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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Expliquem-me como se eu fosse muito burra!

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Ontem, para ir ao cinema, apanhámos o autocarro para Lisboa.

Tendo a minha filha 13 anos, perguntei se já pagava bilhete inteiro. A motorista confirmou que sim, com essa idade, já paga um bilhete inteiro mas, como é férias da Páscoa, a empresa tem a promoção que permite aos estudantes pagar meio bilhete. Por isso, foi meio bilhete que ela pagou. Sem stress, tendo a motorista sido muito simpática e atenciosa.

 

Também no cinema, paga o bilhete estudante em vez do normal. Sem stress.

 

À vinda, ela pediu meio bilhete. O motorista tirou, mas perguntou se ela tinha documento de identificação com ela. Por acaso eu tinha-o comigo, e já ia tirar quando ele me diz que não precisava de mostrar, era só para o caso de aparecer o fiscal.

Perguntei eu "então mas ela mesmo tendo 13 anos, não está abrangida pela campanha da Páscoa?".

Respondeu o motorista "sim, sim, mas tem que ter o documento de identificação com ela, senão paga bilhete inteiro".

 

 

Agora, expliquem-me como se eu fosse muito burra, porque depois de toda esta explicação, continuo sem perceber o que uma coisa tem a ver com outra.

Partindo do princípio que o dito "documento de identificação" é o cartão de cidadão, o que é que o mesmo prova? Que ela tem 13 anos. 

Estariam por acaso a pensar que ela seria uma adulta disfarçada de criança? É que mesmo com 18 anos, ainda poderia ser estudante! E no cartão de cidadão não diz que ela está a estudar. Ainda se pedisse o cartão de estudante, aí compreendia. Assim, não consigo perceber.

É que nem no cinema pediram nada disso.

 

De qualquer forma, fiscais é algo que não vejo há décadas nestes autocarros. Não sei para quê tanta conversa fiada.

 

Masterchef Júnior - o episódio mais esperado de sempre!

 

 

Como estava prometido, ontem pudemos assistir à prova de repescagem, que permitiria a entrada a dois ex concorrentes. Tive pena de a Carolina e o Pedro Jorge ficarem em pares diferentes, o que significava que, entrando novamente o Pedro Jorge, a Carolina ficaria de fora. E talvez merecesse mais que a Gabriela. Mas isto é apenas a minha opinião pessoal, claro.

 

 

 

Tudo começou com um belo passeio até Alcobaça, e uma visita guiada ao Mosteiro de Alcobaça. Naquele dia, os mini chefs estavam de folga!

 

 

 

Acho espectacular a forma como o Manuel Luís Goucha lida com estes miúdos, e o conhecimento que lhes transmite em cada episódio. Foi, sem dúvida, o melhor guia que poderiam ter!

 

 

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Vestidos a rigor, pareciam pequenos príncipes e princesas, mas o meu destaque vai mesmo para a pequena Leonor, que estava linda e parecia mesmo da realeza. É uma miúda mesmo querida, linda e muito talentosa, pelo que disse o tio Manuel, no final, sobre ela. 

 

 

 

A prova de repescagem consistia em cada par cozinhar um determinado prato, e o par que cozinhasse o melhor voltava a entrar. O menu seria servido aos mini chefs, aos jurados, e a 4 convidados especiais, entre eles Ana Sofia, Diogo Amaral, Sílvia Rizzo, e o Presidente da Câmara de Alcobaça.

E, terá sido impressão minha, ou os convidados estavam ali demasiado sisudos e sérios no meio daquelas crianças, como se preferise estarnoutro sítio qualquer menos ali?

 

 

 

Terminado o banquete, e escolhido o prato vencedor - a sobremesa - confeccionada pelo Pedro Jorge e Gabriela, estava de volta ao programa aquele que tanta tinta, e lágrimas, fez correr ao longo da semana, com a sua saída inesperada.

 

 

 

Mas, enquanto o Pedro Jorge estava feliz pelo regresso, o Gonçalo disse adeus ao programa e à tão desejada vitória, juntamente com a Leonor.

Tive pena que a Leonor tivesse saído, mas penso que foi justo, uma vez que existem concorrentes mais fortes. Já em relação ao Gonçalo, lamento mas gostei que tenha ficado por aqui. Por muito conhecimento que tenha, e use termos pomposos, falta-lhe colocar isso na prática, falta-lhe humildade, espírito de equipa, camaradagem. Como disseram os jurados, ele acha-se (ou fizeram com que ele se achasse) tão bom, e tem tanta ânsia de o provar e fazer pratos tão elaborados, que acaba por se esbarrar.

