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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Terminou...E agora?

 

Terminou. Chegou ao fim. E agora?

O imenso prazer de começar a ler os livros dos meus autores de eleição é equivalente à tristeza e sensação de vazio, quando a leitura do último termina.

Aconteceu-me isso quando acabei de ler todos os livros do Jeff Abbott, da Sandra Brown, da Julia Quinn, da Mary Balogh, do Nicholas Sparks e por aí fora…

Em relação aos dois primeiros autores, tive a sorte de editarem um novo livro cada um. Comprei-os, mas ainda não toquei neles. Estão lá sossegadinhos, à espera do momento certo. Que não sei quando será.

Porque quanto mais cedo eu me atirar a eles, e os “devorar” como de costume, mais depressa fico sem nada de novo para ler, na eterna esperança que venha sempre mais um, e mais um. E na incerteza de quando, ou se, isso acontecerá.

Talvez seja estranho, mas é assim que eu me sinto. E é por isso que muitos outros livros têm passado à frente nas leituras. 

Estranha sensação

 

É uma estranha sensação, que se apoderou de mim, e não há forma de a fazer desaparecer. Depois do temporal, as nuvens negras desapareceram e deram lugar a um bonito luar. Tudo está, aparentemente, calmo, sereno, tranquilo…

Mas, não sei bem porquê, parece-me que essa serenidade é apenas artificial, uma máscara, um hastear temporário da bandeira branca… O grito de guerra substituído pelo silêncio profundo…Uma paz assombrada por mágoas…

Sonho de uma Tarde de Outono

 

 

Apetecia-me passear contigo ao longo da praia...

Parar, puxar-te para mim, enquanto tu me seguras daquela forma que só tu sabes, e beijar-te!

Beijarmo-nos e perdermo-nos, no tempo e no espaço, como se, naquele instante, tivéssemos sido transportados para outra dimensão!

Beijarmo-nos, como duas pessoas que se amam!

Aquela praia, ainda movimentada, começa a parecer inapropriada para consumar esse amor.

Por isso, mesmo cheios de desejo, paramos!

Ainda com a sensação de que acabámos de acordar, de regressar à terra quando já vislumbrávamos o universo, de voltar à realidade...

Mas, no fundo, felizes!

Estamos juntos, e temos todo o tempo do mundo!

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