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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Super Chefs Gang dos Frescos - uma aposta de sucesso!

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Há campanhas que chegam, conquistam e fazem sucesso, voltando a cada ano, com novidades e mais fortes que nunca.

É o caso desta campanha do Lidl, do Gang dos Frescos.

 

Este ano, os peluches estão de volta ao Lidl, e vêm com muitas receitas para cozinhar com toda a família.

São 6 peluches e 120 cartas, onde cada Super Chef tem a sua especialidade: pequenos-almoços (João Ameixão), entradas (Marie Fleur), almoços (Simão Lima), lanches (Ana Naz), jantares (Lady Pumpkin) e sobremesas (Pedro Melancia). Cada carta traz uma receita saudável e fácil de fazer, para que toda a família se divirta a cozinhar com a ajuda dos Super Chefs.

 

No entanto, a euforia dos mais pequenos é, por vezes, a dor de cabeça dos adultos.

Para quem tem crianças, é difícil não lhes fazer a vontade e tentar conseguir nem que seja um peluche. Se elas acompanham os pais às compras, é ainda pior.

Há quem até nem faça muitas compras no Lidl, mas vá de propósito nestas alturas, só para tentar a sua sorte.

Há quem leve mais qualquer coisita que até nem precisava, só para dar para levar mais um ponto.

Há quem tente pedir aos clientes que não querem, se podem ficar com esses pontos.

Há quem fique triste porque não vai conseguir.

 

Se virmos bem, para cada peluche é preciso juntar 15 pontos. Dão um ponto por cada 10 euros, o que significa que é preciso gastar 150 euros em compras. A esse valor acresce 2,99 euros, que tem que ser pago adicionalmente. Ou seja, um único peluche custa, a cada família, 152,99 euros. Para se conseguir a colecção completa - 6 peluches e 120 cartas de receitas - será preciso gastar cerca de 918 euros!

 

É muito dinheiro?! Sem dúvida!

Mas há quem esteja disposto a gastá-lo só para ver os filhos, os sobrinhos ou os netos felizes.

E o Lidl agradece!

 

 

Em Abril, a Inominável vale por mil!

 

 

(clicar na imagem)

 

É apenas uma, a número 7, curiosamente lançada a 7 de Abril, mas quase nos atrevemos a dizer que vale por mil!

Pelos conteúdos, pelo trabalho de todos os colaboradores e, claro, das Inomináveis Mor que tornam tudo isto possível!

Então e o que é que se pode descobrir nesta INOMINÁVEL de Abril?

 

Tudo isto:

Corações Inomináveis - rubrica dedicada aos animais e associações que os protegem

Agenda Inominável - com sugestões para os meses de Abril e Maio

Musicalizando - com entrevista a Paulo Sousa

Tendências de A a Z - a rubrica de moda a cargo da Sofia Silva

Receitas irresistíveis com chocolate

Viagens em tons de verde

 

E muito mais!

Vão lá espreitar!

 

Pelo bem do ambiente, taxem-se os sacos de plástico!

 

Portugal é um dos países europeus onde se utilizam mais sacos de plástico, a maioria dos quais usados apenas uma vez, e depois deitados para o lixo, criando um problema ambiental, uma vez que demoram décadas a desaparecer.

Seguindo a linha de outros países, Portugal optou então por medidas ambientalistas que passam pela aplicação de taxas aos sacos de plástico. 

A não entrega, ou atraso, da contribuição é punível com multa, e se o sujeito passivo não realizar o pagamento voluntário no prazo, é extraída uma certidão de dívida, e o fisco avança com processos de execução fiscal. É também uma das medidas que deverá gerar mais receitas, provavelmente destinadas a subsidiar outras reformas fiscais. A excepção para esta medida, segundo dizem, serão os sacos de plástico sem asas, destinados a contacto directo com os alimentos.

No entanto, o objectivo principal, diz o ministro do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, não é o de obter receitas, mas sim o de incentivar a mudança de comportamentos. A meta? Baixar o consumo per capita para 35 sacos por ano, pouco mais do que um saco por mês!

A sério?! Acreditam mesmo nisso?!

Se o governo está tão preocupado com o impacto ambiental provocado pelo uso excessivo dos sacos de plástico por que é que, simplesmente, não os extingue? Corte o mal pela raiz. Ataque o problema na sua origem. Não os havendo, ninguém os utiliza! 

Faça campanhas de sensibilização, distribua sacos amigos do ambiente pelas famílias, em substituição dos sacos de plástico! Mas, é claro, isso seria uma despesa que não pode ter. Por isso, em nome do ambiente, taxa-se os sacos de plástico! Quem quiser, paga. Quem não quiser, que compre outros, de pano, ou papel, ou qualquer outro material biodegradável. 

O que é que pretendem? Que as pessoas, perante mais 10 cêntimos, deixem de comprar sacos de plástico quando vão às compras? Não sei se resulta! Isso é a mesma coisa que aumentarem o preço de um maço de tabaco - não é por isso que vai haver menos fumadores, ou estes vão fumar menos. Mas em qualquer das situações as receitas do Estado aumentam!

Pois eu penso que quem se preocupa com o ambiente, já tem determinados cuidados sem que lhes imponham taxas. E quem não se preocupa, não sei se começará agora a fazê-lo. Não sei se muitas pessoas estarão dispostas a sair de casa, ou de onde quer que estejam, com sacos dentro dos bolsos, ou na mala, para ir às compras. Ou com carrinhos ou cestas à moda antiga.

Eu própria, para poucas compras, vejo-me mais inclinada a comprar os ditos sacos na hora, do que a levá-los comigo. 

Uma coisa é certa: ou as pessoas deixam de comprar (ou reduzem o uso) sacos de plásticos para não dar, de bandeja, dinheiro (ainda mais) a quem já tanto nos rouba e estão, involuntaria e automaticamente, a contribuir para a preservação do ambiente, que é suposto ser o objectivo, ou continuam a utilizá-los, cai por terra a meta pretendida quanto ao ambiente, mas o Estado enche os cofres à custa destas taxas! Não é uma medida genial?! 

Vamos ver no que se vai traduzir, em termos práticos e ambientalistas, esta nova medida. Mas acredito que se atinja mais depressa a meta das receitas, do que a da redução da utilização de sacos de plástico!

 

 

 

 

A minha primeira experiência com o arroz doce!

 

A fazê-lo claro! 

Porque a comer a experiência é bem maior!

Devo dizer que todas as medidas foram calculadas a olho, tendo em conta que foi uma ideia (desejo) de última hora, a receita não era muito esclarecedora, e tive que me desenrascar com o que tinha em casa.

E assim nasceu o meu primeiro arroz doce, que de doce não tem muito (devia ter posto mais açúcar - em vez de o arroz ter dito para o açúcar Não Me Toca, devia ter dito Bo Tem Mel) mas, ainda assim, está comestível.

Talvez para a próxima saia melhor!

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