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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Chegou Setembro

Setembro – O mês do regresso! – MaisOpinião

 

Chegou, num ápice, um daqueles meses que mais divide as pessoas: as que o adoram, e as que o detestam.

Chegou Setembro.

E, com ele, uma infinidade de dúvidas. De incertezas. De "ses".

 

Com a chegada de Setembro, chega também o outono.

O regresso ao trabalho da maioria de nós.

O regresso às aulas para os estudantes.

 

E tudo isso em cenário de pandemia, que está longe de nos deixar, e ameaça até voltar a trocar-nos as voltas.

Num país que não me parece disposto a recuar, face a um possível aumento de casos, parece-me que a solução será aprender a conviver com esse aumento, tentar fintar o vírus para que não nos bata à porta e esperar que a situação não descambe.

 

Há quem veja este mês como um recomeço.

Não me parece que vá ser um bom recomeço. Nem prevejo que as coisas se tornem mais fáceis daqui em diante.

Se, noutros anos, setembro já não me agradava, este ano, ainda menos me inspira.

O verão já não é o que era

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Estranho verão este que, de ano para ano, vamos vivendo...

Em cada verão, vivemos um pouco de cada estação.

Os dias são maiores, mas quase não damos por eles.

Os finais de tarde, antes passados na rua, a apreciar e aproveitar a temperatura amena, são agora passados em casa, porque lá fora faz frio, ou está encoberto.

Raros são os dias em que sentimos o calor de verão.

Levanto-me com vento, céu encoberto e nevoeiro. E a promessa de um dia quente que, se o chega a ser, só mesmo à hora de almoço, e onde nos consigamos abrigar do vento.

Já não existe pôr do sol, nem nascer do sol.

Não sinto que seja verão.

Sinto que estamos a dois passos do outono no qual, com sorte, fará um ou dois dias com temperatura acima do normal. 

Quando o tempo quente deveria ser o normal, e não a excepção.

 

Não existem festivais de verão, acampamentos, festas populares.

Não existem noites quentes, que nos convidam a sair à rua.

 

Estranho verão, este que nos faz desejar um sofá, uma manta e um chá quente, enquanto cai a chuva lá fora.

Que nos lembra os dias de outono, o regresso às rotinas de escola e trabalho, quando ainda existem férias para gozar.

Que quer, à força, fazer-nos esquecer da sua existência.

Que quer, à força, dividir-se em mil pedacinhos, e espalhá-los por todo o ano.

 

O verão parece, cada vez mais, uma estação em vias de extinção, com os dias contados.

E, em breve, será apenas uma memória remota dos verões que, um dia, o foram, e nunca mais voltarão a ser.

Para felicidade daqueles que nunca morreram de amor por ele.

E para desgosto de todos os outros, que ansiavam o ano inteiro pelo reencontro, que agora não haverá, e para aqueles que nunca saberão o que é viver um verão como antigamente.

Cheio de aventuras, memórias, inesquecível...

 

 

Acordar com a chuva a cair lá fora

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Foi assim hoje de manhã...

Acordei, ainda não eram 7 horas, e ouvi a chuva a cair lá fora.

A primeira chuva de outono!

 

Não apetecia levantar da cama, mas tinha que ser.

Ainda era de noite. As luzes acesas permitiam ver as pingas a cair no chão.

As gatas, que já não estavam habituadas ao som das gotas a bater nos telhados e beirais, estavam assustadas.

 

As luzes desligaram. Ficou escuro mas, aos poucos, começou a clarear. 

O céu estava todo cinzento, e a chuva continuava.

Não apetecia sair de casa. Era tão melhor ficar no nosso abrigo!

 

Mas é preciso ir trabalhar. É preciso ir para a escola.

Casaco da chuva e sapatos a substituir as sandálias que ainda ontem calçava, saí de casa já com sol, e um cheirinho bom no ar, deixado pela chuva que entretanto parou.

 

Temporariamente...

O sol é enganador, e já se veem mais nuvens negras no céu, a prometer mais chuva ao longo do dia.

Parece que, agora sim, stá oficialmente aberta a época do outono!

 

 

O primeiro passeio de Outono (com sabor a verão)!

Ontem foi o primeiro dia de outono. 

Com ele, parece ter vindo o verão tardio, que convida a passear e aproveitar antes que vá embora.

Sabemos que muitos adolescentes, por vontade deles, ficavam o dia inteiro agarrados ao telemóvel. A minha filha teria preferido ficar em casa, até porque não tem o mesmo interesse que nós pela natureza. Mas há que contrariar essa tendência.

Daqui a pouco, não vai poder andar a passear descontraída, sem mais nada que fazer. 

Por isso, aproveitámos a folga inesperada do meu marido, e fomos até à zona do Vimeiro, onde visitámos, primeiro, o Parque da Fonte Lima e, em seguida, a zona do vale do rio Alcabrichel, onde fica o balneário da Fonte dos Frades, e o caminho até à praia de Porto Novo.

 

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