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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Contagem decrescente para o início do novo ano lectivo

Resultado de imagem para 2018/2019 ano letivo

 

Setembro chegou.

Alguns dos professores colocados já entraram ao serviço.

O calendário escolar já está definido.

Aguarda-se a publicação de turmas e horários.

Os alunos já começam a fazer o aquecimento, e a direcionar-se para o ponto de partida.

A qualquer momento, pode soar o sinal que indica o dia certo no qual irão iniciar esta nova prova, e que marca o arranque de mais um ano lectivo.

Provavelmente, já há livros e cadernos plastificados e etiquetados em casa, prontos a ser descobertos, utilizados, preenchidos. Já há mochilas, estojos e material novo a aguardar a sua vez.

As agendas estão a postos para a marcação de trabalhos, testes e exames, para que não haja esquecimentos ou atrasos.

Fazem-se resoluções de que este será “o ano”: o ano em que se vão dedicar mais aos estudos, o ano em que vão estar mais focados, o ano em que tudo correrá melhor.

Para muitos, será o início de uma longa etapa. Para outros, a despedida, o derradeiro ano. Para alguns, um ano de transição, que marca o fim de um ciclo, para dar lugar a outra etapa. Entre aquilo a que já estão habituados e que terão de deixar para trás, e o desconhecido que virá no ano seguinte.

A bateria está carregada de determinação, entusiasmo, alegria por rever os velhos colegas, curiosidade para descobrir os novos, apreensão quanto aos professores que se mantêm, e os que pegarão na turma pela primeira vez.

Aproveitam-se, como podem, os últimos dias de férias para acabar aquela série, deitar e acordar tarde, e não fazer nada, porque falta mesmo muito pouco para o regresso à rotina.

Está oficialmente aberta a contagem decrescente para o início do novo ano lectivo!

Boa sorte a todos!

Já estamos em 2017. E agora?

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Toda a gente se despede do ano que está prestes a acabar, uns com mais entusiasmo pelo fim, outros já com saudade do que viveram no último ano.

Mas, digam lá, sentiram alguma coisa de diferente na passagem do último minuto de 2016, para o primeiro minuto de 2017? Será que muda mesmo alguma coisa, com a chegada de um novo ano?

Ano novo é sinónimo de vida nova, de esperança num ano melhor que o anterior, ou pelo menos tão bom como esse, ou ainda que, pelo menos, não seja pior. Penso que se poderiam aplicar à passagem de ano várias palavras: mudança, esperança, fé, confiança, motivação, ânimo, disposição, determinação e tantas outras. 

E ainda bem que assim é! Ainda bem que ainda temos esses momentos, em que enchemos o nosso coração de força de vontade e acreditamos que tudo será diferente e melhor. Que ainda planeamos metas e objetivos para cumprir.

O que é pena, é que esses mesmos momentos e resoluções se vão desvanecendo, e ficando esquecidos, à medida que os meses vão passando. No início do ano, pensamos "é desta". Uns tempos depois "ainda temos tempo, o ano mal começou". A meio do ano "não deu para isto, mas ainda vamos conseguir aquilo". Chegamos ao final do novo ano e "ups, que acabe depressa, e que venha o novo ano, para o ano é que é".

O que é pena, é que todas essas resoluções e determinação que crescem, de repente, dentro de nós, não surjam mais vezes na nossa vida. Que seja preciso um ano terminar, e outro começar, para nos lembrarmos disso. E muitas vezes para nem sequer pôr em prática ou concretizar.

O que muda realmente com o ano novo? Talvez muito pouco... E nada que não se possa mudar em qualquer outra altura do ano, no que depende de cada um de nós.

É certo que temos tendência a nos servirmos de determinados "marcos" para tentar mudar a nossa vida, e acreditar num mundo melhor. Mas, cada vez mais, percebemos que não podemos ficar sentados à espera que o relógio dê as 12 badaladas no último dia do ano, para isso.

Cada vez mais percebemos que temos que viver o dia-a-dia, um dia de cada vez, mas pensando a um mais curto prazo, porque, de repente, podemos não estar mais aqui... 

Afinal, para quê deixar para amanhã o que podemos fazer hoje? Para quê prometer para amanhã, o que acabaremos por nunca fazer?

Não é o ano novo que traz as mudanças que tanto almejamos. Somos nós, em qualquer momento da nossa vida!

 

 

 

A minha Wish List literária!

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Ainda só estamos no início de Março, e a lista já vai longa!

 

 
Sonhos Proíbidos, de Lesley Pearse
 
 
 
Tudo o que Ficou para Trás, de Nora Roberts
 
 
Segue o Coração - Não olhes para trás, de Lesley Pearse
 
 
A Promessa, de Lesley Pearse
 
 
 
Já Devias Saber...Agora é Tarde Demais, de Jean Hanff Korelitz
 
 
 
Do Lado de Canaã, de Sebastian Barry
 
 
 
 
A Cada Dia, de David Levithan
 
 
 
Vou Amar-te Para Sempre, de Monica Murphy
 
 
 
O Último Minuto, de Sandra Brown
 
 
 
A Equação do Casamento, O que pode (ou não) ser mudado na sua relação, de Luiz Hanns
 
 
 
 
Assuntos do Coração, de Danielle Steel
 
 
 
 
A Bela e o Vilão, Série Bridgerton - Volume VI, de Julia Quinn
 
 
 
Sem Medo do Destino, de Nora Roberts
 
Pensava eu que, com um bocadinho de sorte, este ano não iriam sair muitos livros que me cativassem e seria fácil não gastar dinheiro em livros.
Mas como sou menina cumpridora das minhas resoluções, e quero poupar, só comprei, até agora, O Bicho da Seda. E desta lista, vou ter que fazer uma selecção mais reduzida.
Até porque, pelo andar da carruagem, parece-me que a lista irá aumentar consideravelmente ao longo do ano!

Perdoa-me...

...este livro inspira-me, e não sei se vou conseguir levar adiante a resolução de não comprar mais livros, enquanto não terminar as colecções que estou a fazer!
Sinopse
"O instante em que encontrou a mãe sem vida nunca se extinguirá da memória de Eva Patterson. Num bilhete, as suas últimas e enigmáticas palavras: Perdoa-me.
O mundo seguro de Eva ruiu naquele momento devastador. Mas o inesperado suicídio de Flora vai marcar apenas o início de uma sucessão de acontecimentos surpreendentes. No seu testamento, Flora deixa a Eva um estúdio em Londres. Este sítio é a primeira pista para o passado secreto de uma mulher que, Eva percebe agora, lhe é totalmente desconhecida.
No sótão do estúdio, a jovem encontra os diários e os quadros da mãe, provas de uma fulgurante carreira artística mantida em segredo. O que levou Flora a esconder tão fundo o seu passado? Ao aproximar-se da verdade, Eva descobre um crime tão chocante que a leva a questionar-se se alguma vez conseguirá, de facto, perdoar."
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