Nem sei como é que ele ontem conseguiu elogiar um prato de um colega - a lasanha do João Mata - e parece-me que também a entrada do banquete. Até fiquei parva! Querem ver que o miúdo está a mudar?

Não está. E a prova disso veio no final quando, depois de os jurados criticarem o seu prato, diz que espera que os pratos dos colegas estejam ruins, e quando afirma que tem pena de sair porque gostava de chegar à final com o Tomás, mas ser ele a ganhar, claro!

 

Hoje, a opinião é unânime e quase todos os espectadores estam duplamente felizes: pela tão aguardada saída do Gonçalo, e pelo tão aguardado regresso do Pedro Jorge. 

E o episódio de ontem terá sido, provavelmente, o melhor e mais esperado de sempre!

 

Imagens http://www.tvi.iol.pt/masterchef/

Ser mãe também é isto!

 

Dar a sua vida para tentar salvar a de um filho!

 

É o que alguns pais (mães e pais) fazem para proteger, defender ou tentar salvar um filho seu, nas mais diversas ocasiões. Por vezes, bem sucedidos. Outras, com um desfecho mais trágico.

 

E foi o que fez Brenda Lee McCool, uma mulher de 49 anos que, anteriormente, tinha sobrevivido a dois cancros, e mãe de 11 filhos, para salvar um deles durante o ataque à discoteca Pulse.

Na madrugada de domingo Brenda, que frequentava habitualmente a discoteca com o filho gay de 21 anos, Isaiah Henderson, ao ver o atirador apontar a arma ao filho, colocou-se à sua frente e pediu ao filho para se baixar.

Brenda perdeu a vida. O filho sobreviveu. Não precisava nem deveria ser assim...

Mas foi uma prova de amor. Porque ser mãe também é sentir este amor incondicional pelos nossos filhos! E, se necessário for, dar a vida por eles!

 

 


Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/mae_morreu_para_salvar_filho_de_21_anos.html

Os Km mais longos, e loucos, de Portugal!

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Eu bem sabia que havia uma corrida com chouriços e presuntos!

Dizia o meu marido que se tinha inscrito para um trail, e eu perguntei-lhe se era aí que ofereciam enchidos! Claro que ele ficou estupefacto. Nunca tinha ouvido falar em tal coisa! 

Mas afinal existe uma prova onde isso acontece, e só podia mesmo ser aqui em Mafra: "Os Km mais longos de Portugal"!

A iniciativa é da Manzwine (marca portuguesa de vinhos) que pretende, com esta iniciativa, promover "o desporto, convívio e animação entre paladares apurados e apreciadores de produtos regionais".

As inscrições estão abertas e os interessados poderão optar pela corrida de 12 Km ou pela caminhada de 7 Km, num percurso entre Cheleiros e Mafra, dedicado ao tema "Os Romanos"!

Pessoalmente, trocaria o "longos" pelo "loucos", por esta corrida parece mesmo uma prova de doidos! No bom sentido, claro!

 

Vejam aqui toda a informação acerca desta original e diferente prova desportivo-degustativa: 

http://www.oskmmaislongosdeportugal.com/

Lado a lado

 

A vida nem sempre é justa.

Todos os dias somos postos à prova e, por vezes, não temos vontade de seguir adiante com a corrida. 

Por vezes, limitamo-nos a caminhar ou, simplesmente, paramos quando nos confrontamos com as dificuldades.

Mas, se tivermos alguém que nos dê a mão, que nos dê força, que nos apoie, que corra ao nosso lado, tudo se torna mais fácil!

Diz-se que a solidão que sentimos quando nos abandonamos a nós próprios é bem maior do que aquela que se sente quando os outros nos abandonam. É verdade.

E se nós próprios nos abandonarmos, quem nos irá querer acompanhar? 

Mas não somos ilhas isoladas neste mundo. Precisamos uns dos outros, precisamos de partilhar, dar e receber, ajudar e ser ajudados, amar e ser amados. Que prazer haveria se não tivessemos com quem dividir as coisas boas? E como seria terrível se não tivessemos alguém com quem superar as coisas más? 

É bom ter alguém para nos puxar, quando pensamos que não temos mais forças para continuar a corrida. E é bom poder abrandar para ajudar alguém que está a ficar para trás.

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