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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Creme de coentros (à minha moda)

A imagem pode conter: comida
 
 
Feita por quem não percebe grande coisa de culinária, e raramente se arrisca naquilo que não conhece.
 
 
Ingredientes, para 4 doses:
 
1 courgete
1 alho francês
3 batatas médias
1 cebola pequena
100g de coentros 
4 ovos cozidos (1 ovo por dose/ pessoa)
 
Colocar a courgete, o alho francês, a cebola e as batatas, cortadas em pedaços, numa panela e levar ao lume para cozer, juntamente com os talos dos coentros picados.
Quando estiver tudo cozido, triturar.
Juntar água, se for preciso, e levar ao lume novamente. Quando estiver a ferver, juntar as folhas dos coentros e deixar cozinhar.
 
Eu devo ter deixado uns 15/20 minutos (acho eu). Se a pessoa preferir sopa, deixa menos tempo. Se quiser que fique mais tipo creme, fica a reduzir um pouco mais.
 
Triturar novamente. Juntar sal e azeite.
Quando for servida, coloca-se um ovo cozido picado em casa prato/ tigela.
 
 
 
Saíu bem. Ficou boa.
O meu marido gostou. E eu também.
Mas é daquelas sopas que se come uma vez, para matar o desejo, e chega.
E o ovo cozido dá aquele toque que torna a sopa mais saborosa, e menos enjoativa.

Foi Sem Querer Que Te Quis

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Foi mesmo!

Já tinha tantos romances na minha lista que, para juntar mais algum, seria preciso que se mostrasse diferente dos restantes, ou me cativasse de alguma forma diferente.

E foi assim que, num dia, o estava a adicionar à lista e, mais tarde, ao vê-lo mesmo ali ao meu alcance, não resisti, e comprei!

 

 

A história:

Foi sem querer que te quis conta a história de Beatriz e Leonardo. A forma como os dois se cruzam, omo os seus caminhos se interligam, e que mudanças ocorrerão nos dois, que os tornarão pessoas melhores e mais preparadas para amar.

Beatriz é terapeuta ocupacional no lar onde está o avô de Leonardo, o Sr. Nicolau. 

Quando o relacionamento de Beatriz com Gabriel termina, Nicolau promete dar-lhe a "receita do amor", se ela ajudar o seu neto a ultrapassar o que o está a tornar numa pessoa que nada tem a ver com o que um dia foi.

Com a morte do Sr. Nicolau, ambos se comprometem em satisfazer o último pedido do avô: Beatriz em ajudá-lo, e Leonardo a não colocar obstáculos a essa ajuda.

Se, no início, as coisas não correm nada bem e Beatriz pensa até desistir dessa missão, o tempo vai mostrar que paciência e persistência podem ser bons aliados.

E o que parecia uma aversão mútua à primeira vista, começa a transformar-se em algo muito diferente, que os dois já não conseguem esconder.

Mas, estarão Beatriz e Leonardo destinados a ficar juntos?

Ou será que o destino irá trocar, mais uma vez, as voltas ao casal?

Existirá mesmo uma "receita" para o amor?

 

 

A minha opinião:

Gostei imenso da construção da personagem do Leonardo, e de todo o rumo que foi tomando até ao final. Já a Beatriz, não me convenceu tanto. Pareceu-me estar ali na história apenas como veículo de transmissão de ensinamentos, "frases feitas" e pensamentos, maioritariamente, absorvidos por ela graças às conversas com o Sr. Nicolau.

Surge quase como uma benfeitora, uma guia que conduz Leonardo pelo caminho certo para a sua vida, impedindo que ele se desvie por outros atalhos que não o levarão a lado nenhum.

No entanto, ela própria está longe de ser dona e senhora da razão, e também comete erros, também tem que se descobrir a ela própria, e saber o que é melhor para si.

 

Confesso que a parte final da história foi surpreendente, e está tão bem contada que nem me apercebi do que tinha acontecido mas, revelado o mistério, faz sentido, e  foi o que mais me emocionou.

Não é daqueles romances que marcam de uma forma inexplicável, mas é um bom romance de estreia para o autor, com uma boa premissa, que levará certamente os mais românticos a querer saber qual é essa receita que terão que experimentar para terem sorte ao amor.

Poderá ser, tão somente, um bombom com recheio de framboesa?!

 

 

 

As frases que mais me marcaram no livro:

"Não há pessoas boas demais, há pessoas boas de menos. Ser-se bom demais é o normal, Apenas não parece porque as pessoas boas de menos são muitas mais."

 

"Esse é um erro bastante comum nas relações porque infelizmente as pessoas confundem tudo. Confundem amor com paixão, paixão com obsessão e até mesmo amor com amar."

 

"Talvez o mal da humanidade seja fazer tudo por interesse, na expectativa de algum retorno ou recompensa."

 

"Se tens dúvidas é porque não amas. Se não sabes se é forte é porque não é forte e se não é forte não é amor."

 

"Não fales do que não sabes e muito menos do que achas que sabes."

 

"O depois é um lugar imaginário para onde gostamos de empurrar as decisões da nossa vida. O depois é o lugar favorito dos indecisos, que só empatam a vida de quem já sabe o que quer."

