Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Aquele momento em que...

Imagem relacionada

 

... achamos que está tudo pronto e organizado e, quando vamos ver, falta qualquer coisa, temos que fazer de novo e o tempo está em contagem descrescente!

 

 

No dia anterior preparei tudo. Só faltava registar e imprimir no dia seguinte. Coisa rápida. 

Seria algo simples, feito com calma e com tempo.

No dia seguinte, percebo que não encontro os ficheiros, ou encontro, mas afinal ficou um gravado em cima de outro, e agora falta um deles.

Já não tenho assim tanto tempo. A coisa começa a complicar. A pressão a aumentar.

É preciso repetir trabalho e, já se sabe que, com pressa, pode sair ainda mais asneira.

 

 

No final, depois de tudo concluído, descobri aquilo que não encontrei na altura! 

Viver continuamente sob stress...

Resultado de imagem para viver sob stress

 

... não é para mim.

Há quem goste dessa adrenalina, dessa correria, desse stress constante de viver sempre ali no limite, de ter mil e uma coisas para fazer e consegui-las, nem que seja no último minuto!

Para algumas pessoas, só assim a vida faz sentido, só assim se sentem vivas, activas, úteis.

 

 

Para mim, não dá.

A mim, faz-me sentir pressionada, ansiosa, preocupada, nervosa, stressada e, até, irritada.

Nunca fui disso, mas cada vez mais preciso de paz, sossego, calma, tranquilidade, de fazer as coisas ao meu tempo, e não em contrarrelógio.

De fazer as coisas por gosto, com a devida atenção dada a cada uma delas em particular, e não de as fazer de empreitada, como se costuma dizer "a aviar porcos".

 

 

Quando começo a ver muitas coisas a juntarem-se ao mesmo tempo, e percebo que não sei se terei tempo para todas elas, nem como vou dar conta delas em tempo útil e com a celeridade que, por vezes, é necessária, começo a entrar em parafuso.

Parece uma onda gigante que vem lá ao fundo e se está a aproximar, e da qual só nos apetece fugir.

No entanto, até ver, tenho-me mantido dentro de água e, quando a onda chega e passa por mim, afinal não era assim tão grande como parecia.

Até um dia...

 

 

E por aí, são daquelas pessoas a quem o stress dá energia e pica para viver, ou das que preferem a tranquilidade?

 

 

A escrita deve libertar, e não prender

Imagem relacionada

 

Escrever é colocar, por palavras, aquilo que nos vai na alma. 

Aquilo que pensamos, aquilo que queremos dizer, perguntar, informar, sugerir.

Escrever é algo que nos deve dar uma sensação de liberdade, de prazer.

 

Quando isso deixa de acontecer, então, é melhor parar. 

Quando deixamos de ter ideias, quando começamos a acusar a pressão, quando percebemos que estamos a escrever por "obrigação", então é o momento certo para fazer uma pausa.

Porque, dessa forma, em vez de nos sentirmos bem, vamos apenas estar a cumprir com algo que já não nos cativa, e para o qual já pouco temos a contribuir. 

 

Por vezes, não nos apercebemos logo disso. Mas há sinais que nos vão alertando.

Como, por exemplo, quando começamos a pensar que não temos tempo, e é melhor desistir, mas depois até acabamos por arranjar algo à última hora, e continuamos, até voltar a acontecer o mesmo, e voltarmos a desenrascar qualquer coisa, que nos faz ir adiando o inevitável.

 

Por vezes, não é preciso deixar de escrever, ou fazê-lo de forma definitiva. Mas algo tem que mudar, para que aquele desejo e inspiração volte, e nos faça sentir a escrita como uma forma de liberdade, e não uma prisão, da qual queremos sair, sem saber bem como.

Ainda sobre a MEO!

Resultado de imagem para meo

 

Depois daquele telefonema da parte da MEO, em Abril, para eu aderir ao novo tarifário, que nunca produziu efeitos, e de um outro, em Setembro, em que disse que não tinha interesse, voltaram a ligar-me este mês.

