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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A vida que temos é, em parte, resultado das opções que tomamos

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A vida que, hoje, cada um de nós tem deve-se, em grande parte, às opções que, ontem, tomámos em relação a ela.

O problema é que, muitas vezes, quando as opções são tomadas, apenas se pensa no que irá acontecer naquele momento, mas nem sempre nas implicações que as mesmas terão no futuro.

As pessoas só se lembram dessas implicações quando esse futuro chega, e se torna presente. E só nesse momento se lembram que cada opção traz, inerente a ela, uma responsabilidade.

 

E agora?

Agora, é pensar se, apesar de não ser bem aquilo que estavam à espera, iriam sentir-se melhor em voltar atrás, em desfazer as opções tomadas, ou se isso as faria sentir ainda pior?

Será que não estão a ser demasiado derrotistas, demasiado negativas, sem perceber que, ainda assim, existe algo de bom que não conseguem perceber ou dar valor?

Que podem ter perdido algumas coisas mas, em contrapartida, ganhado outras igualmente boas?

Uma coisa é certa: as pessoas estão sempre a tempo de tomar novas decisões, de fazer escolhas ou opções que lhes tragam aquilo que sentem que lhes faz falta.

Mas sem esquecer que, aquilo que querem hoje, pode não ser aquilo que desejarão amanhã.

Menos pressão, mais responsabilidade

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No 10º ano, o número de disciplinas é menor, bem como o número de disciplinas a que têm testes, que diminuiu de 8 para 6. 

E, dessas 6, uma delas - Filosofia - só tem um teste por período.

Isto significa que, à partida, os testes poderão ser mais espaçados, e haverá mais tempo para estudar para cada um, e concentrar-se melhor em cada um deles, sem aquela pressão de ter que estudar para 2/3 testes na mesma semana.

 

 

No entanto, essa vantagem acarreta uma maior responsabilidade.

Se há mais tempo para estudar, há mais motivos para saber melhor a matéria, e mais expectativas para tirar uma melhor nota, sem grandes desculpas.

Vamos ver como correm os primeiros testes desta nova etapa.

Hoje, é o primeiro, de História - o seu "calcanhar de Aquiles"!

Existe idade certa para usar lentes de contacto?

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A minha filha usa óculos desde os 3 anos.

Tal como muitos de nós, na família.

Felizmente, e porque, hoje em dia, muitos estudantes sofrem do mesmo mal, nunca teve problemas pelo facto de usar óculos, na escola.

Aliás, a determinada altura, ela dizia que gostava mais de se ver com óculos, do que sem eles.

 

 

Mas as crianças crescem, dão lugar a adolescentes, e as adolescentes começam a preocupar-se com a imagem.

Em ficar ainda mais bonitas. E isso não inclui óculos!

 

 

É neste momento que começamos a colocar a hipótese das lentes de contacto. Até porque o pai usa, e eu também.

Mas, existe uma idade certa para usar lentes de contacto?

 

 

Na verdade, existem muitos factores que podem influenciar o uso destas, e que nada têm a ver com a idade, nomeadamente, o problema de visão de cada pessoa, a adaptação às mesmas, os cuidados a ter com as lentes.

 

 

O mau uso das lentes de contacto, ou a deficiente limpeza das mesmas, pode provocar outros problemas, que não se colocam com os óculos.

Nem todas as pessoas conseguem adaptar-se ao uso de lentes de contacto, seja pela dificuldade em colocá-las e/ou retirá-las, seja pela sensação de terem um corpo estranho nos olhos.

 

 

Assim, o ideal, e que vamos fazer, é marcar consulta com o oftalmologista, que nos dirá se a minha filha pode usar lentes de contacto, e fazer um período de experiência com blisters de ensaio, até perceber se é, de facto, isso que quer, se se sente bem com elas, se tem facilidade em colocá-las/ retirá-las/ manuseá-las, e como é que os seus olhos se adaptam ao uso de lentes.

E só depois, se tudo correr bem, comprar as definitivas, diárias ou mensais, consoante o que for melhor.

 

Quem é o grande culpado pelos males do mundo?

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Testemunhas de Jeová - última parte da conversa

(que já ia longa e eu ainda tinha um alguidar de roupa à espera para estender!)

 

 

Sempre que se fala em Deus, há uma questão que vem sempre a lume: 

"Se Deus existe, e é tão bondoso e generoso, porque é que deixa morrer tantos inocentes, sem nada fazer para os salvar?".

E, acto contínuo, respondem-me sempre "mas não é Deus que faz as guerras, que mata as pessoas..."

Pois não! Mas também não faz nada para o impedir!

