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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Alguém com talento para interpretar sonhos?

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Me poderá explicar estes sonhos que tenho com frequência?

Não sei se, em alguma outra encarnação, já houve mar em Mafra (duvido muito), ou se estou a ter visões do futuro, mas já perdi a conta às vezes que sonhei que tinha o mar aqui quase à porta de casa.

E não pensem que é algo de bom. Não é aquela felicidade de sair de casa e ter a praia à porta, disponível para um passeio, uns banhos de sol ou um mergulho.

Nem sequer areia há.

O mar está sempre bravo, só vejo ondas e espuma, a virem par cima de nós. Isto, nos sonhos mais leves.

Nos pesadelos, é mesmo tsunamis que afectam a zona. Num deles, sei que estava em casa dos meus pais, e a força da água partiu os vidros todos.

No último, estava no caminho que faço para casa, e a onda tinha quase chegado ao pé de mim. Esta zona fica mais alta, o que significa que a parte onde moro tinha sido atingida. Tinha perdido tudo, a casa estava prestes a desmoronar.

 

Será que, daqui a centenas de anos, o mar chegará, efectivamente, a Mafra?

Ou são apenas sonhos sem qualquer significado, fruto de uma imaginação muito fértil, na hora de dormir?!

Alguém se oferece para interpretar estes sonhos?

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No último mês, já são três sonhos muito semelhantes, que envolvem forças da natureza, e que me "atacam" quase da mesma forma:

 

1º - Estou a passear, ao que parece, perto de uma falésia. Não consigo perceber se mais abaixo ou no cimo. Vem uma onda enorme, que me bate, levanta-me no ar a vários metros e, claro, em seguida caio no chão de pedra.

 

2º - No segundo sonho, sei que estou numa praia, até porque estou presa em areias movediças e, quanto mais tento escavar e mandar a areia para fora, mais areia cai onde estou, e mais me enterro. Mais uma vez, vem uma onda grande que me atira, literalmente, contra a falésia. Lembro-me de, no sonho, pensar, enquanto voava: pelo menos a areia em que estou envolvida deve amortecer a pancada.

 

3º - Desta vez não mete água. Estou a caminhar na rua que faço todos os dias para o trabalho, e no mesmo sítio onde já apanhei um valente susto, à custa da trovoada. No sonho, vejo o clarão e oiço o relâmpago, ao mesmo tempo que sou projectada no ar, para trás, caindo a uns metros, no chão.

 

Algo assim: 

Resultado de imagem para sonhos

 

 

Eu sei que se tivesse algum poder especial, gostaria de voar. Mas não propriamente desta forma!

Alguém perito em interpretação de sonhos se oferece para me explicar o significado destes?

 

 

 

 

Procuramos nos livros o que gostaríamos de viver no mundo real?

 

O que é que nos fascina nos livros?

O que nos leva a gostar tanto de ler? 

 

Será pelas histórias de amor que nelas encontramos, das quais nós próprios gostaríamos de ser protagonistas?

Será pelas viagens que gostaríamos de fazer, e não podemos, viajando e ficando, assim, a conhecer outros lugares através do que nos é relatado no livro?

Será pelos heróis que gostávamos de ter nas nossas vidas, e que não passam de personagens fictícias?

Será pela acção e aventura que podemos, de certa forma, experimentar, quando a nossa vida é tão monótona e precisamos de nos abstrair dela?

 

Será que procuramos nos livros, e nas histórias que eles nos contam, aquilo que gostaríamos de viver no nosso mundo real, e na nossa vida?

 

Talvez sim... talvez não... 

Há livros que nos dão lições de história, outros que nos fazem rir, outros que nos fazem chorar, outros que nos irritam, outros que não nos dizem nada. Haverá histórias que gostaríamos de viver, e outras que nem nos nossos melhores pesadelos gostaríamos de estar. 

 

E daí que algumas histórias nos façam sonhar?

 

 

Que nos façam, de certa forma, voltar atrás no tempo e recordar algumas fases da nossa vida que já não voltam? 

Que nos transportem para um futuro, que até não nos importavamos que fosse nosso?

 

Isso não significa que não estejamos bem com a vida que temos, e que queiramos à força sair dela, procurando nos livros aquilo que não temos e que não vivemos. Apenas significa que o livro e a sua história cumpriram a sua missão!

 

E o que seria de nós sem sonharmos, sem recordarmos as coisas boas do passado, sem desejarmos coisas boas para o futuro? O que seria de nós se apenas nos restringíssemos à nossa vida real, sem um pouco de fantasia e ficção pelo meio?

 

O Amigo Gigante

 

Ontem foi dia de cinema. Aproveitámos a promoção McBox Cinema, pelo que os bilhetes ficaram mais baratos, a 1 euro cada um.

O filme escolhido foi O Amigo Gigante.

Já tinha ouvido falar bem do filme, mas não fazia ideia do que me esperava. Foi uma óptima escolha. 

E sim, também chorei com esta história. Raio de sensibilidade que havia de ter para estas coisas!

 

 

 

Mas foi impossível não o fazer, ao ver esta amizade tão inesperada entre uma pequena menina orfã, curiosa e destemida, e um gigante anão pouco convencional, e com uma linguagem maluca, que apanha sonhos para depois distribuir pelos humanos.

 

 

 

Sofia é a menina que vai desafiar as ordens da directora do orfanato:

"Nunca saias da cama, nunca chegues perto da janela, nunca olhas para lá das cortinas".

Ela vai fazer tudo isso, e vai ver o gigante que, supostamente, é responsável pelo desaparecimento dos meninos e meninas em Londres.

 

 

 

Ao ser descoberto por Sofia, ele vê-se obrigado a levá-la consigo, para que não conte a ninguém sobre a sua existência. Mas este gigante não é como os restantes companheiros. É um gigante gentil e amigo que, contra todos, se recusa a comer "cereais humanos", nome que dá aos seres humanos.

 

 

 

Os dois irão tornar-se grandes amigos, e Sofia vai mostrar ao gigante que ele não pode deixar que os outros gigantes o maltratem, nem tão pouco ataquem as crianças. Para isso, elaboram um plano que envolve a rainha, um tetrapesadelo e um sonho a que apelidou de "Sonho da Sofia".

 

Um filme com muitas partes cómicas, no início quase precisamos de um tradutor para perceber linguagem de gigante, e com uma bonita mensagem.

Se puderem, vejam!

 

 

Ando a alucinar!

Numa noite, pouco depois de me deitar, naquela fase em que não estou acordada, mas também não estou bem a dormir, vi um bicho a passear pelo cabelo e enfiar-se no meio dos lençóis. Despertei assustada a dizer ao meu marido que estava um bicho na cama. Ele sossega-me e diz que foi apenas um sonho, e que não há bicho nenhum.

Volto a fechar os olhos e, uns minutos mais tarde, tudo se repete - volto a ver o bicho no mesmo sítio e volto a despertar assustada como se aquilo fosse real.

Mais uma vez, o meu marido diz que não há bichos na cama e volto a adormecer. Desta vez sem mais incidentes.

 

 

 

Até ontem à noite! Deitei-me, adormeci (penso eu) e vejo uma cobra mesmo à frente da minha cara. Acordei, e acordei o meu marido com o grito que dei, com o coração bem acelerado, até me convencer que tudo não passou de um pesadelo.

 

 

O que é estranho é que a única coisa que vejo mesmo, numa fracção de segundos, são estes bichos ao pé de mim. Nada de começo, meio e fim, nada de outras imagens, personagens ou acontecimentos. Simplesmente, os bichos ao pé de mim.

Ando mesmo a alucinar!

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