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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O que é que cheira a lúcia-lima, mas sabe a malagueta?

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Nunca tinha utilizado gengibre na vida.

Sabia de alguns benefícios, mas nunca tinha aprofundado.

Este fim de semana, o meu marido comprou, para fazer chá.

 

Achei que não tivesse cheiro, ou este fosse algo parecido com batatas. Quando ele me deu a cheirar, adorei o odor. E fez-me lembrar algo que, só mais tarde, percebi ser lúcia-lima. É idêntico.

 

Como gosto de provar coisas diferentes, disse-lhe que também queria aquele chá. Se soubesse tão bem como cheirava, deveria ser óptimo.

 

Já na cama, com a caneca na mão, provo o dito chá.

Realmente, o sabor é bom.

O problema, é que ninguém me avisou que seria picante!

Parecia que estava a beber chá de malagueta, e não de gengibre.

Não consegui bebê-lo todo. O resto foi fora. 

E o efeito do picante na boca ainda demorou a passar.

 

 

 

O detergente da loiça, um desejo e um rebuçado!

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Ontem, quando fui lavar a loiça do almoço, estreei o detergente com aroma a laranja. 

E veio-me, imediatamente, à memória, aqueles rebuçados "diamante", com sabor a laranja, que sempre adorei, pelo sabor ácido que têm!

Comentei com a minha filha e o com meu marido, que logo se fez ao caminho para me ir comprar os ditos rebuçados.

 

Passados uns minutos, lá chegou ele com uma embalagem de diamantes. 

Um de laranja para mim, um de tangerina para a minha filha e um de limão para o meu marido.

Soube-me mesmo bem! Deu para matar as saudades e o desejo. E ainda me atrevi com um segundo, de tangerina, que também é bastante ácido, como eu gosto.

Foi a conta certa. Já mestava a sentir o efeito do ácido na língua.

 

Dizia a minha filha:

"Oh mãe, agora cada vez que lavares a loiça, chupas um rebuçado!"

 

Respondi-lhe: 

"É melhor não, senão quando acabar a embalagem de detergente, já eu estou com diabetes!"

 

O que vale é que a embalagem é pequena e, dividindo por todos, não corro esse risco.

Mas não esperava que o meu marido fosse mesmo comprar os rebuçados.

Quem tem um marido assim, tem tudo!

Cereais com iogurte ou iogurte com cereais?!

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Eu prefiro a primeira!

Dos vários iogurtes com cereais que tenho experimentado, queixo-me sempre do mesmo: devia ter mais cereais.

E estes Activia, de aveia e nozes, não foram excepção.

 

O que acontece é que não gosto muito do sabor desses iogurtes, e com bastantes cereais, o sabor fica disfarçado.

Cheguei muitas vezes, quando tinha em casa, a misturar flocos no iogurte, para além dos que já continha, para ficar ao meu gosto!

 

E por aí, qual é a vossa preferência?

Não há nada como os morangos da nossa horta!

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No outro dia, comprei morangos no Intermarché.

Pedi dos mais verdes, para ver se aguentavam mais tempo. Isto foi num sábado.

 

Não os comi nem nesse dia, nem no domingo. Na segunda-feira, quando fui pegar neles, já não havia propriamente morangos, mas uma espécie de caldo, com pedaços de morangos bolorentos e podres.

Foram todos para deitar fora.

Mais vale os morangos que o meu pai vai tendo lá na sua horta. O sabor nem tem comparação, e duram muito mais tempo!

 

E quem diz os morangos, diz da outra fruta. Nêsperas que, ao fim de dois dias, estão já meio podres. Pêras que de rijas passam para farinhentas. Pêssegos que estão recozidos do gelo, por dentro, e sem sumo. Uvas que apodrecem nos primeiros dias após as comprarmos, e já só se chega a comer um terço delas.

Afinal, tantas exigências com a qualidade dos produtos, e é o que se vê.

Tudo falsificado, com qualidade duvidosa, e curta duração. 

 

Do reconhecimento daquilo que fazemos...

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Por vezes, damos o nosso melhor, esforçamo-nos, mostramos aquilo que sabemos fazer mas, do outro lado, não chega qualquer reconhecimento. Como se aquilo fosse o mínimo, o obrigatório, o habitual, o que qualquer um pode fazer.

 

E, depois, tem dias em que até não fazemos grande coisa, e o reconhecimento surge sem que percebamos bem o que fizemos para o merecer dessa vez.

 

Não é que não seja bem vindo. Simplesmente não tem o mesmo sabor... 

 

Mas, como diz Chico Xavier, o melhor reconhecimento é o nosso próprio "Todo o aplauso externo é ilusório".

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