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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Coisas que só me acontecem a mim VII

 

Estava eu com medo de hoje não conseguir mexer as pernas à custa da corrida de ontem, mas afinal as minhas dores foram outras, e começaram antes disso.

No sábado fui a pé às compras e trouxe os sacos para casa. Não me apercebi que tenha carregado muito peso, acho que já cheguei a trazer sacos mais pesados, mas a verdade é que deve ter sido essa a asneira que fiz.

No sábado à noite, deitei-me cedo, até porque estava a ficar com uma daquelas dores de cabeça e tinha que estar em forma para domingo. Demorei a adormecer porque estava calor e não conseguia estar de maneira nenhuma, mas lá consegui. Quando acordei a meio da noite, a dor de cabeça tinha passado. Mas mal conseguia mexer o pescoço!

No início, pensei que tivesse dado algum mau jeito, de noite, com tantas voltas a tentar adormecer. Mas depois lembrei-me que deve ter sido das compras. O resto da noite foi passado entre o adormece/ acorda, com calor, e com dores horríveis cada vez que me mexia, na zona entre o pescoço e os ombros.

No domingo de manhã, ou só olhava para a frente, ou tinha que virar o corpo todo para olhar para os lados. Cada vez que o carro passava por uma lomba, lá vinha mais uma dor. Se alguém me tocava, a mesma coisa.

Felizmente, foi melhorando ao longo do dia. E não fiquei tão mal das pernas (talvez porque uma parte do caminho foi feita a caminhar), apesar de os meus músculos estarem hoje a acusar o exercício.

Por esta é que ninguém esperava!

Estava a minha filha com o dicionário infantil de inglês-português que o avô lhe ofereceu, a fazer perguntas ao meu namorado e a mim, sobre como se diziam diversas palavras em inglês, para ver se acertávamos.

Uma dessas palavras era pescoço. E eu, disse-lhe então: "E sabes como se diz pescoço em francês? É cou, só que se escreve C O U!"

Ela achou muita graça, e às tantas sai-se com esta: "Oh mãe, já viste uma pessoa a dizer - ai, custa-me a engolir, dói-me o cou!"

Não aguentámos! Eu e o meu namorado desatámos a rir, pelo duplo sentido que aquela frase nos fazia lembrar! Já chorávamos a rir, já nos doía a barriga! E a minha filha ria connosco por nos ver a rir e ter achado piada à piada dela, mesmo sem saber do que nós verdadeiramente nos estávamos a rir!

 

Moral da história - nunca tentem ensinar francês aos vossos filhos!

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