Queriam saber se tinha recebido ou visto a mensagem que me enviaram no mês anterior, sobre o aumento dos preços do meu actual tarifário, e a possibilidade de mudar para um mais adequado às minhas necessidades, ou seja, o tal tarifário Unlimited da outra vez. Mas com a diferença que, agora, em vez dos 10,99 euros pagaria 14,99 de mensalidade, e que o meu saldo actual não seria descontado nas primeiras mensalidades, ou seja, ficaria com ele ali parado.

Falei-me da proposta de Abril, e que não tinha dado em nada. Ficou muito admirada e foi ver o que se tinha passado. Não há qualquer registo de contacto no dia que lhe indiquei. Desapareceu! O que é curioso porque as conversas até são gravadas. 

O que me leva a pensar que, ou quem me ligou não tinha nada a ver com a MEO e estava a tentar fazer trafulhice (o que não me parece porque nos dias seguintes uma outra colega da MEO verificou que havia lá o pedido feito), ou que alguém da MEO fez um trabalho tão mal feito que tiveram que limpar o mal pela raiz, e apagar tudo o que pudesse dar problemas!

Mas, adiante, disse à senhora que iria pensar, e depois lhe dizia alguma coisa. Ou melhor, perguntei se poderia ser assim, ou se tinha que responder naquele momento. Respondeu-me que tinha que ser na hora, porque eu já tinha recebido vários avisos e mensagens, e que todas as dúvidas que tivesse ela poder-me-ia esclarecer ao telefone.

Sendo assim, disse-lhe que não queria. Porque não tenho que responder sob pressão, como eles querem, e só porque querem. Disse-lhe também que já tinha perdido muito tempo, que estava no trabalho e não podia estar ao telemóvel mais tempo. Depois de muita conversa, lá concordou em voltar a ligar de novo. 

- A que horas sai do trabalho?

- Às 19h.

- Então posso ligar-lhe às 18.55h?

- Acabei de dizer que saio às 19h, que nem sempre é 19h, só depois dessa hora é que estou disponível!

 

Ligou-me às 19.03h. Não atendi. Ainda estava no trabalho. Pensei, de acordo com o que ela me tinha dito, que seria a última tentativa de contacto deles sobre este assunto.

Desde então, têm ligado todos os dias, a várias horas diferentes, sempre quando estou no trabalho! Para quem não podia esperar por uma resposta, nem tão pouco ligar de novo, até estão a ser bastante persistentes!

Como lidar com uma birra da filha em pleno centro comercial

 

Quando fui ao El Corte Inglés, deparei-me com uma cena pela qual eu própria muitas vezes passei, quando a minha filha era mais pequena, mas que me deixou incomodada pela forma como a mãe a tentou resolver.

Tínhamos acabado de chegar à cafetaria, para lanchar. Sentámo-nos, e oiço uma senhora ao nosso lado a reclamar porque uma menina com os seus 3/4 anos estava a gritar à tanto tempo, e a mãe não fazia nada. De facto, a menina estava a chorar desalmadamente, com uma birra enorme.

Ora, não é fácil para uma mãe estar num local público, com os seus filhos a fazerem birra para todos ouvirem, e saber que tem todos os olhos postos em si. Se ignora, é porque não faz nada, se lhe ralha, é porque devia falar de outra maneira, se lhe dá uma palmada, é porque é agressiva. 

E quanto mais a filha berra, e as pessoas se incomodam, mais a mãe se enerva e pior pode ser o resultado. Foi o caso. A mãe levanta-se da sua cadeira, pega na filha por um braço e, confiante porque ficava tapada com o armário, coloca a menina à força numa cadeira ou banco, não percebi bem, e tapa-lhe a boca com a mão para ninguém a ouvir.

Logo em seguida, talvez tenha caído em si, e largou a miúda que, passado uns minutos, acabou por se calar. E foi a família toda embora, como se nada tivesse acontecido.

 

  • Blogs Portugal

  • BP