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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Rodeia-te de pessoas que tragam leveza à tua vida!

12 Things That Lift My Spirit in Dark Times

 

Não escolhemos a pessoas que entram na nossa vida.

Mas podemos escolher aquelas que queremos que permaneçam.

E se a vida já nos faz, por vezes, carregar algum peso, resultante das nossas vivências, não será bom ter, ao nosso lado, pessoas que ainda nos atiram mais peso para cima.

 

Por isso, neste novo ano, rodeia-te de pessoas que gostem de estar contigo, que te façam rir, que te animem, que te façam mostrar o melhor de ti, que te aceitem como és, e que tragam, de alguma forma, leveza à tua vida!

 

Preservar a essência

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A essência é aquilo que nos caracteriza, que nos diferencia, que nos define.

É aquilo que nos torna únicos.

É aquilo que sobressai em nós. A nossa marca.

Muitas vezes, é aquilo que se destaca aos olhos dos outros. Que os faz gostar de nós. Que os faz sentir admiração. Que os conquista.

 

A nossa essência é algo que devemos preservar sempre.

Infelizmente, nem sempre isso acontece.

Seja pelas circunstâncias da vida, ou pelas pessoas que fazem parte da nossa vida, não são raras as vezes em que, sem darmos conta, ou porque a isso somos obrigados, vamos perdendo a nossa essência.

Por vezes, ela desvanece-se de tal forma que, às tantas, deixamos de nos conhecer. Percebemos que não sabemos mais quem somos. Tornamo-nos estranhos.

 

Também acontece as pessoas, que sempre elogiaram a nossa essência, tentarem apagá-la, pouco a pouco, até ela não fazer mais parte de nós e obterem, em troca, uma pessoa vazia que, depois, também ela, não as satisfaz, porque já não é a mesma no início.

 

O pior erro que podemos cometer, é deixar a nossa essência ser anulada, apagada, camuflada, escondida.

É deixá-la desaparecer, fugir.

É perdê-la e, ao perdê-la, perdermo-nos.

 

A brincar, a brincar...

Really GIFs | Tenor

 

Há brincadeiras, e brincadeiras.

Mas, seja qual brincadeira for, é preciso saber com quem, quando, onde e como se deve brincar.

 

Porque as pessoas não são todas iguais.

Porque nem todas as pessoas são obrigadas a perceber, ou a gostar, de determinadas brincadeiras.

Há brincadeiras que se tem no grupo de amigos, que podem não ser vistas da mesma fora por outros.

Há piadas que são bem aceites entre família e amigos, mas que pessoas externas poderão levar a mal.

 

Porque nem sempre é o momento, ou o local certo para as ter.

Porque nem todas são felizes.

Há brincadeiras que se fazem nos piores momentos, ou em locais onde as mesmas seriam de evitar. Porque só nos prejudica perante os outros. Porque mostra a falta de noção e tacto que podemos ter.

 

Há brincadeiras que são apelidadas como tal, apesar de exprimirem exactamente aquilo que a pessoa pensa ou quis dizer/ fazer.

Se for aceite, tudo na boa. Se for criticada "ah e tal, era só a brincar".

Mas, a brincar, a brincar...

 

E há brincadeiras que não se devem, de todo, ter. Porque não se deve brincar com coisas sérias.

 

Vem este texto a propósito de uma brincadeira, aparentemente, inofensiva, de um concorrente do Big Brother que afirmava, a brincar, claro, que já tinha tido intimidade com a sua colega/ namorada/ amiga colorida, sem que esta desse por nada, porque esperava que ela dormisse para o fazer.

Continuando a brincadeira, quando questionado acerca do consentimento, ele dizia que fingia que ela consentia, fazendo o gesto com a mão dela, ou ele próprio, simulando a mão dela.

Ora, esta conversa, entre os visados e, eventualmente, amigos e família que os conhecem, estando eles cientes daquilo que fazem, e de que era apenas uma brincadeira, seria certamente encarada como tal - uma mera brincadeira.

Mas ele estava a ter esta conversa para toda a gente ver e ouvir. 

E não foi bem recebida cá fora.

No fundo, ele estava a brincar com abusos sexuais, levados a cabo sem consentimento e conhecimento das vítimas.

Foi uma brincadeira. Pois...

De mau gosto. Sem noção. Sem graça.

Não é uma questão de já não se poder brincar com nada, que as pessoas levam logo a mal, e ficam ofendidas.

É, simplesmente, e como disse acima, saber com quem, quando, onde, com o quê, e como se deve brincar.

 

 

Se as estradas são para os carros, e os passeios para as pessoas...

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Se as estradas são para os carros, e os passeios para as pessoas, onde encaixam as bicicletas e os ciclistas?

Pois...

Ora a estorvar os condutores na estrada, ora a estorvar as pessoas no passeio!

 

Não tenho nada contra os ciclistas.

Eles têm que andar em algum lado e, à falta de espaço próprio, vão andando por onde podem.

Mas seria bom começarem a apostar fortemente em ciclovias que lhes permitam fazer o percurso sem pôr em perigo os outros, e sem se colocarem em perigo.

Não meias ciclovias, ou pedaços de ciclovias que só permitem parte do percurso, e depois, lá está, os "atiram" de volta à estrada, ou aos passeios. 

Mas sim vias onde possam circular, de forma a começar e concluir os trajectos, exclusivamente para eles.

Porque assim, com esta partilha de espaços, ninguém está seguro.

 

Mas, claro, é mais uma utopia que dificilmente será concretizada.

A dualidade das pessoas

A dualidade da vida - e como lidar com ela | Akim Neto Psicólogo Clínico

 

Todas a têm, mas em algumas pessoas é mais pronunciada que noutras.

E não é fácil lidar com essa dualidade. Porque gostamos de um dos lados dela, mas irritamo-nos com o outro lado.

 

Por exemplo, uma mesma pessoa, pode ser aquela que, num momento, é a mais gentil, simpática, amiga de toda a gente e sempre disponível e, noutro momento, explode, torna-se violenta, agressiva.

Uma mesma pessoa, pode ser aquela que está sempre pronta a pagar tudo, a toda a gente mas, noutro momento, anda sempre a "cravar" os outros, porque nunca tem aquilo que precisa, nem dinheiro.

Uma mesma pessoa, pode ser aquela que adora gabar-se que tem, ou faz, isto e aquilo mas, noutro momento, se faz de coitadinha, que não tem oportunidades nem possibilidades para ter, ou fazer, aquilo que queria.

Uma mesma pessoa pode ser aquela que, num momento, não gosta de ser criticada nem chamada à atenção mas, noutro, é a primeira a fazê-lo com os outros.

 

Como lidar e conviver com duas personalidades, tão opostas, numa única pessoa?