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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Se as estradas são para os carros, e os passeios para as pessoas...

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Se as estradas são para os carros, e os passeios para as pessoas, onde encaixam as bicicletas e os ciclistas?

Pois...

Ora a estorvar os condutores na estrada, ora a estorvar as pessoas no passeio!

 

Não tenho nada contra os ciclistas.

Eles têm que andar em algum lado e, à falta de espaço próprio, vão andando por onde podem.

Mas seria bom começarem a apostar fortemente em ciclovias que lhes permitam fazer o percurso sem pôr em perigo os outros, e sem se colocarem em perigo.

Não meias ciclovias, ou pedaços de ciclovias que só permitem parte do percurso, e depois, lá está, os "atiram" de volta à estrada, ou aos passeios. 

Mas sim vias onde possam circular, de forma a começar e concluir os trajectos, exclusivamente para eles.

Porque assim, com esta partilha de espaços, ninguém está seguro.

 

Mas, claro, é mais uma utopia que dificilmente será concretizada.

Cascata de Fervença

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Este fim de semana aventurámo-nos pelas cascatas da zona de Sintra, que tínhamos pensado ver nas férias.

A ideia inicial era ver as do Rio Mourão, mas como o GPS nos levou para as de Anços, que já tínhamos visitado anteriormente, rumámos à de Fervença.

É difícil encontrá-la mas, mesmo assim, estava bastante movimentada, com muitas pessoas a ter a mesma ideia que nós.

 

 

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Depois de uma senhora simpática nos ter indicado o caminho, e até nos conduzido até lá, estacionámos, e descemos o caminho de terra.

Essa foi a parte mais fácil.

A pior foi quando percebemos que tínhamos que passar por cima de uma rocha, para conseguir vê-la. Mas lá passámos.

Como podem ver, há por ali muitas rochas e o piso é escorregadio, pelo que é preciso alguma coragem e muito cuidado.

 

 

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Vimos pessoas, mais aventureiras, que andavam a escalar esta parte da cascata. E até quem, indo à volta, por um caminho estreito e de rochedos, se atrevesse a chegar lá ao topo.

 

 

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Nós, como não quisemos arriscar, ficámo-nos cá por baixo.

A cascata é linda, mas é pena a água estar suja.

 

 

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Vale a pena visitar, mas talvez noutra altura do ano, em que haja mais água, e menos pessoas, para que se possa apreciar o refúgio que ela representa, com alguma tranquilidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Praia dos Coxos, em Ribamar

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Numa semana em que quase tudo aconteceu, incluindo um telemóvel avariado, várias fotografias perdidas, um carro na oficina, e alguns problemas de saúde, ainda conseguimos dar um passeio pelas arribas da Praia dos Coxos, em Ribamar.

E, para experimentar a qualidade fotográfica do telemóvel novo, aqui fica o registo!

 

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Primeiro passeio pós desconfinamento: Lagoa de Pataias

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Num dos poucos fins de semana, pós confinamento, em que estávamos os dois livres, e com um dia de calor a apelar à praia, para onde devem ter ido a maioria das pessoas, nós rumámos ao campo, à Lagoa de Pataias, no concelho de Alcobaça.

Para quem gosta de natureza, paz e sossego, esta é uma boa opção de passeio.

Tem um pequeno parque, com alguma sombra das árvores, onde se pode estacionar, para depois fazer o percurso a pé.

Existem também mesas de piquenique, e alguns equipamentos para as crianças brincarem.

 

 

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Num passadiço ao redor da lagoa, podemos ir apreciando a mesma, e toda a fauna e flora por lá existente.

 

 

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A Lagoa de Pataias não é muito extensa, mas há sempre uns banquinhos de madeira pelo caminho, e há quem leve mantas, toalhas ou cadeiras para se sentar nas margens da lagoa.

Vimos também algumas pessoas a passear os cães, ou a fazer exercício, uma vez que até tem uma espécie de "estações" de exercício.

Mas nós ficámo-nos pela paisagem, o canto dos pássaros, os mergulhos dos patos, e a beleza das borboletas, por exemplo.

 

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E é bonito de ver as árvores e plantas reflectidas na água da lagoa.

 

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Fiquei também admirada com o facto de muitas destas árvores terem os seus troncos dentro de água.

 

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Há também um pequeno miradouro em madeira, ao qual se sobe por uma escada, também ela de madeira e pouco recomendada a quem tenha vertigens, calçado impróprio ou receio de cair cá em baixo, de onde se pode ver toda a lagoa e a área envolvente.

 

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E porque não podia deixar de partilhar este momento caricato, que nos surpreendeu a meio do percurso quando, após ouvir um salto para a água, e ver que se tratava de um cão Golden Retriever que tínhamos visto antes, que se tinha atirado para a água para ir buscar o disco (e acho que aproveitou para se refrescar), aqui fica o registo!

 

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Quando as obras provocam o caos até para quem anda a pé

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Aqui na zona onde moro estão a construir um novo hospital.

Essa construção fica ao lado da estrada que dá acesso a todas as escolas. 

Nos últimos tempos, por conta das obras, destruíram um dos passeios dessa estrada. No outro, mesmo encostado ao local da obra, andam escavadoras, e parte do passeio também destruído, o que nos obriga a ir pela estrada.

Por outro lado, todas essas máquinas acabam por condicionar o trânsito que, numa situação normal, já não é fácil.

Todos os dias têm que passar ali vários estudantes, sem qualquer segurança ou condições, sujeitos a ser apanhados por algumas das escavadoras ou, fugindo delas, pelos veículos que por ali circulem.

 

 

Como se não bastasse, destruíram também o estacionamento, ao final da estrada, e estão a fazer escavações de um lado e outro, provocando constrangimentos.

Além dessa obra, estão também a fazer outra, numa outra rua.

 

 

Por conta de tudo isto, tinham primeiro cortado um acesso. Há dois dias, deparámo-nos com uma das ruas cortadas ao trânsito. 

Então, o que acontece é que na rua paralela, está o trânsito proibido para quem sobe, sendo que era por esse acesso, ou por essa rua, que circulavam. Como todos estão agora interditos, e não há qualquer informação sobre desvios ou alternativas, os condutores não fazem a mínima ideia do que fazer, ou por onde seguir.

Ontem, vi um a ir em sentido contrário, sujeito a vir outro de frente. Hoje, deparei-me com um congestionamento de veículos num espaço de 50 metros, que não resultaram em choque por mero acaso.

 

 

A continuar assim, boa coisa não irá resultar. Só espero que, no meio de toda esta confusão, ninguém saia ferido, nem prejudicado, por culpa de quem não pensa, e não tem o mínino de bom senso para levar a cabo este tipo de trabalhos ao acaso.