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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Porque damos tanta importância a coisas que não a têm?

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E porque perdemos tanto tempo a discutir e reclamar por coisas sem importância, a repisar nelas uma e outra vez, quando isso já nada resolve o que foi feito de errado, mas cuja mudança de atitude  da nossa parte, pode fazer a diferença entre ficar bem connosco e com os outros, ou continuar mal?

 

 

Não quero, com isto, dizer que não se deva chamar a atenção, para o que foi feito de errado mas, a partir daí, mais vale pôr para trás das costas, tentar salvar o que ainda pode ser salvo, e viver o que ainda pode ser vivido, do que ficar a lamentar-se pelos erros que já não podem ser apagados, por aquilo que já não se pode coltar atrás e desfazer, sobretudo quando são coisas mínimas, sem importância.

 

 

Muitas vezes, é por estarmos tão focados nessas insignificâncias, que deixamos de aproveitar, prestar atenção, dar valor ao que de importante temos na nossa vida.

E isso, mais do que afectar os que nos rodeiam, só nos torna, a nós mesmos, mais infelizes...

 

Manual de boas maneiras na fila para as ATM's

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Quem nunca esteve na fila de espera para utilização de uma caixa de pagamento automático, e começou a ficar impaciente, porque a pessoa à nossa frente está a fazer mil e uma operações, e nunca mais se despacha e deixa a máquina disponível para o próximo?

 

Seja porque estamos a ver o tempo a passar e ainda nos vamos atrasar, seja porque só tínhamos uma operação rápida para fazer, e era num instantinho, ou por outro motivo qualquer.

 

Mas só temos duas hipóteses: ou esperamos a nossa vez, ou procuramos outro ATM.

 

 

E quando a situação é inversa?

Quando estamos a fazer as nossas operações, e percebemos que, quem está na fila à nossa espera, está a bufar de impaciência, e desejando ver-nos fora dali?

Não têm essas pessoas que esperar, também, a sua vez? Ou procurar outro local menos movimentado?

 

 

Existe algum manual de boas maneiras para situações como esta?

Estava o meu marido, no outro dia, a fazer umas transferências e pagamentos habituais, depois de ter deixado passar uma pessoa à frente, quando começa a ouvir reclamar:

"Isto assim não pode ser. Nunca mais saímos daqui. Se tem muitas operações para fazer tem que dar a vez aos outros." e outras frases do género.

 

 

Desculpem?

Dar a vez, só porque estamos a levar mais tempo do que queriam?

E quem nos garante que a pessoa a quem damos a vez será mais rápida? Que não tem, também ela, várias operações para fazer, e irá demorar o mesmo ou mais tempo que nós?

E é suposto dar a vez a quem? À seguinte na fila, ou a todos os que estão na fila, que não têm tempo para esperar, mas que não se incomodam de nos dizer para esperar, quando estamos na nossa vez? 

 

 

Para mim, é muito simples: se estou na minha vez, a efectuar as minhas operações normalmente, não vejo lógica em interromper para dar a vez a quem está atrás de mim, e ficar eu à espera na fila, para fazer o resto depois.

No entanto, se por algum motivo, estiver com algum problema em realizar as operações, ou me faltar dados, ou tiver que ligar para alguém, aí sim, tem lógica que desocupe a máquina e dê a vez a outros, até ter tudo o que preciso, e tentar novamente, quando voltar a chegar a minha vez.

 

 

E por aí, já vos aconteceu estar am algum dos lados? 

 

 

 

 

Aqueles dias que sabemos que não vão correr bem

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Depois de um feriado a meio da semana, que soube bem mas acabou por quebrar o ritmo habitual, veio uma quinta-feira que se veio a adivinhar, ao longo do dia, não terminar da melhor forma.

E, como seria de esperar, foi isso mesmo que aconteceu.

Chegar a casa, ter as coisas habituais para fazer, e ainda ter que acudir a quem me chamava constantemente, por, e para, isto ou aquilo, como se fosse uma tarefa demasiado complicada para duas mãos e um bom "lombo", como eu costumo dizer.

E terminou tarde, por conta de um trabalho de grupo da minha filha, que estive a rever com ela, com o computador a bloquear e a não me permitir gravar, imprimir ou copiar para outro lado.

Eu já nem estava a ver bem o que tinha no monitor à minha frente, já me doía a vista.

Estávamos os três cheios de sono, rabujentos e, apesar dos motivos válidos para reclamar, sem paciência.

 

 

Hoje, era dia de acordar ainda mais cedo, por isso, pouco descansámos.

E, não sendo sexta-feira 13, são más as notícias que recebo logo pela manhã: a minha sobrinha teve um acidente em casa, rasgou tendões no joelho, sofreu rotura de ligamentos na zona e deslocou a rótula.

Resultado: várias semanas em casa, em recuperação, podendo ficar com sequelas para o resto da vida.

Estava a dançar, tal como a minha filha às vezes o faz lá por casa, quando aconteceu.

