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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Não faço ideia de onde moro!

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E não é um problema de memória!

 

Ainda a história das moradas.

Ao que parece, existem 3 moradas para o mesmo prédio: a que tenho actualmente, outra igual em que apenas é acrescentado o "esq.º", e uma outra, totalmente diferente em nome e número.

E nem o senhorio sabe qual é correcta.

O meu contrato de arrendamento tem uma morada, que é a do prédio, e a minha morada fiscal. Logo, é essa que devo manter, para efeitos fiscais.

 

Ao consultar a caderneta do prédio, vem com as duas moradas pelo que, de acordo com a funcionária, posso optar por qualquer uma das duas, já que a minha casa acaba por ter uma porta para uma rua, e a outra para outra rua, mas que não valeria a pena mudar.

 

Resta o problema da correspondência. Se o carteiro entender que a minha morada não é a de sempre, mas a nova, pode não deixar lá a correspondência. Se mudar para a nova, o carteiro pode não associar, e correspondência voltar para trás. Ou, como fez ontem, deixar tudo na caixa de correio do senhorio.

A senhoria, teve a brilhante ideia, depois de todos estes anos, de me dizer que a minha caixa deveria estar no muro dela, na frente da casa, e não de lado, como sempre esteve, para o carteiro saber que é a morada antiga. Mas de nada adianta fazer isso, se tiver que mudar para a nova!

 

Desconfio que estas alterações ainda vão dar pano para mangas.

A primeira vez que vi um rato, e não gritei nem fugi!

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Estava a sair do trabalho e, mal abro a porta, vejo lá ao fundo, nas escadas, um rato.

Verdade seja dita, era mais uma ratazana, dado o tamanho do animal.

Andava ali de volta dos vasos, em bicos de pés e eu achei o dito cujo tão fofo, tão engraçado que, pela primeira vez, não desatei a gritar, nem fugi a sete pés!

 

Ele, entretanto, escondeu-se atrás do vaso, e eu desci as escadas, passando por ele, sem receio.

Estamos no centro de Mafra e, como tal, já não é a primeira vez que um destes bichinhos resolve visitar o prédio. 

Com as portas fechadas, andou a circular pelas escadas em todos os pisos, até que foi corrido a pontapé e guarda-chuva, por uns clientes que iam a descer as escadas.

Suponho que não tenha ficado em muito bom estado, mas não sei se sobreviveu.

 

Claro que, se o tivesse visto em casa, a conversa seria outra e, provavelmente, não estaria tão tranquila!

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