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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Decisões...

15 frases que te farão pensar sobre a vida

 

Porque é que tantas vezes as evitamos?

As adiamos?

 

Porque é que, tantas vezes, tentamos contorná-las?

Empurrá-las para outra pessoa?

 

Porque as tememos tanto?

Porque receamos tanto as suas consequências? Os seus efeitos?

Porque evitamos tanto assumir essa responsabilidade?

 

Nem sempre é fácil tomar decisões.

Nem sempre há decisões fáceis de tomar.

Ainda assim, é preciso tomá-las.

Tomar decisões implica coragem. Determinação. Que nem sempre temos.

 

Há inações que esperam acções.

Há momentos que pedem decisões.

Há pedidos ocultos que apelam a decisões.

Há silêncios que gritam por decisões.

Há urgências que obrigam a decisões.

 

A decisão que tem de ser tomada, neste momento, é necessária, ainda que não consensual.

De um lado, está o respeitar da vontade do outro. O não querer agir, para não melindrar. O acatar do desejo do outro, se isso o faz sentir melhor. Ainda que, na prática, lhe esteja mesmo a fazer pior.

De outro, está o agir o quanto antes, de forma radical, para evitar o pior. Ainda que, fazendo-o, se vá contra a vontade e desejo do outro, e se arrisque a, na ânsia de querer o melhor, levar ao pior.

E, no meio, está o tentar conseguir alguns progressos, o tentar respeitar a vontade, ainda que com algumas cedências, para que o pior não chegue nem de forma passiva, nem de forma activa, mas sem certezas de, nesse tempo, conseguir melhorar o que quer que seja. O que, provavelmente, poderá ser um arrastar negativo.

 

Pois, é difícil decidir...

Mas alguma decisão terá que ser tomada.

Antes que seja tarde demais.

Se não for já tarde demais...

Ser diferente...

Ser diferente é não ser anormal - Há Lobo no Cais

 

As pessoas não estão habituadas ao que é diferente.

Estranham. Desconfiam. Receiam.

Mas também têm curiosidade.

E, com o tempo, tendem a seguir posições totalmente opostas ao que é diferente, e aos que são diferentes.

Ou se aproximam, na ânsia de satisfazer a curiosidade. E acham piada, tal como a tudo o que é novo, ou novidade.

Ou rejeitam. Desprezam. Ostracizam. Discriminam.

Podes tentar, de todas as formas, agradar. Tentar que te aceitem.

 

No entanto, a forma como te vêem não depende daquilo que faças, ou que digas.

Depende da cabeça, da mentalidade e da vontade de quem te vê.

 

Podes ter a sorte de, realmente, te aceitarem como és. De aceitarem a diferença.

Mas, na maioria das vezes, apenas toleram. Usam quando dá jeito, quando é conveniente.

Ou, então, nunca chegam a aceitar.

Porque o que é diferente, incomoda. É visto como uma ameaça. Uma ofensa.

Algo que não encaixa. Que não pode coexistir no mesmo meio, no mesmo espaço.

E que nunca será bem visto, nem aceite, pelos demais.

 

E, sabes que mais?

Não importa!

Não tens que ser igual. Não tens que ser o que os outros esperam de ti.

Se és diferente, tira partido dessa diferença. Usa-a a teu favor.

Esquece quem não tem a capacidade de perceber o que está a perder.

Quem não compreende que a diferença enriquece, acrescenta, complementa.

Não tira nada de ninguém.

 

É bom ser diferente.

Ainda que essa diferença incomode muita gente.

Gente que, no fundo, também gostaria de ser diferente.

Mas não se atreve. Não tem coragem de sê-lo.

 

 

Inspirado na série "Anne With an E".