Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Quando os casais fazem vida conjunta mas com carteiras separadas

Resultado de imagem para casados mas contas separadas

 

Será assim tão estranho?

 

Longe vão os tempos em que o marido trabalhava para sustentar a família, enquanto a mulher ficava em casa a cuidar dos filhos, e a gerir a casa, bem como tudo o que com ela estava relacionado, nomeadamente, as despesas.

E parecem estar a passar de moda os tempos em que ambos trabalham e, no final do mês, juntam os ordenados, e vão gastando do mesmo "saco".

 

A tendência é para, cada vez mais, sobretudo quando já passaram por mais do que uma relação, os casais fazerem vida conjunta, mas com contas e despesas separadas, como quem diz: "amor, amor,  carteiras à parte".

 

Isto não significa que não acabem por contribuir, de igual forma, para as despesas comuns. 

O que acontece, muitas vezes, é ficar estipulado o que cada um fica responsável por pagar, dividindo os gastos conjuntos. Quanto ao resto, cada um pode fazer o que bem entender com o dinheiro, e gasta onde quiser, sem ter que dar justificações.

Não são raras as vezes em que maridos e mulheres implicam com o que o outro membro do casal compra, ou com o que gasta dinheiro. Ou vê-se obrigado a estar sempre a pedir, se for só um a gerir o mesmo. 

Também acontece, quando um gasta mais do que devia, o outro precisar e não ter.

 

Pode parecer mentira, mas uma das razões que mais levam ao divórcio/ separação dos casais, são precisamente as questões financeiras.

E, numa altura em que até o IRS, por exemplo, pode ser declarado em separado, não é de estranhar que as carteiras também o sejam.

 

Eu funciono assim com o meu marido, e não mudaria.

Por aqui, cada um recebe o seu ordenado, em contas bancárias separadas, paga as contas que tem a pagar, e fica com o resto para fazer o que entender.

Da minha parte, estou encarregada de pagar a renda da casa e, recentemente, a prestação da Netflix.

O meu marido, em compensação, fica com as despesas de água, luz, gás e tvcabo.

Eu compro a areia para as gatas. Ele, a ração. 

Ambos compramos coisas que todos utilizamos em casa, mas cada um compra para si aquilo que quer ou gosta, e o outro até nem quer.

Se há gastos extra, vemos que tem mais possibilidades de pagar no momento mas, normalmente, gastos relacionados com o carro ficam para ele, e com a casa, para mim.

Tudo o que cada um de nós queira gastar a mais, é problema seu.

Mas acabamos por, em várias situações, irmos alternando as despesas, do género, hoje pago eu o cinema, para a próxima pagas tu.

 

E aí desse lado, consideram que é uma prática que não faz sentido, e pode até revelar falta de gestão e organização, bem como de confiança no parceiro, ou uma alternativa igualmente válida nos tempos modernos?

 

Existe idade certa para começar a usar tampões?

 

Estamos no verão, e é normal que as meninas queiram aproveitar as férias na praia ou na piscina.

Enquanto são crianças, não há qualquer problema. Mas, quando se vêem na pré-adolescência, na puberdade, e têm que lidar com aquele visitante chato que teima em aparecer todos os meses - a menstrução, as coisas começam a complicar. Mas não é caso para isso.

Já lá vai o tempo em que ouvíamos dizer que não devíamos ir à praia com o período. Que não podíamos tomar banho porque fazia mal. Em que até dávamos um pulinho até à praia mas só nos despíamos da cintura para cima. Em que estar menstruada no verão, em plena época balnear, era um castigo!

Eu confesso que nunca segui nenhuma dessas regras, nem acreditei nesses mitos. 

Mas então, o que fazer quando a menstruação aparece e queremos ir à praia?, perguntam as meninas. É simples, vão! Existe uma solução eficaz chamada tampão.

Sim, ainda existe aquela desconfiança em relação a este método de absorção e protecção interno, e a crença de que o mesmo, quando utilizado por meninas muito novas, pode romper o hímen e fazê-las perder a virgindade. Mas não é verdade.

De qualquer forma, se os pais têm dúvidas, o melhor será esclarecê-las com o médico de família, com o pediatra, ou com um ginecologista.

 

Informações sobre o uso de tampões:

Os tampões têm por objectivo absorver o fluxo antes de sair do corpo. Alguns possuem aplicador, e são mais fáceis de colocar, mais cómodos e higiénicos.

Se houver desconforto, significa que não estará bem colocado, o que é normal acontecer nas primeiras vezes. Nesses casos, é melhor retirá-lo e inserir um novo de forma correta.

