 

Como é que definem o vosso estilo musical?

O nosso som é uma mistura dos gostos e influências de todos. Estamos constantemente a partilhar a música que descobrimos uns com os outros, à procura de sons interessantes. Por agora, classificamos o nosso som como Pop Rock, com muitas influências Punk e Indie.

 

Em janeiro deste ano, deram a conhecer o single de apresentação “Confused”. Neste momento, têm o vosso primeiro álbum disponível, tanto nas plataformas digitais, como em lojas físicas. Como foi todo o processo de gravação em estúdio?

Não foi a nossa primeira experiência em estúdio, mas foi a primeira vez (e esperamos não a última) que gravámos um álbum. Foi um processo interessante, divertido e de constante aprendizagem. Demorou um pouco pois queríamos fazer o melhor trabalho possível. E é bastante gratificante ver o resultado final, ver a nossa música chegar finalmente às pessoas. É esse o objectivo.

 

“Headfirst”, o vosso álbum de estreia, é composto por 12 temas, um dos quais em português – “Estrada”. Existe algum motivo concreto que vos tenha levado a optar, maioritariamente, pelo inglês para exprimir a vossa mensagem?

Não há nenhum motivo concreto. Foi a maneira como as coisas evoluíram. O facto é que muitas das nossas influências musicais vêm dos Estados Unidos e Inglaterra e que talvez por isso nos tenhamos inclinado mais para a língua inglesa.

 

 

 

 

Que feedback têm recebido relativamente a este primeiro trabalho dos Plan Ahead?

No geral, temos tido bom feedback, mas, como ainda é um projecto muito recente, preferimos esperar mais um pouco até formarmos uma opinião sólida. Mas, definitivamente, uma coisa que nos tem espantado é o entusiasmo da geração dos nossos pais em relação à nossa música. Tem sido uma boa surpresa!

 

A vossa banda tem feito algumas apresentações em televisão, e também ao vivo. O verão de 2016 será recheado de atuações dos Plan Ahead? O público poderá contar com um concerto aqui no concelho?

Esperamos que sim! Neste momento, estamos a trabalhar para marcar o maior número possível de datas. Queremos chegar a todo o lado. Assim que pudermos, anunciaremos tudo nas nossas redes sociais, por isso, estejam atentos!

 

Desejo-vos muito sucesso. Muito obrigada!

 

Podem ficar a saber mais sobre esta banda em:

https://www.facebook.com/planaheadmusic/

https://www.youtube.com/channel/ucgndg7ap9o6lkmcyfvdxfmg(YouTube)

www.instagram.com/planaheadmusic(Instagram)

www.twitter.com/planaheadmusic(Twitter)

 

 

Informo que a rubrica "À Conversa Com" vai, temporariamente, de férias, após 7 meses a dar-vos a conhecer aquilo que por cá se faz. Foram muitas as entrevistas que ficaram por fazer, que ficaram sem resposta, que ficaram penduradas. Mas muitas mais as que vos trouxe aqui todas as semanas, e que me deram imenso prazer fazer!

Espero que volte em breve com novos convidados!

Destaques de cópias de posts

Já muito se têm falado por aqui da questão dos destaques do Sapo Blogs, dos critérios de selecção dos posts destacados, do mérito de uns e da falta de conteúdo de outros, de injustiças, de preferências pessoais, das dificuldades de agradar a todos, da difícil tarefa de seleccionar 3 ou 4 posts entre milhares, entre outras.

À parte de tudo isto, acontecem ainda outras situações (felizmente, não comigo) que não acho correctas - destaques de posts que, à excepção da introdução, são uma cópia completa de outros posts, de outros blogs desta mesma plataforma!

É certo que nessa introdução pode haver a referência do blog copiado (e respectivo link) de onde foi retirado. Mas, ainda assim, não deixa de ser uma cópia.

Se o conteúdo de um post merece um destaque (e na minha opinião, por vezes merece), deve ser o original a ser destacado, e não a cópia.

  

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