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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Perdoar? Para quê? Porquê?

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Por vezes, ao longo da nossa vida, somos magoados por algumas pessoas que, em determinados momentos, fizeram parte dela.

Essas pessoas acabam por sair da nossa vida, nem sempre a bem, mas a mágoa pelo que fizeram, vai permanecendo.

Há coisas que não se esquecem. Que não se perdoam. Será mesmo assim?

 

Por norma, quando alguém, que fez muito mal no passado, está prestes a partir, e quer fazê-lo em paz, tenta obter o perdão daqueles a quem um dia magoou.

Devemos perdoar alguém apenas porque está a morrer? Para lhe dar essa paz que deseja? Essa redenção que procura?

 

Penso que o acto de perdoar ainda é visto de uma forma errada ou, pelo menos, incompleta.

Perdoar não é algo que se faz somente pelos outros, para bem dos outros.

Devemos fazê-lo, sobretudo, por nós.

É que, mais do que libertar os outros da culpa pelos erros que cometeram e lhes dar paz, perdoar liberta-nos a nós, de sentimentos de negativos, de histórias mal resolvidas, permitindo encerrar o capítulo, e seguir em paz, mais leve e positivamente, a nossa vida!

Ao perdoar, colocamos um ponto final no passado, para vivermos com mais harmonia e mais felizes no presente.

E, quanto mais cedo o conseguirmos fazer, mais depressa recuperamos a nossa vida.

 

Passeio até Alcarias

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A convite da Nélia e da Daniela, fomos ontem conhecer a aldeia de Alcarias!

Depois de uma viagem de quase 3 horas, fomos recebidos pela simpatia e hospitalidade alentejana.

À nossa espera, aguardava-nos um almoço do qual tenho que destacar a Sopa de Coentros, que nunca tinha provado, e adorei! E, parecendo adivinhar que uma das coisas que mais gosto é arroz doce, também ele marcou presença 

 

 

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O que notamos logo à chegada, é o silêncio, a paz que a aldeia nos transmite, com campos à nossa volta, que dá vontade de entrar neles e descobrir o que escondem, caminhar pelo meio das árvores e ervas.

Não estava muito sol, e a meio da tarde o céu vestiu-se de nuvens bem negras, que combinavam na perfeição com todo aquele cenário.

 

 

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A seguir ao almoço, a Nélia e a Daniela mostraram-nos a aldeia, e contaram-nos um pouco da história, de quem por ali morou, e como se vivia em outros tempos na aldeia.

 

 

 

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Também visitámos Conceição, que fica relativamente próxima.

A aldeia de Alcarias é conhecida pelos seus gatos, mas quem nos acompanhou em todo o percurso foi o Max, um dos únicos cães residentes!

 

 

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Infelizmente, o tempo passou depressa e estava na hora de regressar a Mafra.

No caminho de regresso, despedimo-nos com estas imagens.

 

 

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Para saberem mais sobre os bichanos da aldeia, vejam este post.

 

Muito obrigada, Nélia e Daniela!

 

 

 

 

 

Lago dos Cisnes?!

Há anos que não ia para aquela zona, e nem sabia se ainda existia o lado de que tinha memória.

Não sei se está como antes, mas o espaço está muito bem aproveitado, e como fica numa estrada pouco movimentada, é um bom sítio para quem quer aproveitar para relaxar, ler em sossego ou, simplesmente, contemplar a natureza!

 

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Estranha sensação

 

É uma estranha sensação, que se apoderou de mim, e não há forma de a fazer desaparecer. Depois do temporal, as nuvens negras desapareceram e deram lugar a um bonito luar. Tudo está, aparentemente, calmo, sereno, tranquilo…

Mas, não sei bem porquê, parece-me que essa serenidade é apenas artificial, uma máscara, um hastear temporário da bandeira branca… O grito de guerra substituído pelo silêncio profundo…Uma paz assombrada por mágoas…

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