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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A todos os condutores que andam por aí...

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C1 - Sentido proibido

Indicação da proibição de transitar no sentido para o qual o sinal está orientado.

 

 

... e que já não se lembram do que significa este sinal, recomendo um refresh, para voltar à memória as regras de trânsito que aprenderam, e que tiveram que saber para poder andar por aí a conduzir.

Relembrem que este sinal indica "sentido proibido", e isso significa que não podem circular nesse sentido. Não é um convite a fazer precisamente o contrário!

 

Mas, se o problema é apenas falta de visão, as ópticas costumam ter uns descontos baratos em lentes e armação. Até ali nos hipermercados ou no chinês se arranjam uns óculos baratuchos para ajudar a ver melhor.

 

Eu sei que, por vezes, a vida não lhes é facilitada, e dá muito mais jeito quebrar as regras, do que dar cinquenta mil voltas por outros caminhos, quando têm aquele mesmo ali à mão. Sim, porque quem o faz conhece bem a zona. Não é alguém perdido que não sabe como sair dali. Mas quem paga são os peões, que vão na rua descansados porque não vem nenhum carro de frente, e depois surge-lhes um maluco por trás, a alta velocidade, a arriscar provocar um acidente desnecessário.

 

 

Porque raios será o proibido tão apetecido?

Já na praia, é a mesma coisa. Os veraneantes podem ver a bandeira vermelha, e saberem que não podem ir a banhos, mas é vê-los todos contentes a arriscar, e a mostrarem-se os maiores!

 

E zonas de acesso restrito ou proibido devido a perigo? É o mesmo que dizer: venham cá que não acontece nada, e o sinal está só aí a enfeitar, à falta de outro sítio onde o colocar.

 

Por isso, a todos os condutores e outros desvairados que andam por aí, se se querem matar, matem-se. Mas deixem os outros viver, que não têm que pagar pela vossa irresponsabilidade. 

 

Quando as obras provocam o caos até para quem anda a pé

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Aqui na zona onde moro estão a construir um novo hospital.

Essa construção fica ao lado da estrada que dá acesso a todas as escolas. 

Nos últimos tempos, por conta das obras, destruíram um dos passeios dessa estrada. No outro, mesmo encostado ao local da obra, andam escavadoras, e parte do passeio também destruído, o que nos obriga a ir pela estrada.

Por outro lado, todas essas máquinas acabam por condicionar o trânsito que, numa situação normal, já não é fácil.

Todos os dias têm que passar ali vários estudantes, sem qualquer segurança ou condições, sujeitos a ser apanhados por algumas das escavadoras ou, fugindo delas, pelos veículos que por ali circulem.

 

 

Como se não bastasse, destruíram também o estacionamento, ao final da estrada, e estão a fazer escavações de um lado e outro, provocando constrangimentos.

Além dessa obra, estão também a fazer outra, numa outra rua.

 

 

Por conta de tudo isto, tinham primeiro cortado um acesso. Há dois dias, deparámo-nos com uma das ruas cortadas ao trânsito. 

Então, o que acontece é que na rua paralela, está o trânsito proibido para quem sobe, sendo que era por esse acesso, ou por essa rua, que circulavam. Como todos estão agora interditos, e não há qualquer informação sobre desvios ou alternativas, os condutores não fazem a mínima ideia do que fazer, ou por onde seguir.

Ontem, vi um a ir em sentido contrário, sujeito a vir outro de frente. Hoje, deparei-me com um congestionamento de veículos num espaço de 50 metros, que não resultaram em choque por mero acaso.

 

 

A continuar assim, boa coisa não irá resultar. Só espero que, no meio de toda esta confusão, ninguém saia ferido, nem prejudicado, por culpa de quem não pensa, e não tem o mínino de bom senso para levar a cabo este tipo de trabalhos ao acaso.

 

Para que servem mesmo as ciclovias?

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Ah, já sei!

