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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A Inominável faz 2 anos!

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E celebra este aniversário com os seus leitores, numa edição especial, a Preto & Branco, mas nem por isso com menos cor!

Novos colaboradores, novas rubricas, surpresas e passatempos, juntam-se aos já habituais conteúdos, para proporcionar ao público uma revista de qualidade ainda maior.

 

Nesta edição de Outubro, podem encontrar:

- a estreia da rubrica "Cá por casa..." 

- a agenda com as melhores sugestões para os meses de outubro e novembro

- receitas especiais para aniversários

- dicas de farmacêutica

- curiosidades sobre gatos pretos e gatos brancos

- a entrevista aos A.M.A.

 

e muito mais, a descobrir na vossa  INOMINÁVEL

Vanessa Alfaro na Blogazine

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A Blogazine de Outubro traz uma entrevista especial à Vanessa Alfaro!

Mas há muito mais para descobrir nesta nova edição:

 

- dicas para poupar

- as crónicas de uma operadora de caixa

- organização para trabalhadores estudantes

- sonambulismo

- como combater a celulite no inverno

- os talentos musicais da série Massa Fresca

- a solidariedade na blogosfera

 

e, claro, as já habituais sugestões de leitura e cinema!

 

A Rapariga no Comboio - o filme

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Foi um dos livros mais vendidos de 2015.

O filme, nele baseado, chega em Outubro às salas de cinema do país!

Já muito foi dito sobre esta história, que agarrou muitos portugueses, e desapontou outros tantos, que esperavam mais.

Mas, por certo, estamos todos curiosos para ver como resultará o drama de Rachel no grande ecrã.

Uma mesma história vivida por 3 mulheres – Rachel, Megan e Anna – sob perspectivas diferentes mas que, num determinado momento, irão coincidir e colidir.

Três mulheres, três homens, um assassinato e um comboio são os ingredientes principais deste thriller, a não perder!

Ensinar - será esse o único papel de um professor?

 

As aulas começaram há poucos dias e a escola passa, novamente, a ser o local onde as crianças e jovens estudantes estarão a maior parte do seu tempo.

Para alguns, o regresso às aulas significa subir mais um degrau rumo ao seu futuro, rever velhas amizades, fazer novos amigos, voltar à rotina do cumprimento de horários, do estudo, dos exames, de todo um ritual do qual só se desprendem em tempo de férias.

Para outros, a escola pode ser encarada como um refúgio, que permite a muitos jovens afastarem-se, ainda que apenas por algumas horas, do meio em que vivem, das míseras condições, de conflitos familiares, podendo também ser a única possibilidade de, pelo menos, uma refeição decente.

No entanto, para muitas crianças e jovens, pode significar algo mais negativo. Dificuldades de adaptação, solidão, desigualdades sociais, e até mesmo episódios de violência e/ou bullying.

Em qualquer destes dois últimos casos, cabe, não só, mas, principalmente, aos diversos profissionais dos estabelecimentos de ensino, detetar os sinais que indiquem a existência de problemas, seja de que ordem forem, e agir em conformidade.

E, neste processo, o papel do professor é fundamental. Desengane-se quem pensa que a única função do professor é ensinar a matéria. Um professor é, ou deveria ser, muito mais que isso!

Acima de tudo, o professor deve ser alguém em quem as crianças ou jovens possam confiar, e a melhor forma de ganhar essa confiança é mostrando-se atento, disponível, amigo.

Sendo aquele que passa mais tempo com as crianças ou jovens, deve observar o seu comportamento, tentar detetar possíveis problemas ou dificuldades e, em conjunto com os restantes responsáveis, encontrar a melhor solução para os eliminar ou, pelo menos, atenuar.

Não são raros os casos de bullying, físico ou psicológico, que acontecem muitas vezes à vista de todos, sem que ninguém faça nada para o impedir, fingindo não ver, ou sequer admitir, que isso existe!

Não são raros os casos de vítimas de violência infantil e/ou abusos sexuais que passam despercebidas, se os professores não estiverem atentos a pequenos sinais ou comportamentos.

São frequentes os casos de crianças que nem sempre têm condições financeiras ou psicológicas que lhes permitam frequentar a escola nas mesmas circunstâncias que os demais.

Cada criança é única, diferente de todas as outras, com a sua própria história, personalidade, família e condições financeiras, físicas e psicológicas mas, ainda assim, não deixa de ser igual a todas as outras, com direito às mesmas oportunidades, à mesma dedicação e atenção, e à mesma segurança.

Como tal, a escola, em primeiro lugar, enquanto instituição, e os professores, em seguida, como profissionais de educação, bem como os restantes funcionários auxiliares de ação educativa, devem proporcionar o bem-estar e o desenvolvimento das crianças e jovens em clima de segurança afetiva e física dentro da instituição.

Mas, se for o caso, devem também averiguar junto das famílias desses jovens a existência de dificuldades ou problemas, colaborar com estas famílias na partilha de cuidados e responsabilidades no processo educativo e desenvolvimento pessoal dos jovens e, se necessário for, denunciar às entidades competentes possíveis situações de risco.

Afinal, quando um professor vai além do simples papel de ensinar, pode estar a mudar completamente o destino de uma criança ou jovem!

 

Texto escrito para a edição de Outubro da Blogazine

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