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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Manual de boas maneiras na fila para as ATM's

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Quem nunca esteve na fila de espera para utilização de uma caixa de pagamento automático, e começou a ficar impaciente, porque a pessoa à nossa frente está a fazer mil e uma operações, e nunca mais se despacha e deixa a máquina disponível para o próximo?

 

Seja porque estamos a ver o tempo a passar e ainda nos vamos atrasar, seja porque só tínhamos uma operação rápida para fazer, e era num instantinho, ou por outro motivo qualquer.

 

Mas só temos duas hipóteses: ou esperamos a nossa vez, ou procuramos outro ATM.

 

 

E quando a situação é inversa?

Quando estamos a fazer as nossas operações, e percebemos que, quem está na fila à nossa espera, está a bufar de impaciência, e desejando ver-nos fora dali?

Não têm essas pessoas que esperar, também, a sua vez? Ou procurar outro local menos movimentado?

 

 

Existe algum manual de boas maneiras para situações como esta?

Estava o meu marido, no outro dia, a fazer umas transferências e pagamentos habituais, depois de ter deixado passar uma pessoa à frente, quando começa a ouvir reclamar:

"Isto assim não pode ser. Nunca mais saímos daqui. Se tem muitas operações para fazer tem que dar a vez aos outros." e outras frases do género.

 

 

Desculpem?

Dar a vez, só porque estamos a levar mais tempo do que queriam?

E quem nos garante que a pessoa a quem damos a vez será mais rápida? Que não tem, também ela, várias operações para fazer, e irá demorar o mesmo ou mais tempo que nós?

E é suposto dar a vez a quem? À seguinte na fila, ou a todos os que estão na fila, que não têm tempo para esperar, mas que não se incomodam de nos dizer para esperar, quando estamos na nossa vez? 

 

 

Para mim, é muito simples: se estou na minha vez, a efectuar as minhas operações normalmente, não vejo lógica em interromper para dar a vez a quem está atrás de mim, e ficar eu à espera na fila, para fazer o resto depois.

No entanto, se por algum motivo, estiver com algum problema em realizar as operações, ou me faltar dados, ou tiver que ligar para alguém, aí sim, tem lógica que desocupe a máquina e dê a vez a outros, até ter tudo o que preciso, e tentar novamente, quando voltar a chegar a minha vez.

 

 

E por aí, já vos aconteceu estar am algum dos lados? 

 

 

 

 

Faz falta mais respeito, paciência e compreensão com os idosos

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No outro dia fui à Caixa Geral de Depósitos.

Enquanto esperava pelo atendimento, observava uma senhora idosa que estava a utilizar a caderneta na máquina, para fazer as operações.

Atrás dela, um funcionário da CGD, supostamente, a ajudá-la.

 

Mas, na verdade, a forma como ele falava com a senhora, intimidava mais do que ajudava.

Para nós, geração das tecnologias, aquilo pode ser básico mas, para os mais velhos, nem por isso.

Nesses momentos, faz falta mais respeito, paciência e compreensão com os idosos.

 

No entanto, o funcionário falava como se se tratasse de uma criança, a quem já tinha explicado como se fazia, e que não havia jeito de aprender, com pouca vontade de ali estar, de explicar mais uma vez, mais interessado em olhar para o telemóvel, sem perceber que o dinheiro já tinha saído, e que devia dizer à senhora para o retirar.

Quando o fez, mais uma vez, aquele tom de saturação, de enfado.

 

Estas pessoas esquecem-se que, um dia, também lá chegarão, e não iriam, por certo, gostar que os tratassem assim.

 

 

 

Valham-me todos os santinhos

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Quando as pessoas até estão de bom humor, têm vontade, e se esforçam, até conseguem ajudar-nos.

Mas quando já estão de mau humor logo pela manhã, quando só lhes apetece dificultar e mandar as pessoas de volta para donde vieram para não terem trabalho, e complicam, não ajudam em nada, fazem-nos perder tempo, e dá vontade de, também nós, as mandarmos para um determinado sítio.

 

 

Fui fazer tratar de um assunto de trabalho hoje de manhã. Era simples, já tinha sido visto por outras colegas 2 ou 3 vezes, e só faltava aquilo que eu levava agora. Mas a funcionária de hoje, tinha que complicar, que arranjar problemas, que achar que aquilo não podia ser assim, e que não podia aceitar algo que é válido. Resultado: por insistência minha, ficou com cópia de tudo para mais tarde analisar e dizer alguma coisa, ou seja, vou ter que lá ir novamente.

 

 

Fui à escola da minha filha para entregar as facturas dos livros e material escolar, no âmbito da acção social escolar. 