Devem ser para os peões não andarem na estrada, já que não existem passeios para os mesmos!

E para que serve a estrada?

Para os ciclistas, pois claro! Onde mais poderiam eles andar? Não estão à espera que caibam naquela tira estreita a que deram o nome de ciclovia?

Então, nesse caso, por onde circulam os carros?

Nas faixas contrárias! Se as houver. Se não, devem permanecer no mesmo sítio, em ritmo de cortejo funerário. Talvez se deva pensar, no futuro, em construir veículos com asas, para poderem voar por cima dos ciclistas e, assim, não os obrigar ao transtorno de ir em fila indiana, para podermos seguir viagem a uma velocidade aceitável.

 

Foi esta a conclusão a que cheguei no passado domingo quando, ao ir de carro, me deparei com um grupo de ciclistas a ocupar a estrada, com a ciclovia mesmo ao lado!

 

Dizem que "as regras foram feitas para ser quebradas", e no caso da segurança (ou falta dela) rodoviária, este ditado aplica-se na perfeição.

Desde as passadeiras que os condutores não respeitam, e que os peões preferem não utilizar, atravessando mesmo no meio da estrada, às ultrapassagens pela faixa da direita, dos sinais vermelhos que são passados, aos traços contínuos que são pisados para ultrapassar, dos motociclistas que querem à força enfiar-se no meio dos carros para chegar mais depressa, aos ciclistas que teimam em ocupar a estrada, e às prioridades que não são respeitadas, há de tudo, e vale tudo.

Menos seguir as regras. 

Querem ver que sou eu que estou errada?!

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Por certo já ouviram aquela história do condutor que ia muito bem na autoestrada, quando ouviu na rádio a notícia de que ia um veículo em contramão e comentou "Um não, muitos!".

Para ele, apesar de ser o dito condutor que ia em contramão, os outros é que estavam a ir em sentido contrário.

 

Esta semana, já por 3 vezes estou na passadeira, para atravessar, e os condutores, simplesmente, ignoram-me, como se eu fosse invisível ou transparente.

Um deles, ontem à noite, até abrandou e eu, parva, antecipadamente, agradeci. E não é que o parvalhão continua a andar, faz-me parar a meio da passadeira para ele passar, e ainda olha para mim como se eu tivesse acabado de cometer uma loucura!

 

E já não é o primeiro que olha para mim, quando atravesso a passadeira, com uma expressão entre o incrédulo e o assustado. Outros, fingem que não vêem e viram a cara. Outros ainda, depois de terem passado, pedem mil desculpas por não me terem visto!

 

Se calhar, sou eu que estou errada e, afinal, as passadeiras não foram feitas para os peões, mas sim para os carros!

Falha minha! Peço, então, desculpa a todos os condutores pelo transtorno de fazer das passadeiras o meu meio mais adequado para atravessar uma estrada!

Finalmente uma coisa bem feita!

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Sempre aprendi que a estrada é para os carros, e o passeio para os peões.

No entanto, isso é algo que parecia já ter caído em desuso, uma vez que, a caminho da escola (e não só) o que mais apanhávamos pelo caminho era carros estacionados no passeio, enquanto os pais deixavam os filhos na escola ou na creche. 

Não foram raras as vezes em que nos tivemos que desviar desses carros, e ir para a estrada, ora porque estavam a ocupar o passeio todo, ora porque estavam de portas abertas, a tirar carrinhos ou a arrumar cadeirinhas ou, simplesmente, à espera que os filhos saíssem do carro.

Agora, finalmente, tomaram uma atitude e acabaram com esta situação!

Para evitar esse abuso, colocaram pinos metálicos ao longo do passeio. Que maravilha! Já faziam falta. 

Obrigada a quem teve essa brilhante ideia. Mais vale tarde que nunca. 

E, agora que já tomaram a iniciativa naquele passeio, podem-no fazer nos restantes.

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