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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A nossa história somos nós que a fazemos!

Foto de Marta E André Ferreira.

 

Existem pessoas que entram nas nossas vidas sem o esperarmos.

Algumas chegam como um furacão, arrebatam-nos, levam-nos a entrar num turbilhão de emoções, e partem como se nunca tivessem passado por nós, deixando para trás o rasto da destruição que provocaram. Deixando-nos a tentar unir os cacos, a reerguer-mo-nos, a superar a tristeza e a desilusão.

Outras, chegam de mansinho. Não nos apercebemos logo delas, mas estão lá.

E, com o tempo, os nossos olhos abrem-se para quem está ali à nossa frente, e o coração, sarado, volta a sentir felicidade, paixão, amor.

De repente, a nossa vida ganha mais cor, os nossos dias iluminam-se de um brilho especial, tudo fica mais fácil, mais emocionante, mais divertido, mais forte.

São pessoas com as quais nos sentimos bem, seguras, que sabemos que estão lá, nos bons e nos maus momentos, que não nos deixam cair, que nos apoiam e incentivam, que fazem tudo valer a pena.

Se essas pessoas ficarão para sempre nas nossas vidas, ninguém o poderá saber com certeza. Talvez sim… Talvez não…

Mas, mais importante que isso, são os momentos que vivemos juntos. As aventuras, os sorrisos, as brincadeiras, os gestos, as palavras, o carinho, a amizade, o amor que sentimos, os abraços, os beijos, o aconchego, a paz, tudo o que de bom sentimos quando estamos juntos.

E que, um dia mais tarde, recordaremos, sozinhos, numa outra vida, todas as histórias que vivemos, e que fizeram de nós a pessoa que em que nos tornámos.

Ou juntinhos, a relembrar como a nossa história começou, e o que ainda nos reserva no futuro!

Da ida à TV, em representação do Clube de Gatos

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Não vai acontecer.

Irá acontecer?

É possível que aconteça.

Vai mesmo acontecer!

Está quase...

Está a acontecer!

Já passou.

Aconteceu mesmo!

Aconteceu mesmo?

Já foi há tanto tempo!

 

Por coincidência, à saída de cena, encontrei uma antiga colega de liceu, a Inês (beijinho Inês, e se estiveres a ler este post, já sabes que te queremos a ti e ao teu bichano no clube)! Diz ela que, quando percebeu que eu ia lá, disse aos colegas para me porem a falar porque, daquilo que se lembrava de mim, eu era muito caladinha. É verdade. 

Sempre fui mais de estar no meu cantinho, e não ter que falar em público, porque corava, bloqueava, ficava cheia de nervos, era uma tortura. Ainda hoje sou assim. 

Mas uma pessoa tem que enfrentar desafios, tentar superar os seus receios, fobias e lutar pelo que quer.

 

Não vai acontecer.

Quando enviei o email à Sic, pensei que o "não" estava sempre garantido, mas até podia dar certo. No entanto, o meu pensamento era de que não daria em nada, até porque o programa da tarde iria acabar.

 

Irá acontecer?

Foi com surpresa que recebi o contacto deles, para participar na rubrica do programa novo, que iria estrear, com mais alguns membros do Clube. Falei com alguns membros, sobre essa possibilidade, mas ainda era algo incerto.

 

É possível que aconteça.

Depois tivemos a questão da incompatibilidade de horários, de trazer os gatos, de haver membros suficientes, e estivemos naquela - iremos, não iremos? Será que vai mesmo acontecer? É possível, mas sem grande euforia.

 

Vai mesmo acontecer!

E foi então que a Inês Dias nos confirmou que conseguiu fazer uma troca, e nos colocar no programa de dia 17, dia em que dava para todos irmos. Ia mesmo acontecer. Mas só na própria semana partilhámos a notícia com todos!

 

Está quase...

Os nervos a fazerem-se sentir pela espera, pelas pessoas que nos iriam estar a ver, por imaginar como seria e o que aconteceria lá, e os dias a passar e a aproximar-se cada vez mais a hora.

 

Está a acontecer!

Quando lá chegamos, acho que passa tudo. Não há volta a dar nem nada a fazer. É cabelos, maquilhagem, preparar tudo, pôr microfones, entrar no intervalo, pôr tudo a jeito, contagem decrescente e estamos no ar, em directo, para milhões de espectadores. Sair de fininho enquanto as câmaras focam o outro lado, e de volta aos bastidores.

 

Já passou.

Ok, já está. Já podemos respirar de alívio. Prova superada!

Sim, porque para além do objectivo principal, havia inerente o objectivo de superar a vergonha, o medo do público, os bloqueios de falar em directo e por aí fora. Faz parte da experiência da vida.

 

Aconteceu mesmo!

Passado o momento, chegamos a casa e vemos a gravação e as fotos e ainda estamos em euforia - aconteceu mesmo! Foi real.

 

Aconteceu mesmo?

Mas não criamos falsas expectativas, e sabemos que foi uma oportunidade que poderá ser boa, mas há que regressar à Terra e continuar a trabalhar. Não somos mais famosas por isso. Somos pessoas iguais às que éramos, e daqui a uns tempos vamos olhar para trás e pensar: aconteceu mesmo?

 

Já foi há tanto tempo!

E um dia, esse acontecimento vai fazer parte das nossas boas recordações da vida, e vamos falar dele com saudades!

 

E assim dou por encerrado este capítulo!

