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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Abençoadas moedas

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Ontem fomos até Tróia.

Peguei numas moedas que lá tinha, e levei-as, junto com mais algum dinheiro, para o que fosse preciso (café/ estacionamento).

Já uma vez tivemos um problema com o parque de estacionamento,por não aceitar cartão multibanco,o que nos obrigou a ter que ir ao único multibanco disponível, levantar dinheiro.

Por isso, já vamos prevenidos.

 

À saída da praia, passámos por um café. Fiquei cá fora com a geleira e as mochilas, enquanto ele levou a minha carteira e pagou os gelados.

 

Chegámos ao estacionamento. 

Uma fila enorme para pagamentos. Um segurança por ali, a ligar para alguém. Pessoas a reclamar.

A máquina não dava recibos. Menos mal.

E também não aceitava notas! Pior. Então, se não aceita cartão nem notas, como é que pagamos? Não é normal.

Teríamos que esperar que viesse alguém, para tentar resolver o problema ou, caso não resolvesse, restava irmos a algum sítio trocar o dinheiro.

 

Começo a contar as moedas que tinha na carteira. 9 euros.

Chega a nossa vez. O meu marido coloca o cartão na máquina.

Valor a pagar: 9 euros!

Foi a nossa sorte :) 

Enquanto os outros ficaram à espera, nós safámo-nos e viemos embora.

Abençoadas moedas que me lembrei de levar!

Fomos visitar o Parque e o Palácio de Monserrate

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No passado domingo o meu marido quis ir passear até Sintra.

Não estava muito para aí virada, mas lá fomos. Estacionámos o carro a meio do percurso para os palácios, e fomos andando, à espera de visitar o mais próximo.

Calhou-nos o Parque e Palácio de Monserrate. Logo para começar, considerei as entradas um pouco caras, mas já se sabe que Sintra vive quase do turismo, e turismo em Portugal, infelizmente, não é para todos.

Começámos pelas cascatas, jardins, lagos, até que chegámos ao relvado com o Palácio ao fundo, no alto da colina.

Visto por fora, o Palácio de Monserrate fez-me lembrar um palácio indiano.

Entrámos, e ficámos encantados com a entrada e o corredor. E foi só. Tudo o resto foi uma total desilusão. Estava à espera de, à semelhança do Convento de Mafra, se vissem as diversas salas e aposentos adornados com as mobílias e acessórios da época. Mas, neste palácio, deparámo-nos com salas vazias, apenas com um painel a explicar o que havia antes naquelas divisões.

Na sala de música, apenas um piano, coberto. Numa outra sala, um espelho rachado e um vaso quebrado. Os quartos? Vazios. Algumas paredes e chão em mau estado de conservação.

A visita vale pelo exterior que, de facto, é magnífico. Mas tenho quase a certeza que muitas daquelas pessoas que ali foram visitar o Palácio ficaram com a mesma cara de desapontamento que nós.

 

Na hora de ir embora, ainda demos umas quantas voltas para tentar descobrir a saída, indo sempre parar ao palácio, até que demos com a cafetaria. E mais umas voltas, de novo, para encontrar a saída. Entre seguir uma senhora que por lá andava, e que não sabíamos se iria embora ou estaria a visitar o parque, e um carro que passou por nós, decidimo-nos pelo carro. No fim, percebemos que ambos os caminhos iam dar ao mesmo ponto - a saída!

 

O mais caricato de tudo isto é que, nem uma única vez, nos lembrámos de pegar no mapa que nos tinham dado, e que guardei na mala, para nos ajudar a sair dali!  

Recordações de um fim de semana prolongado

Sexta-feira

 

Diz-me uma voz: "Querias um fim de semana prolongado para aproveitares? Aí o tens! E recebes de bónus uma gripezinha para te fazer companhia :)"

Dia passado entre compras e trabalhos de casa da filhota.

 

Sábado

 


Digo eu: "Ai queres que eu fique em casa a curar a gripe? Pois não fico! Vou até ao Parque Desportivo com a minha filha. Assim brincamos as duas enquanto o marido está no ginásio!"

Foi bom para a filhota sair um pouco de casa, estarmos as duas juntas e passar uns momentos diferentes. E foi bom para aliviar os sintomas da gripe.


Domingo


Já com evidentes melhorias, o dia passou-se a voar, literalmente!

Passeio de aeronave com direito a diploma de voo de baptismo. Embora não tenha sido o meu primeiro voo, foi o primeiro no banco da frente, ao lado do piloto, que me pareceu experiente. Pela primeira vez, observei o piloto nos procedimentos da praxe, antes de descolarmos, e também durante o percurso (quem vai à frente observa tudo e tem direito aos auscultadores e microfone, que permitem ouvir todas as comunicações).

Foi o primeiro voo do dia, uma vez que de manhã esteve nevoeiro. Felizmente a tarde esteve espectacular. Quanto à paisagem: conseguimos ver o mar lá em baixo, coberto por uma camada de nevoeiro, enquanto nós lá em cima levávamos com o sol!

 


Montanha russa

 

Como num parque de diversões, o meu companheiro desafia-me a dar uma volta na montanha russa!

Olho para ela - subidas a pique, descidas vertiginosas, loopings de arrepiar...e é tão grande...tão alta...

Digo-lhe que não vou conseguir, claro, e que o melhor é ficarmos cá em baixo e deixar os outros andarem!

Ele afirma, convicto, que não tenho que ter medo, que vai ser divertido e que está ao meu lado. E eu penso "pois, pois, isso dizes tu. Eu não consigo ver o lado divertido e descontraído da coisa"!

Mas de tanto me "massacrar" para experimentá-la, lá me resolvo então a acabar com o tormento de uma vez por todas - afinal, são só alguns minutos, e depois de ele ver o estado em que de lá saio, nunca mais me volta a falar de montanhas russas!

Estou, então, prestes a comprar o bilhete, e a sentar-me no lugar que me será destinado, com aquele nervoso miudinho de quem ainda nem começou e já se arrependeu de ter aceitado, de quem sabe que não pode voltar atrás nem se levantar sem que a viagem tenha terminado, de quem conta os segundos que mais parecem uma eternidade, para que a montanha comece a andar e acabe depressa, mas sempre na esperança que algum imprevisto a impeça de funcionar!

Afinal, surgiram mesmo imprevistos, e parece que a montanha vai permanecer parada até nova ordem.

Experiência adiada, ainda que sem direito a desistência...

 

 

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