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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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O problema das legendas nas séries e filmes

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O problema da legendagem em filmes e séries, é que nem sempre corre bem, pelos mais variados motivos, e isso afecta a forma como visualizamos o filme ou série em questão tornando-se, muitas vezes, mais prejudicial, do que útil.

 

 

Por exemplo, em algumas séries e filmes da Netflix, existem partes em que as personagens falam, mas não existem quaisquer legendas. Para quem até percebe relativamente bem o idioma das mesmas, não há problema, vai acompanhando. Mas, para quem não domina o idioma, acaba por se perder, e não perceber o que foi dito.

 

 

Já noutros casos, as legendas existem, mas estão adiantadas, ou atrasadas, em relação à acção. Ou seja, quem está a ver, e a guiar-se pelas legendas, não vai conseguir identificar o que lê, com o que vê. Neste caso, para quem costume associar automaticamente aquilo que é dito no idioma original, com a respectiva tradução e legendagem, é preferível, ainda assim, cortar o som. 

O ideal, mas nem sempre possível, para quem compreenda o que é dito na versão original, seria também retirar as legendas, que só atrapalham. 

 

 

E por aí, já tiveram alguma situação parva com as legendas de algum filme ou série que viram?

 

Quando os casais fazem vida conjunta mas com carteiras separadas

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Será assim tão estranho?

 

Longe vão os tempos em que o marido trabalhava para sustentar a família, enquanto a mulher ficava em casa a cuidar dos filhos, e a gerir a casa, bem como tudo o que com ela estava relacionado, nomeadamente, as despesas.

E parecem estar a passar de moda os tempos em que ambos trabalham e, no final do mês, juntam os ordenados, e vão gastando do mesmo "saco".

 

A tendência é para, cada vez mais, sobretudo quando já passaram por mais do que uma relação, os casais fazerem vida conjunta, mas com contas e despesas separadas, como quem diz: "amor, amor,  carteiras à parte".

 

Isto não significa que não acabem por contribuir, de igual forma, para as despesas comuns. 

O que acontece, muitas vezes, é ficar estipulado o que cada um fica responsável por pagar, dividindo os gastos conjuntos. Quanto ao resto, cada um pode fazer o que bem entender com o dinheiro, e gasta onde quiser, sem ter que dar justificações.

Não são raras as vezes em que maridos e mulheres implicam com o que o outro membro do casal compra, ou com o que gasta dinheiro. Ou vê-se obrigado a estar sempre a pedir, se for só um a gerir o mesmo. 

Também acontece, quando um gasta mais do que devia, o outro precisar e não ter.

 

Pode parecer mentira, mas uma das razões que mais levam ao divórcio/ separação dos casais, são precisamente as questões financeiras.

E, numa altura em que até o IRS, por exemplo, pode ser declarado em separado, não é de estranhar que as carteiras também o sejam.

 

Eu funciono assim com o meu marido, e não mudaria.

Por aqui, cada um recebe o seu ordenado, em contas bancárias separadas, paga as contas que tem a pagar, e fica com o resto para fazer o que entender.

Da minha parte, estou encarregada de pagar a renda da casa e, recentemente, a prestação da Netflix.

O meu marido, em compensação, fica com as despesas de água, luz, gás e tvcabo.

Eu compro a areia para as gatas. Ele, a ração. 

Ambos compramos coisas que todos utilizamos em casa, mas cada um compra para si aquilo que quer ou gosta, e o outro até nem quer.

Se há gastos extra, vemos que tem mais possibilidades de pagar no momento mas, normalmente, gastos relacionados com o carro ficam para ele, e com a casa, para mim.

Tudo o que cada um de nós queira gastar a mais, é problema seu.

Mas acabamos por, em várias situações, irmos alternando as despesas, do género, hoje pago eu o cinema, para a próxima pagas tu.

 

E aí desse lado, consideram que é uma prática que não faz sentido, e pode até revelar falta de gestão e organização, bem como de confiança no parceiro, ou uma alternativa igualmente válida nos tempos modernos?

 

Um azar nunca vem só

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Como um azar nunca vem só, depois do problema com os CTT Expresso, chegou a vez da Coprel.