 

"Nós temos por natureza o mau hábito de adiar uma cura só porque ela dói. Não admitimos, mas a verdade é que preferimos ir sofrendo devagarinho com a possibilidade do que sofrer  muito de uma só vez com a certeza."

 

"Acomodamo-nos tão facilmente a uma meia-tristeza que chegamos a acreditar que ela é uma meia-felicidade, mas uma meia-felicidade nada mais é do que uma infelicidade disfarçada."

 

"...uma relação saudável é composta por duas pessoas inteiras, e não por duas metades que formam um."

 

" ... amar alguém é querer que essa pessoa seja feliz... E apego é querer que essa pessoa nos faça feliz."

 

 

 

Eu identifico-me muito com a que fala do "depois". Porque eu sou muito de empurrar tudo para o depois, quando não estou certa daquilo que realmente quero. Não é um não, mas também não é um sim com certeza. É um preciso de pensar sobre isso. E acredito que, a certa altura, isso acabe por empatar quem já está certo daquilo que quer, e fica dependente de nós.

 

    

Agora deixo-vos um desafio - escolham a frase com que mais se identificam, ou sobre a qual tenham algo a dizer, e deixem um comentário sobre a mesma!

 

 

Como perder totalmente o interesse num programa

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Fui uma fiel seguidora, nos últimos anos, do programa The Voice Portugal.

Conseguiu manter-me ligada a ele a cada domingo à noite, mesmo quando no dia seguinte acordava cheia de sono para ir trabalhar.

Nenhum outro programa me tinha feito mudar de canal e trocar. Até este ano...

 

 

Sim, este ano, ainda comecei a vê-lo, apenas para constatar que o programa (tal como provavelmente a maioria deles) está viciado, esgotado, sem nada de novo: as mesmas injustiças, os mesmos discursos, as mesmas desculpas esfarradas, os mesmos interesses, e um objectivo que é tudo menos aquele que apregoa.

Aos poucos, comecei a optar por assistir ao Casados à Primeira Vista, e gravar o The Voice para ver mais tarde. Mas nem me dou a esse trabalho. O pouco que vou vendo e lendo, permite-se ficar por dentro do que se passa, e acentuar mais a pouca vontade em perder tempo a segui-lo.

 

 

Mudem os apresentadores, mudem os mentores, mudem a dinâmica, sejam genuínos e espontâneos, e talvez voltem a conquistar audiências.

Aliás, acho que qualquer programa do género (incluindo o Casados à Primeira Vista, que já soa mais a encenação) teriam a receita de sucesso na novidade, aliada à espontaneidade. Porque é isso que mais agrada ao público.

Até lá, será sempre a diminuir, até acabarem de vez com o programa. 

Escrever é como cozinhar!

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Começamos a pensar nos ingredientes que queremos utilizar - primeiro um, depois outro, logo em seguida lembramo-nos de mais um, e assim sucessivamente.

Quando damos por isso, temos uma bancada composta de diversos ingredientes.

Resta-nos saber como os conjugar a todos, e a melhor forma de utilizá-los para que a receita funcione, e o resultado final seja aquele que idealizámos, ou até mesmo inesperado, mas ainda assim, perfeito (ou quase)!

O Segredo do Diamante chega à Malaposta!

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Há muito que o Mordomo, a D. Olga ou até o Valdo andavam a tentar perceber o mistério por detrás de uns bilhetes dourados que iam encontrando de forma inesperada. 

Parece que a Detective conseguiu, finalmente, desvendar o mistério que eles escondiam, revelando hoje, em primeira mão, o tão guardado (e aguardado) segredo!

 

 

 

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O grupo de teatro VanBach vai estar em cena, com a peça O Segredo do Diamante, no Centro Cultural 

Malaposta, de 23 de Setembro a 15 de Outubro, e estão todos convidados a ir até lá descobrir um outro segredo - o do diamante!

 

Numa altura em que as festas de verão e os principais festivais já terminaram, em que a maioria de nós regressou das férias e o início de mais um ano lectivo arrancou, é provável que andemos com a neura, e sem programas interessantes em vista.

 

Assim, porque não aproveitar o fim-de-semana para ir até ao teatro e dar umas boas gargalhadas. A estreia é já amanhã, por isso comecem já a reservar os vossos bilhetes!

 

 

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E depois, todas as sextas e sábados, às 21h45, no Café Teatro, o grupo VanBach irá estar à vossa espera, com o melhor que tem para vos oferecer, ao longo de 60 minutos bem divertidos, como já vos tinha contado aqui, aquando da sua estreia em Mafra.

 

Com encenação de Fernando Terra, e contando no elenco com Beto Fonseca, Cesaltina Pinto, Edgar Silva, Joana Azeiteiro, Silvina Anjos e Sónia Cerveira, esta peça é uma comédia feita por gente do oeste, gente que ama esta arte por vezes esquecida que é o teatro, gente simpática que tem sempre um pouco do seu tempo para dedicar ao público que os brindou com a sua presença e será, sem dúvida, uma óptima receita para um serão bem passado!

 

 

 

 

 

 

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