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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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"O fruto proibido é sempre o mais apetecido"

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Num dia, tínhamos tudo à nossa disposição.

Era algo adquirido. Estava sempre ali, ainda que não precisássemos.

 

De repente, tudo fecha. 

 

E nós?

Nós lembramo-nos, precisamente nesse momento, que até precisávamos de ir à loja "x" comprar alguma coisa, e agora está fechado.

E que dava jeito ter o estabelecimento "y" aberto, porque até tínhamos ideia de lá ir.

Ainda que, até então, não tivéssemos pensado nisso!

 

Porque será que, quando não temos ou não podemos, é quando mais precisamos, ou queremos algo?

Reflexão do dia

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Precisar, é o mesmo que dar valor?

 

No outro dia estávamos - eu e o meu marido - a falar sobre esta questão.

Para mim, são coisas distintas.

 

E até dei alguns exemplos:

Um patrão pode precisar de um determinado empregado porque este lhe faz o serviço que é preciso, e seria um transtorno colocar outro no seu lugar. Ainda assim, pode não lhe dar o devido valor, enquanto funcionário. E, depois, se o funcionário se for embora, continuará a não dar valor, mas sim a sentir falta do serviço feito.

 

Um presidente de um clube de futebol pode precisar que o treinador da sua equipa se mantenha, por ser difícil encontrar quem o substitua, por vários motivos. Mas, independentemente disso, pode dar-lhe valor, sabendo que o empenho e trabalho que leva a cabo, dificilmente aguém o fará da mesma forma.

 

Pode-se precisar muito de algo/ alguém. Pode-se até sentir falta. Mas dar valor, nem sempre acontece.

 

E é por isso que devemos estar gratos quando sentimos que é isso que, efectivamente acontece connosco - que nos valorizam por aquilo que somos e fazemos, e não por uma mera questão de necessidade e logística.

 

 

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