Tinha uma pessoa à minha frente. Pediram-me para esperar, que iria logo a seguir a essa pessoa. Chamaram-na, mas ela estava à espera que lhe trouxessem as facturas. A funcionária, em vez de me mandar entrar, já que era eu a seguinte, achou que tínhamos todos que esperar que as facturas viessem, cumprindo a ordem de chegada.Só ao fim de 5 minutos, sem facturas à vista, me mandou entrar então a mim.

 

 

Sentei-me. A funcionária que me ia atender começou a queixar-se do calor, e da muita roupa que tinha vestida, e do cheiro a suor! 

Entreguei-lhe as facturas. Reclamou da do Continente, que não se via quase nada, que não se percebia, que não dava para entender onde estava o valor a pagar. Ainda lhe dei uma cópia, se quisesse juntar ao original, e indiquei-lh onde estava o valor pago, mas achou que aquilo não era explícito, e que na tesouraria não iriam aceitar, e blá, blá, blá.

Queria que fosse pedir uma segunda via, e voltasse lá depois. Disse-lhe para deixar estar, que a fortuna de 8 euros não valia todo esse trabalho e tempo perdido. Lá descobri uma outra factura que tinha na mala, e juntou.

Avisou-me logo que no final do ano tinha que entregar os livros. Fez a conta a meia dúzia de livros, para ver um valor que se aproximasse do que me vão reembolsar, e escolheu os livros que eu deveria entregar. 

 

 

Saio da escola e vou à papelaria que fica ali perto, para pedir a 2ª via da factura que tinha acabado de entregar na escola. Como não sabia a data certa, fez a pesquisa pelo nome. Não encontrou nada.

Disse-lhe que tinha sido em setembro, e pouco depois de as aulas começarem. Não aparecia nenhuma factura.

Perguntou-me se não teria sido em outubro. Disse que não, mas procurou na mesma. Nada.

Pelo número de contribuinte, o sistema não permite a busca.

Ah e tal, mas no e-factura está lá. Pois, está lá o valor total, mas não dá para ver a factura em si, nem imprimir.

Como já estava ali à imenso tempo, e ela não conseguia fazer nada, disse-lhe que passava lá noutro dia.

Ela ficou de ver com o marido, para ele lhe explicar como se faz isso - emitir uma 2ª via da factura que, afinal, confirmei depois, sempre era de setembro.

 

 

Haverá mais alguém interessado em me dificultar a vida hoje?!

 

Algumas pessoas não percebem...

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...que quando perguntamos "Como está?", a uma pessoa que mal conhecemos, é apenas por uma questão de educação, e não com a intenção de abrir um portal para todo um desfiar de problemas e aflições, de pessoa a quem perguntámos!

 

É que se a resposta se fica pelo "estou bem", "vai-se andando" ou algo do género, sem entrar em pormenores, ainda se compreende.

Mas ver aí a oportunidade para falar com alguém dos males da vida, vai uma grande distância.

E se a pessoa for daquelas que fala, fala, fala, sem parar, é mais que certo que, do outro lado, estará alguém que só captará, basicamente, o início da conversa, e o final, sem ter prestado qualquer atenção a tudo o que foi dito pelo meio.

Portanto, não percam o vosso tempo, e não façam perder o tempo, a educação e a paciência, dos outros!

Aqueles dias que sabemos que não vão correr bem

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Depois de um feriado a meio da semana, que soube bem mas acabou por quebrar o ritmo habitual, veio uma quinta-feira que se veio a adivinhar, ao longo do dia, não terminar da melhor forma.

E, como seria de esperar, foi isso mesmo que aconteceu.

Chegar a casa, ter as coisas habituais para fazer, e ainda ter que acudir a quem me chamava constantemente, por, e para, isto ou aquilo, como se fosse uma tarefa demasiado complicada para duas mãos e um bom "lombo", como eu costumo dizer.

E terminou tarde, por conta de um trabalho de grupo da minha filha, que estive a rever com ela, com o computador a bloquear e a não me permitir gravar, imprimir ou copiar para outro lado.

Eu já nem estava a ver bem o que tinha no monitor à minha frente, já me doía a vista.

Estávamos os três cheios de sono, rabujentos e, apesar dos motivos válidos para reclamar, sem paciência.

 

 

Hoje, era dia de acordar ainda mais cedo, por isso, pouco descansámos.

E, não sendo sexta-feira 13, são más as notícias que recebo logo pela manhã: a minha sobrinha teve um acidente em casa, rasgou tendões no joelho, sofreu rotura de ligamentos na zona e deslocou a rótula.

Resultado: várias semanas em casa, em recuperação, podendo ficar com sequelas para o resto da vida.

Estava a dançar, tal como a minha filha às vezes o faz lá por casa, quando aconteceu.

 

 

Para compensar, cá deste lado e após receber o resultado das análises da minha filha, verificámos que não há qualquer problema que justifique as dores de barriga e cabeça constantes. Agora falta os exames, que vai fazer no próximo mês.

A verdade é que as dores continuam, dia sim, dia sim. 

 

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