 

 

Para compensar, cá deste lado e após receber o resultado das análises da minha filha, verificámos que não há qualquer problema que justifique as dores de barriga e cabeça constantes. Agora falta os exames, que vai fazer no próximo mês.

A verdade é que as dores continuam, dia sim, dia sim. 

 

Também fomos "atacados" pela Via Livre

Vialivre

 

A recepção da carta

Na nossa caixa de correio encontro hoje um aviso para levantar nos CTT uma carta, cujo remetente era a Via Livre, destinada ao meu marido. Nunca tinha ouvido falar da mesma, e não fazia a mínima ideia do que poderia ser.

O meu marido foi pesquisar na net, e percebeu que tinha a ver com cobranças ilegais de portagens, nas quais a maioria dos visados nunca tinha passado!

De qualquer forma, disse-lhe que o melhor era ele ir levantar a carta e ver do que se tratava.

E, lá está, era o que ele suspeitava! Uma carta para cobrança de portagem, ocorrida em setembro de 2016, com entrada em Faro!

Ora, escusado será dizer que nunca estivemos em Faro, logo esta cobrança é indevida.

Na dita carta, era-nos dado um prazo para pagamento, sob pena de a cobrança se converter num processo judicial. Era também mencionado que, caso não recebessemos a carta, seria enviada uma nova, desta vez, simples, e que o prazo se contaria a partir da recepção dessa, considerando-se entregue.

Pedia também, na eventualidade de não ser o meu marido o condutor da viatura nessa altura, que identificássemos o mesmo. Ora, não tendo emprestado o carro a ninguém, e já estando em nosso poder nessa altura, só poderia ser o meu marido o condutor.

 

O que fazer, então?

Não pagar, e reclamar?

Gastar para não pagar, ou pagar para não gastar?

O valor era de pouco mais de 3 euros. 

Enviar uma carta registada com aviso de recepção ficaria por esse valor. Compensaria?

O meu marido decidiu pagar, para não ter mais problemas, e porque o valor era pequeno. Mas se o valor fosse maior, já pensava duas vezes.

Ainda assim, estamos a ponderar se não valerá a pena responder e pedir a devolução. 

 

Mais alguém por aí foi atingido?

Ao que parece, e pelo que vimos na net, já é uma prática recorrente, e são várias as vítimas que se queixam destas cartinhas, e de burlas que as mesmas envolvem, a maior parte delas com referência à A22.

Quando feitos pedidos de esclarecimento, recusam-se a dar informação que, segundo dizem, não são obrigados a dar.

Outras vezes, as respostas tardam a chegar, ou nem sequer vêm.

Já passaram por alguma situação destas?

Como enervar a pessoa mais paciente do mundo!

 

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Diga-se de passagem que paciência é algo que tenho cada vez menos mas, ainda assim, por certo ainda guardo alguma dentro de mim. Só isso explica o facto de eu ter passado meia hora numa papelaria, a ser atendida, sem nunca mostrar maus modos, fazer cara de má ou chamar à atenção da pessoa que me estava a atender (que por acaso até era a proprietária) para ver se conversava menos, dispersava menos, e prestava atenção ao que eu lhe pedia. 

 

 

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Primeiro tive que esperar pela minha vez, claro!

Quando chega, cumprimento-a e pergunto pela filha, ao que ela retribui, mas pede licença para atender o telefone. Volta, ainda ao telefone, para confirmar uma encomenda.

Desliga então, e pergunta-me o que quero. Peço-lhe a primeira coisa da lista, mas não prestou atenção porque estava com o sentido nem sei onde. 

Tive que repetir os materiais várias vezes, fui interrompida várias vezes porque a senhora ia, ao mesmo tempo, falando com o marido de outras coisas, e recebendo o pagamento de outras.

A meio da lista, resolveu ir registando os produtos em cima da bancada para colocar num saco.

Mais um bocadinho de conversa sobre uma lista de preços, e os lápis de cera não sei do quê, e os lápis não sei do que mais, e a marca tal e por aí fora. Enquanto um outro senhor foi buscar algumas coisas que eu pedi, ela foi procurar um livro para uma outra rapariga.

Quando, finalmente, me despachei, nem quis acreditar!

Acreditem que tive mesmo muita vontade de reclamar. E todos os anos é assim! Se formos atendidos pelo marido, despacha-nos num ápice. Até a filha se desembaraça mais rápido. Mas com ela...

O mais engraçado é que tem a papelaria há anos. Já devia ter prática. Mas é sempre a mesma coisa. 

Sim, podia ir a outra papelaria. Mas aquela é a nossa referência aqui na zona, porque tem tudo o que é preciso para as exigências dos professores, e fica mesmo ali ao pé das escolas.

 

 

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Valeu-nos o facto de não estar a fila enorme que dá a volta à rua, mas mesmo assim, quando precisarmos de lá ir, é melhor mesmo esquecer a pressa,e munirmo-nos de umas doses de paciência extra!

 

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