 

As maiores recordações somos nós que as guardamos

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Se há pessoa avessa a destralhar e, sobretudo, a desfazer-se de todas aquelas coisinhas que tem lá por casa a ocupar espaço, só porque é uma recordação disto ou daquilo, porque foi dada por esta ou aquela pessoa, porque tem um significado especial ou qualquer outra justificação, sou eu.

É por isso que ainda conservo bonecos de quando era pequena, livros de quando andei no secundário, a roupa toda da minha filha, acumulada ao longo de 13 anos, e tantas outras coisas que por lá andam, em caixas, caixinhas e caixotes.

A minha filha está a ir pelo mesmo caminho.

Quando temos que fazer pinturas, ou limpezas grandes, é tanta coisa para tirar, para depois voltar a arrumar, que mal nos conseguimos mexer e entender de onde saiu tudo aquilo.

 

Até quando vou continuar a fazê-lo? Não sei...

Eu bem tento, mas depois penso "ah e tal, isto não", "aquilo também não" e continuo a ficar com tudo.

Gostava de ser mais desprendida, mas é algo que ainda não consegui.

 

No entanto, nos últimos tempos, tem-me dado muita vontade de dar uma grande volta a tudo o que tenho em casa, e que já não utilizo. O problema é que, se começo, com a vontade com que ando, vai mesmo tudo. E, depois, o mais certo é arrepender-me. Mas já será tarde demais.

 

 

 

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E daí? Será assim tão importante? Se acontecesse alguma coisa (esperemos que não) e perdessemos tudo, não teríamos que seguir em frente, sem nada poder fazer? Viveríamos, por isso, menos felizes? Seria isso motivo para nos esquecermos dos momentos, das pessoas, das recordações que guardamos? Não.

Não precisamos de muito para viver. Não nascemos com muito, e não partimos deste mundo com muito. Da mesma forma, enquanto cá estamos, também não precisamos de muito. Apenas do essencial.

O que mais importa é, enquanto cá estivermos, tentarmos ser felizes, acima de tudo, com aquilo que experienciamos, que vivemos, que guardamos na nossa memória e no nosso coração. E nenhuma dessas emoções se resume unicamente a bens materiais.

Lembram-se das Wilson Phillips?!

 

Esta banda americana foi formada, em Los Angeles, por Carnie Wilson, Wendy Wilson e Chynna Phillips.

Em 1990, lançaram um álbum com o mesmo nome Wilson Phillips, que vendeu milhões de cópias e viu 3 das suas músicas no Top Billboard, sendo o tema mais conhecido o "Hold On".

 

 

Tenho um CD com músicas delas, mas há anos que não oiço! Lembrei-me delas por mero acaso, quando no passado fim de semana estavam a cantar esta música num filme que estava a dar quando liguei a televisão. E foi tão bom recordar!

 

Destaco ainda os grandes sucessos:

Release me - "Come on baby, come on baby, You knew it was time to just let go, 'Cause we want to be free, But somehow it's just not that easy"

Eyes like twins - "We have eyes like twins, Where your last thought ends my next begins always"

The dream is still alive - "after all this time, The flame keeps on burning"

Impulsive - "I don't wanna think about it, don't wanna think clear, Don't analyze what I'm doing here,
Wanna be impulsive, reckless, And lose myself in your kiss"

You're in love - "You´re in love, That´s the way, it should be, ´cause I want you to be happy"

Next to you - "Keep the candle burning (Ooh ee ooh ...), Someday I'll be next to you, As long as this world's turning, One day I'll be next to you"

A reason to believe - "f I listened long enough to you, I'd find a way to believe that it's all true, Knowing that you lied, straight-faced, while I cried, Still I'd look to find a reason to believe"

 

Que saudades de ouvir estas músicas!

 

 

A evolução dos telemóveis cá por casa!

Mobicom.jpg

 

O meu primeiro telemóvel era este "tijolo" Mobicom! Pesado, enorme, mas muito bonitinho. A rede, na altura, ainda era a Telecel!

Começou a dar problemas porque as teclas não obedeciam, principalmente quando eu queria desligar as chamadas, e estava a gastar dinheiro!

 

Alcatel.jpg

 

Assim sendo, comprei este Alcatel! Era da TMN, mas não me agradava muito o tarifário deles, na altura. Gastei alguns euros a desbloqueá-lo, para poder usar o meu cartão da Vodafone.

 

Siemens.jpg

 

Mais tarde, comprei este Siemens, que adorava! O telemóvel dos patinhos! Sempre que o desligava, aparecia uma fila de patinhos a caminhar :) E tinha aquela funcionalidade espectacular dos aniversários!

 

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A minha aquisição mais moderna de sempre, e mais cara, foi este 3G da marca Vodafone! Adorava-o. Tinha uma boa câmera para fotografias e vídeos, como nunca vi em mais nenhum. E tenho lá belas fotos gravadas. Infelizmente, não vou conseguir voltar a vê-las. Avariou-se ao fim de uns anos. Liga e desliga, mas o visor aparece em branco. Não pensei em mandar arranjá-lo porque, provavelmente, saíria mais caro que comprar um novo.

 

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E foi, desde então, que me deixei de modernices!

Comprei este Nokia da UZO, desbloqueado, para usar o meu cartão de sempre da Vodafone, e pela tão útil lanterna e os já conhecidos lembretes!

 

Samsung.jpg

 

E este Samsung, que utilizo para o meu cartão da TMN, que neste momento é a minha rede de eleição, e que me serve muito bem como despertador! 

 

Como já perceberam, sou a "Maria das Recordações", e guardo os meus telemóveis velhinhos, religiosamente, numa caixa, para mais tarde, como hoje, recordar!

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