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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Kate e Meghan - amizade para a vida ou nem por isso?

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Numa entrevista conjunta, estavam ambas sorridentes e animadas.

Todos acreditam que as duas podem vir a ser, se já não o são, grandes amigas, para além de cunhadas, e que Kate será uma ajuda preciosa para a integração de Meghan na família real e nas tradições e regras que Meghan terá que passar a cumprir.

Sendo Harry considerado por Kate como um irmão mais novo, e sendo Kate, o marido e o cunhado muito unidos, nada mais natural que essa cumplicidade se estenda a Meghan.  

 

 

 

 

No entanto, se antes do casamento de Harry e Meghan, tudo fazia crer que assim fosse, parece começar a haver alguma especulação quanto à amizade das duas, nomeadamente, se Kate não estará a passar por uma crise de inveja e ciúmes, pela maior liberdade e escrutínio menos apertado sobre a cunhada, ao contrário dela própria. E pelo facto de se sentir ameaçada quanto à eventual preferência dos britânicos pela sua cunhada, que foi considerada a mulher mais atraente da realeza britânica, superando Kate, que ficou assim em 2º lugar.

 

 

 

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E neste primeiro ato oficial da duquesa de Sussex após a lua-de-mel, em que se estreou na famosa varanda do Palácio de Buckingham, Kate ocupou a dianteira do plano, parecendo querer roubar-lhe o protagonismo.

O que não é fácil.

Kate parece assumir e levar o seu papel cada vez mais a sério. Ela própria está a surgir com uma expressão séria nas últimas fotografias. Casada há vários anos, mãe de 3 filhos, e com um papel importante a desempenhar, Kate parece carregar todo o peso da responsabilidade nas costas, aparentando estar cansada e sem brilho.

Já Meghan, surge como uma lufada de ar fresco, um espírito mais livre e descontraído, que brilha por onde passa, e cativa naturalmente. A fazer lembrar a Kate de há uns anos atrás.

 

 

 

Duas balanças, informações diferentes

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No outro dia, o meu marido resolveu pesar-se numa daquelas máquinas sofisticadas da Wells, aqui em Mafra.

Por curiosidade, também o fiz.

 

Dava-me uns centímetros a menos, uma pressão arterial de 9-5, e um peso normal 53,3kg, bem como o índice de gordura e de massa corporal. Relativamente aos batimentos, dizia que os meus estavam a 111. Não liguei.

Nesse mesmo dia, ao final da tarde, foi a vez da minha filha, numa máquina da Wells, mas na Ericeira. Dava-lhe também uns centímetros a menos, peso normal e pressão de 8-4! Perguntámos à funcionária, que não achou normal e pediu para repetir. Dava-lhe o mesmo, mas tinha mirrado mais uns centímetros!

Experimentei eu. Mais peso que em Mafra, menos altura, batimentos a 60 e a pressão de 9-5 também.

 

Conclusão: nunca fiar em resultados das balanças da Wells porque, cada máquina, sua sentença! 

E esta, hein!

 

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Anda uma pessoa a vida inteira a aprender que o peso se mede em quilos, para depois perceber que, afinal, o que se mede em quilos é a massa de um corpo, e não o peso!

 

"Massa é a quantidade de matéria que um corpo possui, sendo, portanto, constante em qualquer lugar da terra ou fora dela.

Peso de um corpo é a força com que esse corpo é atraído (gravidade) para o centro da Terra. Varia de acordo com o local em que o corpo se encontra. Por exemplo:

    A massa do homem na Terra ou na Lua tem o mesmo valor. O peso, no entanto, é seis vezes maior na Terra do que na Lua."

 

Ou seja, a massa mede-se em quilos, o peso em newtons!

 

 

Pergunto-me eu: De que serve andarmos a apreder se, mais cedo ou mais tarde, percebemos que aquilo que nos ensinaram está errado, ou desactualizado?

Coisas que só me acontecem a mim VII

 

Estava eu com medo de hoje não conseguir mexer as pernas à custa da corrida de ontem, mas afinal as minhas dores foram outras, e começaram antes disso.

No sábado fui a pé às compras e trouxe os sacos para casa. Não me apercebi que tenha carregado muito peso, acho que já cheguei a trazer sacos mais pesados, mas a verdade é que deve ter sido essa a asneira que fiz.

No sábado à noite, deitei-me cedo, até porque estava a ficar com uma daquelas dores de cabeça e tinha que estar em forma para domingo. Demorei a adormecer porque estava calor e não conseguia estar de maneira nenhuma, mas lá consegui. Quando acordei a meio da noite, a dor de cabeça tinha passado. Mas mal conseguia mexer o pescoço!

No início, pensei que tivesse dado algum mau jeito, de noite, com tantas voltas a tentar adormecer. Mas depois lembrei-me que deve ter sido das compras. O resto da noite foi passado entre o adormece/ acorda, com calor, e com dores horríveis cada vez que me mexia, na zona entre o pescoço e os ombros.

No domingo de manhã, ou só olhava para a frente, ou tinha que virar o corpo todo para olhar para os lados. Cada vez que o carro passava por uma lomba, lá vinha mais uma dor. Se alguém me tocava, a mesma coisa.

Felizmente, foi melhorando ao longo do dia. E não fiquei tão mal das pernas (talvez porque uma parte do caminho foi feita a caminhar), apesar de os meus músculos estarem hoje a acusar o exercício.

Coisas que só me acontecem a mim V

 

Ir arrumar um casaco no roupeiro, que já não penso utilizar nos próximos meses, e cair o varão e toda a roupa que lá estava! Adivinhem só onde foi comprado: na Moviflor, claro!

Mais uma vez, a minha carteira não deu para grandes extravagâncias, e lá comprei este roupeiro que tem bastante espaço para arrumação, o que me deu imenso jeito. Mas o peso da roupa fez-se sentir, e o suporte do varão partiu.

O meu pai arranjou um varão e uns suportes para desenrascar, mas parece que o comprimento aumentou e, ao mínimo toque, o varão cai de um dos lados.

E, depois, é uma epopeia tentar colocar tudo de novo, sem cair em cima de mim! 

Conclusão: uma pessoa compra um roupeiro grande porque precisa de espaço para arrumar a roupa, e acaba por ter que andar com ela espalhada por cadeiras e sofás, porque o roupeiro não aguenta!

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