Comprei ontem uma garrafa de gás na loja, que ficaram de entregar à tarde. Não o fizeram.
Hoje, ao ligar para lá, informam-me que a entrega foi feita!

 

Ah sim? E foi feita onde?
Na minha casa não foi, porque quando cheguei à noite, a garrafa vazia, continuava lá, à espera da troca.

Ficaram de ir ver...

Aguardam-se os próximos capítulos!

 

Porque não participaria num programa como o Casados à Primeira Vista!

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Em primeiro lugar, porque tenho uma vida banal, sem escândalos ou segredos escabrosos por revelar o que, logo à partida, invalidaria a minha participação ou sequer escolha, da parte da produção, para participar!

 

Mas, imaginando que, de facto, isso era irrelevante, e que eu estava sozinha e disponível para uma aventura do género, não participaria porque:

 

- tenho uma filha, e nunca a deixaria entregue aos cuidados dos avós ou do pai, para embarcar numa experiência que me afastasse dela por mais que um dia - um filho precisa da mãe (e do pai, se for o caso) ao seu lado, sobretudo se forem pequenos

- tenho uma filha, e não a sujeitaria a viver com uma pessoa que eu própria não conhecia, um perfeito desconhecido para ambos

- tenho duas gatas e, tal como acontece com a minha filha, nunca me separaria delas, nem as deixaria entregues a ninguém

- pelos motivos atrás indicados, e outros mais, nunca deixaria a minha casa, para ir viver noutra casa qualquer, ou na de outra pessoa

- sou alérgica ao casamento - nem com o meu marido, estando juntos há quase 9 anos, me caso, quanto mais com um estranho 

- partindo do princípio que o casamento é oficial, e não apenas simbólico, o que é que isso acarretaria, em termos legais? E o divórcio? Suponhamos que a pessoa não se quereria divorciar? Que argumento será utilizado num divórcio sem consentimento? E responsabilidades com dívidas que entretanto houvesse? Se com alguém que conhecemos num processo dito normal, já temos problemas e surpresas, quanto mais assim.

- nunca deixaria a minha felicidade, e eventual descoberta do amor, nas mãos de estranhos

 

O amor é muito mais que mera ciência.

Pode-se tentar estudar, analisar, compreender, alcançar, experimentar...

Mas nenhum desses processos nos garantirá alcançá-lo ou vivê-lo.

Essa parte, cabe a cada um de nós!

São tantas as concicionantes e variáveis, e tantos os factores que podem influenciar, que nenhum especialista, por muito que formule hipóteses, faça previsões, promova ou intente experiências, conseguirá mais do que meras probabilidades.

 

E, pelo que já vimos, essas probabilidades têm tido resultados maioritariamente negativos e contrários ao esperado!

 

Parece que ontem foi o dia da mãe

Foto de Inês Santos.

 

E a minha filha não quis deixar de assinalar o dia, com esta imagem de nós as duas. Até porque há anos em que nem passamos o dia juntas.

Tirando isso, foi um dia como outro qualquer. Ou melhor, foi pior que um dia qualquer.

Começou com uma ligeira dor de cabeça, mas que ainda deu para fazer algumas coisas em casa, ir às compras e participar nesta sessão fotográfica.

Depois da ajuda nos TPC's, descambou tudo. A dor de cabeça era tão forte, a juntar ao frio repentino e à má disposição, que me atirou para a cama, enquanto a minha filha estudava para o teste. Só melhorou à noite.

 

A minha sobrinha foi operada à perna este fim de semana.

Era para ter sido na sexta de manhã, mas os médicos "esqueceram-se" dela, e só foi para o bloco à noite, depois de um dia inteiro de nervos, e vómitos por conta de medicação errada.

Infelizmente, o estrago era maior do que pensavam e parece que metade da rótula foi destruída. Agora é esperar para ver se, quando começar a poder andar, o que restou da rótula aguenta com o peso dela.

 

O fim de semana de verão também deixou marca no meu marido que, para além da dor de dentes, arranjou uma infecção na garganta.

 

O que vale é que vem aí uma nova semana, e mais um feriado aqui para estes lados já na 5ª feira!

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