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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Da falta de civismo - parte 1

(ou como espantar as pessoas da praia)

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Estávamos deitados os dois na praia, e vemos um casal a preparar-se para ir embora.

Digo ao meu marido que, quando sairem, chegamo-nos mais para cima para ficarmos mais abrigados no muro.

Para nosso azar, um senhor aí nos seus 60's veio mais depressa, com o seu chapéu de sol, ocupar aquele espaço.

Paciência.

 

Ainda assim, havia um outro espaço livre junto ao muro, e passámos para lá.

Uns minutos depois, vejo um homem de pé, ao lado das nossas coisas, encostado ao muro. 

Perguntei-me se seria uma nova moda de apanhar banhos de sol e bronzear.

 

Entretanto, chega mais um outro homem, salta para o lado da praia, e traz mais duas crianças.

Encostam-se ali todos ao muro.

O tal senhor mais velho, ao ver que o seu espaço estava a ser "invadido", pegou nas suas coisas e foi procurar outro espaço mais vazio.

Mal o fez, o pai das crianças aproveitou para estender as toalhas naquele espaço.

 

Passados mais uns minutos, começam a fumar ali.

E lá nos espantaram a nós também, que não queríamos estar a levar com o fumo e o cheiro.

Praia da Adraga

(Colares, Sintra)

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Quem disse que as praias são todas iguais?

Sim, todas têm mar, areia, rochas.

E é certo que a nossa costa é rica em falésias, portanto, encontramo-las frequentemente.

Por outro lado, passamos, quase sempre, pela natureza verdejante para aceder às praias.

Gaivotas também não podem faltar.

Mas...

 

 

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Cada praia é diferente da outra. Esta Praia da Adraga, que fica na zona de Colares e Almoçageme, inserida no Parque Natural Sintra-Cascais.

As imagens que se seguem são o registo de um passeio para conhecê-la, sendo que a primeira coisa que vemos, quando chegamos, é a indicação de que o mar tem correntes fortes e há perigo de afogamento.

E, claro, também há perigo de derrocada das falésias.

 

 

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Das férias que já se foram

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Então, Marta, como foram essas férias?

Olhem, passaram-se!

 

Pouca ou nenhuma televisão vi.

Não peguei num único livro.

Deitei-me quase todos os dias cedo (o único em que fiz excepção valeu-me uma enxaqueca).

Levantei-me quase todos os dias cedo (porque as bichanas queriam alguém de pé para as servir).

 

Depois, para mim, férias de verão é sinónimo de praia.

E, por azar, este ano, pouca praia pude fazer, por causa do bicho que me foi diagnosticado.

Só quem passou grande parte da sua vida nas praias, sabe o quanto elas fazem falta, o quanto precisamos delas.

Aquele sol que nos aquece e nos traz energia. Aqueles mergulhos na água gelada que nos revigoram e levam toda a negatividade.

 

Sim, é verdade que fizemos alguns passeios mas, esses, posso fazer em qualquer altura do ano.

Já a praia...

Mas pronto, tudo por uma boa causa.

 

O que é certo é que o dinheiro se foi, não faço ideia em quê, os dias passaram, e parece que não fiz nada de especial.

Penso que é sempre assim, quando olhamos para trás.

Fica sempre a sensação de que se podia ter feito mais, aproveitado melhor.

E a promessa de que no ano seguinte se irá fazer diferente.

É mais uma daquelas que, na hora, com sorte, se desvanece.

 

Enfim...

As férias acabaram.

Agora só para o Natal, e verão, só para o ano.

Restam 11 longos meses de trabalho pela frente, e fins de semana para tentar compensar.