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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Arte com ovos

Nestas peças que aqui vêem, segundo o artista, foram dispendidas muitas horas de trabalho.

E quem dá valor, paga uma pequena fortuna por elas.

 

Esculpir ovos não deve ser,por certo, uma tarefa fácil. 

 

Domingos Amaro, nascido em Moçambique em 1961, é apaixonado pela natureza e pela arte. Estudou Belas Artes mas, ainda assim, considera-se um autodidacta. É para as peças que transpõe, de alma e coração, toda a sua criatividade.

Ao longo dos anos participou em várias exposições, individuais e colectivas, tanto com trabalhos de escultura, como também de pintura.
 
 

 

Foto de Ovarte.

Foto de Ovarte.

Foto de Ovarte.

Foto de Ovarte.

 

Alguém imagina que ovos são estes?!

 

Imagens Ovarte

Para verem todas as obras, espreitem a página do artista: https://www.facebook.com/ninoovarte/

 

Sugestões para o fim-de-semana

 

A Páscoa está aí à porta, e o Fantastic presenteia os seus seguidores, com uma mão cheia de sugestões para este fim-de-semana prolongado!
Comece já a desvendar o que vem dentro de cada um dos nossos ovos:

 

Resultado de imagem para ovos de páscoa

Para os mais pequenos:
Um workshop para crianças na Associação Meleca e uma Feirinha da Páscoa

 

Para os mais crescidos:
Concertos imperdíveis de Aurea, The Gift, Roberto Carlos e Gabriel o Pensador, entre outros
Uma exposição espacial - Cosmos Discovery
A Feira do Folar em Silves e a Festa dos Museus em Leiria

E muito mais, a ver na rubrica Fora de Casa.

Boa Páscoa!

Carnaval

Envolto em grande polémica chegou, por fim, o dia de Carnaval!

O dia em que ninguém leva a mal e, por isso mesmo, fico na dúvida se será o dia em que aproveitamos para fazer aquelas brincadeiras que no resto do ano não nos atrevemos, ou se será uma mera desculpa para justificar qualquer tipo de actos que, ocorridos fora desta época, seriam condenáveis.

Na sexta-feira, quando fui levar a minha filha à escola, passei como sempre, por três escolas (2º e 3º ciclo do ensino básico, jardim de infância e secundário). Vimos vários estudantes com o seu traje normal, mas também diversas crianças mascaradas para o desfile que se iria realizar nessa manhã! Alegria e euforia, e fatos engraçados, deslumbrantes, originais e surpreendentes! Mais nada! Mas, seria preciso mais alguma coisa?

Quando eu era pequenina, era assim que eu vivia o Carnaval. Depois, comecei a detestá-lo. Porquê? Porque no meu tempo de escola, Carnaval era sinónimo de balões de água, de ovos, de espuma de barbear e tudo o mais que se lembrassem de utilizar para brincadeiras de mau gosto, nas quais me via envolvida mesmo não tendo aceitado participar nelas.

Enquanto estudei, todos os anos encarei esta época como um tormento. Sempre em alerta, dentro da própria escola, ou enquanto fazia o meu percurso casa/escola e vice-versa, com medo que algum grupinho estivesse de plantão, à espera da minha passagem, para me brindar com o bombardeamento da praxe! Nas férias, nem me atrevia a sair de casa. E, mesmo assim, na quarta-feira de cinzas, ainda não tinha bem a certeza de ter realmente terminado o pesadelo!  

De há uns anos para cá tenho constatado, positivamente, que essas brincadeiras parvas têm vindo a diminuir ou mesmo a deixar de existir. A prova é que este ano, como atrás referi, não se viu nada!

Seria bom que, mesmo entre os adultos, o espírito do Carnaval se traduzisse nos desfiles de mascarados, em bailes, em festa, em brincadeiras entre amigos, e deixassem de incomodar e, muitas vezes, fazer mal às outras pessoas só porque “é Carnaval, e ninguém leva a mal”.

Será normal furar pneus dos carros, rebentar caixas de correio ou atirar baldes de água para cima de idosos? Obviamente que não!

Porque nem o Carnaval justifica tais actos, provocados por meia dúzia de “gatos-pingados” que se julgam os maiores, e que não têm mais nada para fazer senão vandalizar o que lhes apetece, e quem lhes dá na real gana!

Talvez um dia venha novamente a gostar do Carnaval mas, por enquanto, continua a ser um daqueles dias que podiam riscar do calendário! Afinal, já nem tolerância de ponto há!  

 

Para desanuviar...a história do piolhinho!

Deve ter sido mais ou menos isto que aconteceu à Inês!
 

 
Ptimeiro, sente-se muita comichão na cabeça...

 
Depois, entra-se em acção à pesca do piolho...
 
E aqui está ele!
   

 
E tudo isto aconteceu porque, num certo dia, um ovinho de piolho foi depositado no seu cabelo. Nessa altura esse ovito media apenas 0,8 mm.
Os dias foram passando e, entre o 6º e o 7º dia, a pequena lêndia eclodiu do ovo.
A partir daí:
- Entre o 8º e o 9º dia formou-se a primeira ninfa com 1,5 mm, entre o 11º e o 12º dia formou-se a segunda ninfa com 1,75 mm e entre o 16º e o 17º dia formou-se a terceira ninfa com 2,00 mm.
Agora sim, já no estado adulto, entre o 17º e o 18º dia, o piolho inicia o acasalamento.
Entre o 18º e o 19º dia, a fêmea deposita os seus primeiros ovos (normalmente um ou dois dias depois do acasalamento).
A partir daí deposita 4 a 8 ovos por dia, durante os 16 dias seguintes.
Ou seja, se não estivermos atentos, quando damos por isso temos uma autêntica manifestação piolhosa na nossa cabeça.
E é melhor nos prepararmos para a batalha contra este poderoso exército!
Temos que nos munir de muita persistência, dedicação, paciência e confiança numa vitória mas, com o nosso esforço e as armas poderosas que nos oferecem para a batalha, haverá de certeza um final feliz, para o nosso cabelo, claro!
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