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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Problemas com o fornecimento do gás

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Há por aqui uma loja na qual se pode comprar, para além de electrodomésticos e artigos para a casa, gás engarrafado. E entregam em casa.

Evita-nos ter que andar com garrafas "às costas", de casa para o carro, e a reboque, deste para os hipermercados.

Podemos encomendar por telefone, eles entregam, e depois pagamos. Ou podemos ir à loja, pagar, e depois levam a casa.

 

Na segunda-feira fui à loja, à hora do almoço. 

Disseram-me que não garantiam a entrega para aquela tarde. Sem stress. Podia ficar para o dia seguinte, que é o que fazem quando já não podem no próprio dia.

Não entregaram naquele dia. Voltei a pôr a bilha dentro de casa. Na terça, pus na rua. Ao final do dia, não tinha a nova.

 

Ontem de manhã, liguei para saber o que se passava.

Segundo me informaram, não tinham indicação de que tivessem ficado entregas pendentes, mas iam ver a situação e, ainda nesse dia, resolveriam o problema.

Quatro da tarde, e ainda nada. Voltei a ligar. Disseram que ainda era cedo, mas para estar descansada, que seria entregue.

Dali a pouco, ligam-me da loja.

Queriam saber se eu estava em casa porque o distribuidor queria falar comigo. 

Respondi-lhe que não. Mas que a garrafa estava na rua, podiam ir lá.

Ah e tal, é que ele diz que deixou lá o gás na 2ª feira

"Deve ter deixado tanto como da outra vez, que também dizia que o tinha feito e não tinha deixado nada. Se tivesse lá deixado, tinha levado a vazia, certo? Ou era algum ladrão que ia lá buscá-la, deixando uma vazia em troca?"

Pediu desculpa, e disse que ia ver com o distribuidor. Que provavelmente ele teria ido fazer entregas nessa rua, e estava a fazer confusão.

 

Às 18h, já lá estava a garrafa cheia.

Ora, se eles tivessem razão, iam lá deixar outra?

Já é a segunda vez que me fazem isso. Não entregarem e, depois, dizerem que lá foram.

Estão a passar-me um atestado de estupidez, só pode!

Já parecem os funcionários dos CTT, quando deixam aviso a dizer que não estava ninguém em casa, e nem sequer bateram à porta, ou tocaram à campainha.

 

 

Fugir dos "fantasmas", ou enfrentá-los?

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Nem sempre estamos com vontade, disposição ou força para enfrentar os "fantasmas" que vão surgindo na nossa vida.

Seja um problema, uma dificuldade, uma desilusão, uma perda, temos tendência a fugir, a tentar encontrar um refúgio ou bolha onde nos possamos esconder, e esquecer momentaneamente o que nos faz sentir mal.

 

Quantas vezes não demos por nós a "vingarmo-nos" numa ida às compras, numa viagem, numa ida ao ginásio, ou até naquele balde de gelado, naquele hamburguer XXL com todas as calorias a que temos direito, naqueles pacotes de bolachas, batatas fritas ou barras de chocolate que comemos porque precisamos de algo doce, ou salgado. Ou mesmo naquela garrafa de uma qualquer bebida à qual nunca ligámos muito mas que, naquele momento, parece ter alguma utilidade.

 

Pois... 

Acontece.

Funciona como um escape que nos proporciona um esquecimento, uma alegria ou felicidade temporária.

Mas a verdade é que não podemos fugir deles para sempre.

 

Esse efeito prazeroso que nos "anestesiou" dura pouco e, depois, quando passa, percebemos que ainda acrescentámos mais "fantasmas".

Para além de não ter resolvido o problema original, a pessoa que já estava deprimida, fica ainda mais quando ganha a noção de que gastou dinheiro, fez figuras tristes ou arruinou a dieta, por exemplo!

E ainda se sente pior, e culpada.

É como uma criança a quem é dado um brinquedo novo para parar a birra e faz efeito durante uns minutos mas, dali a pouco, já não tem graça, já não o querem, e volta a birra.

 

Podemos andar a vida toda a fugir dos "fantasmas", mas eles não vão desaparecer, nem deixar-nos em paz. 

Por isso, por muito que custe, é preferível enfrentar os fantasmas, do que fugir deles. 

"Remar contra a maré"

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Durante vários dias de viagem:

- O barco tem um furo.

- Tapamo-lo. Não há-de causar grande estrago.

 

- Está demasiado vento. Vai desviar o barco.

- Juntos talvez consigamos contornar.

 

- O remo partiu-se. Assim nunca mais lá chegamos.

- Remamos com o que temos. Demora mais, mas havemos de lá chegar.

 

- Com esta tempestade é impossível seguir em frente.

- Ficar no meio dela também não é solução.

 

- As provisões estão a acabar. Qualquer dia não temos o que comer ou beber.

- Economizamos. Poupamos até chegar ao destino.

 

- Já não remas com tanta força como antes. À velocidade a que vamos, o mais certo é o barco ir ao fundo antes da chegada. 

- Sim, é verdade. estou mais cansada. Mas nem por isso paro.

 

- Assim não dá, o barco está a deixar entrar água por todo o lado. Não vale a pena consertar de um lado, se se estraga do outro. Vai acabar por afundar.

- Tens razão. Desisto. É melhor deixar o barco afundar!

 

Alguns minutos depois:

- Não era isso que eu queria dizer. Não quero que o barco afunde.

- Pois, mas de tanto o dizeres, começo a concordar contigo. Não vale a pena "remar contra a maré".

 

Reflexão do dia: Problemas

Como resolver problemas?

 

Se não queres ter problemas, não os procures, não vás atrás deles, não te envolvas neles.

 

Já basta os que vêm ter connosco sem estarmos à espera, e que somos obrigados a resolver. Não precisamos de correr atrás deles, para depois ali ficarmos presos, sem saber como sair deles, como numa teia de aranha em que, quanto mais nos tentamos desenvencilhar, mais nos enredamos.

Problemas com a recepção dos comentários no email

Barri.goods | Freepik

 

À semelhança do que já tinha acontecido há uns tempos, aqui pela blogosfera, estou novamente com problemas na recepção dos comentários feitos aos blogues, no meu email.

Não recebo qualquer notificação dos comentários que fazem ao meu blog, nem dos comentários de resposta aos meus comentários, feitos noutros blogues.

E se, os primeiros, ainda os consigo ver aqui, os segundos, só indo a cada um dos blogues comentados, para confirmar.

Mais alguém por aí que esteja a passar pelo mesmo?