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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Uma espécie de votos para 2026

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O ano 2025 está a despedir-se.

Foram doze meses. Trezentos e sessenta e cinco dias.

Parece muito. Talvez seja.

Mas, quando chegamos a Dezembro, parece que o ano nos escapou por entre os dedos.

 

Que o novo ano nos possa trazer de volta, de vez em quando, os bons momentos que vivemos no que agora termina.

E que apague, que leve de vez, o que de pior vivemos, e não queremos relembrar.

 

Como tem vindo a ser habitual, deixo aqui um balanço deste ano, em jeito de votos para 2026.

Não são muitos, desta vez.

Mas espero que sejam úteis:

 

 

* Não nos boicotarmos a nós próprios

* Saber, realmente, o que queremos para nós

* Descomplicar

* Combater a inércia

* Aprender a aceitar um “não”

* Seguir em frente

* Não nos afastarmos das pessoas que nos querem bem

 

Feliz 2026!

Ler um livro como se fosse a primeira vez

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Por vezes, acontece.

Começamos a ler um livro, com a ideia de que nunca o lemos antes, até que uma frase, um excerto, uma página, nos faz recordar que aquela história não é estranha.

Outras, sabemos que já o lemos mas, ainda assim, embrenhamo-nos nele, como se fosse a primeira vez, com um novo olhar, uma nova perspectiva, num outro tempo.

 

O que nunca me tinha acontecido, era ler um livro do início ao fim, e continuar convencida de que nunca o tinha lido na vida.

Aliás, quando me deparei com esta história, até fiquei surpreendida por existir, porque, tecnicamente, eu só conhecia os dois primeiros livros da trilogia.

 

Ontem, terminada a leitura, fui procurar a imagem do mesmo, para juntar ao post que iria escrever no blog. Como o título era brasileiro, fui pesquisar pela autora, e tentar encontrar a correspondência em português.

De "Ainda Sou Eu", passei a "O Meu Coração Entre Dois Mundos".

Só por curiosidade, lembrei-me de pesquisar nos meus posts, as resenhas que tinha feito, dos livros da autora Jojo Moyes.

E percebi que, na verdade, eu já tinha lido o dito livro, em 2018, e escrito sobre ele!

 

Como é possível?

É que nada me soou a conhecido. Não me lembrei de uma única cena, uma única palavra, de uma única personagem (tirando o facto de as conhecer dos livros anteriores).

Simplesmente, varreu-se-me da memória.

 

No entanto, como seria de esperar, voltei a adorar a história.

E a mensagem é intemporal: devemos ser, simplesmente, quem somos, e não quem os outros querem que sejamos. Se gostarem de nós, aceitam-nos como somos. Se nos querem mudar, ou moldar, não vale a pena manter essas pessoas na nossa vida.

 

 

 

 

Um blog não é, apenas e só, um blog!

(e pode ser mais útil do que imaginamos)

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Quem faz do seu blog uma espécie de diário, onde escreve aquilo que acontece consigo, e o que vai vivendo, com alguma regularidade pode, quando menos espera, ter nele uma preciosidade.

O blog é como um registo de ocasiões importantes.

Um auxiliar de memória, que nos ajuda quando não nos lembramos de alguma coisa.

Um álbum de momentos, dos quais já nem nos lembrávamos, mas que sabe bem recordar.

E pode-se revelar mais útil do que imaginaríamos.

Já, em várias ocasiões, me vali dele, quando precisava de saber determinadas informações, de que já não me lembrava, até mesmo a nível de saúde.

São coisas que, com o tempo, vão passando mas, uma vez no blog, podemos sempre recorrer a ele para consultar.

 

 

 

 

 

O bloco de apontamentos das parvoíces

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Lá por casa, costumamos ter uns blocos de apontamentos na cozinha.

Por norma, servem para fazer as listas de compras ou anotar alguma informação que seja necessária.

 

Mas ultimamente, damo-lhes também outros usos.

Ou serve para fazermos desenhos de como as gatas estavam a dormir connosco, ou para apontar aquela letra que inventámos para uma música, ou para não nos esquecermos que alguma frase ou piada sem graça que nos saiu no momento.

Vamos pondo lá tudo.

 

No outro dia, peguei num dos blocos, e estive a ver o que por lá estava.

Achei engraçado ver a quantidadede parvoíces que para lá vai.

Um dia mais tarde, sempre que pegarmos neles, vamo-nos lembrar desses momentos.

 

Porque nem só de imagens são feitas as recordações, ficará sempre, para a posteridade, os nossos blocos de apontamentos das parvoíces!