Podem ser usados em qualquer idade, a partir do primeiro período. A idade não é um fator determinante para recomendar ou não o uso de tampões.

O tampão é suficientemente fino para atravessar o orifício flexível do hímen sem o romper, tal como acontece com o fluxo menstrual, pelo que o seu uso nada tem a ver com a virgindade. Assim sendo, até mesmo as virgens podem usar sem receios.

 

Os tampões devem ser mudados periodicamente (de preferência de 4 em 4 horas), dependendo também da quantidade do fluxo.

Por esse mesmo motivo (quantidade de fluxo), existem também diferentes tipos de tampões. As mais novas devem começar pelo tamanho mais pequeno. Depois, é só ir adaptando conforme o fluxo é maior ou menor.

Posso dizer-vos que, há uns anos atrás, a minha relação com os tampões não era má, mas estava longe de ser uma amizade para a vida! Só utilizava mesmo em dias de praia, e só mesmo por 4 ou 5 horas. Nunca me senti muito confortável com eles. Mas que dão imenso jeito para estas ocasiões, lá isso dão!

Por isso, se tiverem que recorrer a eles, não tenham receio. Claro que, se tentarem utilizar o tampão e virem que não conseguem, que não se sentem seguras ou confortáveis, não devem insistir.

 

 

 

 

 

Faz aquilo que eu digo, não aquilo que eu faço

Por vezes, aplica-se bem esta frase, quando algumas pessoas se lembram de nos aconselhar a agir de determinada forma mas, quando se vêem em situações semelhantes, acabam por contrariar os seus próprios conselhos!

Como eu costumo dizer, para quem está de fora, e na teoria, é muito fácil falar.

O pior é quando estamos no meio dos acontecimentos e temos que agir – aí o caso muda!

Conselhos, pedidos ou não, dados por quem achou por bem fazê-lo como forma de ajudar, e desde que não sejam com a intenção de essas ditas pessoas se quererem meter onde não são chamadas, não me incomodam.

Aceito-os, como quem aceita um presente que é gentilmente oferecido, mesmo que no meu dia-a-dia não os tenha que, obrigatoriamente, pôr em prática.

Mas fico surpreendida quando esses conselhos só servem para aqueles a quem são dados, e não aos próprios autores!

Não quero, com isto, dizer que condeno a forma como as pessoas agiram. Mas penso que, por vezes, antes de os darem a alguém, valia mais guardarem os conselhos para si próprios, para quando deles precisassem.

Talvez fosse bom reflectir um pouco, antes de os deixar escapar, e perceber se, de facto, são conselhos coerentes com a sua própria maneira de estar na vida, ou se é preferível não dar palpites, para mais tarde não haver o risco de as palavras serem atraiçoadas pelas próprias acções!

Noite Agitada

 

 

Diz-se que as noites foram feitas para dormir, mas por vezes é difícil pôr em prática essa teoria!

E o problema nem foi o de me deitar tarde. Até me deitei relativamente cedo.

O que aconteceu é que não me deixaram aquecer o lugar na cama. Estava eu no meu primeiro sono quando acordei, ao som da minha filha a soluçar, e tive que me levantar para ir ver o que se passava.

Embora desconfiasse que era do joelho, que ela tinha esfarrapado na escola, não era desse mal que ela se queixava, mas sim do ouvido. Pensando que era de estar sempre deitada naquela posição, disse-lhe para se virar para o lado oposto e tentar dormir. Voltei para a cama.

Minutos depois, ouvi-a novamente! Levantei-me e pus umas gotas que a médica tinha receitado a semana passada (e cujo tratamento já tinha terminado), para ver se resolvia a questão. Voltei para a cama.

Como não há duas sem três, mal tinha acabado de me deitar, já ela chorava com dores! Levantei-me e, desta feita, dei-lhe uma colher de Brufen.

Eram quase 2 horas e, dali a pouco mais de quatro, estaria o despertador a tocar. Prevendo que ia ser uma noite a saltitar de um quarto para o outro, resolvi praticar uma noite de co-sleeping!

Peguei nela ao colo, levei-a para a minha cama, e foi remédio santo! Adormeceu agarrada a mim e só acordou de manhã, quando a fui chamar!

Já a mesma sorte não tive eu, que além de ter demorado a adormecer, ainda tive que aturar um despertador maluco que teimou em me acordar de 3 em 3 minutos!

Está mais que visto que era uma noite predestinada a não dormir!

  • Blogs Portugal

  • BP