 

 

Disse-me, um dia, alguém, que havia uma luta constante entre Deus e o Diabo, e que a intenção era manter o equilíbrio. Se ninguém morresse, ou se todos morressem, tudo se desequilibraria.

Claro que, por vezes, a balança pende mais para um lado do que para o outro.

Imaginem alguém a tentar salvar várias pessoas ao mesmo tempo. Para acudir a uma, não consegue fazê-lo com outra.

Este raciocínio tem a sua lógica, e só perde consistência quando se apregoa aos quatro ventos que Deus é todo poderoso e omnipresente...

Adiante...

 

 

Nessa tarde, as senhoras perguntaram-me quem é que eu achava que era o grande responsável pelos males do mundo, e eu não hesitei em responder: o Homem!

Porque somos nós que cá estamos, somos nós, gananciosos, na ânsia de dinheiro e poder, que passamos por cima de tudo e de todos, que começamos as guerras, que matamos, que destruímos os nossos recursos, a natureza que nos rodeia, que provocamos, directa ou indirectamente, catástrofes como incêndios e outras resultantes de alterações climáticas, por obra da poluição para a qual todos os dias contribuímos, somos nós que, muitas vezes, provocamos acidentes, e por aí fora.

No fundo, somos nós, humanos, que cá vivemos, que não sabemos gerir aquilo que temos ao nosso dispôr, que não sabemos partilhar aquilo que conseguimos obter, que só nos preocupamos connosco e agimos naquela de "salve-se quem puder, de preferência, eu!".

Depois, existem, claro, aqueles fenómenos que ninguém sabe explicar, as ditas "causas naturais" pelas quais, eventualmente, ninguém será responsável.

 

 

Ora, assim sendo, tudo isto iliba Deus de qualquer responsabilidade nos males de que somos vítimas. E, não sendo responsável, também não tem por que resolver as coisas por nós.

Mas, lá volta a eterna questão:

"Se Deus existe, se é todo poderoso e omnipresente, se é justo, se é conhecido por castigar os maus, e proteger os bons, porque é que, na prática, não vemos isso?".

Porque é que continuam a partir os melhores, e a ficar por cá os piores? Porque é que o bem é premiado com a morte, e o mal, com a vida?

 

 

 

Nem de propósito, lembrei-me deste poema de Luís de Camões, que a minha filha tem no manual de português:

 

Ao desconcerto do mundo

Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado:
Assim que só para mim
Anda o mundo concertado.

 

Reflete ou não, a realidade dos nossos dias?!

 

 

 

Cada um é responsável pelas suas próprias decisões

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E não tem o direito de remeter essa responsabilidade para os outros, como se fossem os outros a tomar as decisões por si.

 

 

O que vejo cada vez mais, nos dias que correm, são pessoas indecisas, confusas, com dúvidas que, a determinado momento, pedem opinião a outras. 

Não há qualquer mal nisso. Por vezes, as opiniões podem ajudar-nos a encontrar o rumo certo, ou a perceber se estamos no bom caminho, ou a resvalar para caminhos sinuosos. Em qualquer dos casos, a decisão final é sempre nossa.

 

 

Mas o que as pessoas pedem, nunca é apenas isso - uma opinião. Querem mais! Querem quase que lhes digamos o que devem fazer. Ou então, não querem a nossa opinião, mas apenas obter a nossa concordância e aprovação.

E depois, ou ficam aborrecidas porque aquilo que ouvem vai contra a ideia que tinham e, chateadas, acabam por descartar essas opiniões porque não têm que seguir o que os outros dizem, e sim o que querem e pensam.

Ou seguem essa opinião e, caso as coisas não resultem, acusam os outros de as terem induzido em erro.

 

 

Pior ainda, é quando essas pessoas tomam as decisões por vontade própria, mas apercebem-se de que estavam errados, e tentam culpabilizar os outros, que nem sequer se manifestaram, ou o fizeram, mas em sentido contrário.

Se não querem ouvir, ou acham que não vão gostar do que os outros têm a dizer, não lhes perguntem. 

 

 

Mas se, de alguma forma, envolvem os outros nas decisões que têm que tomar, seja através do pedido de opinião ou com constantes conversas sobre o assunto, sobretudo se essas decisões têm impacto sobre os outros também, as pessoas têm que estar preparadas para ouvir.

Por vezes, aquilo que aos seus ouvidos soa como crítica, parecendo que lhes queremos mal, não é mais do que uma chamada de atenção, que um alerta, precisamente pelo contrário, porque queremos o bem da pessoa e, quer queiramos quer não, pela proximidade e pela forma como nos envolveu no assunto, temos o direito de o fazer. 

 

 

 

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