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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Óculos de sol: mais que um mero acessório

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Há quem os use para dar um toque ao visual, para dar estilo, como mero acessório.

A condizer com a roupa que se veste, com a mala, com os sapatos.

De todas as cores e feitios, tamanhos e formas.

 

Há quem compre uns pares deles nos supermercados, nas feiras, nas lojas chinesas, por meia dúzia de euros. Há quem os compre nas ópticas, de marcas bem conhecidas e a preços pouco acessíveis à maioria das carteiras.

 

Há quem os use porque assim recomendam os especialistas, para protecção da vista, dos raios UV.

Eu utilizo-os porque os meus olhos são extremamente sensíveis, não só à luz solar directa, como à claridade em geral, nomeadamente em dias nublados. E se não os colocar, não só não consigo abrir bem os olhos, como começa a vista imediatamente a chorar.

 

Por isso, sempre que virem alguém de óculos de sol, mesmo que não esteja sol, não imaginem que a pessoa é louca, ou que se está a armar, porque pode haver causas mais válidas por detrás disso. Há muito que os óculos de sol deixaram de ser usados como enfeite, para terem uma utilidade muito mais vasta.

 

Os meus, já os tenho há vários anos. Foi um investimento necessário para minha protecção e bem estar. Hoje em dia, há uns ainda melhores (e mais caros também). Mas valem a pena, pelo conforto visual que proporcionam!

 

 

 

Dicas para quem se quer dedicar ao voluntariado

 

“A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma.”, já dizia John Ruskin.

 

Decerto já procuraram, muitas vezes, um novo sentido para a vossa vida, um novo objetivo ou, simplesmente, uma ocupação. É nesses momentos que pode surgir a ideia do voluntariado. Porque não?

No entanto, enveredar pelo voluntariado não é uma decisão que devam tomar, e levar adiante, no calor do momento.

Há que ter em conta alguns aspetos fundamentais, antes de seguir adiante com esse desejo:

- não se devem tornar voluntários a pensar que vão receber, em troca, alguma recompensa material ou notoriedade por isso;

- devem entrar no mundo do voluntariado com a mente e o coração abertos, livres de qualquer preconceitos, e dotados de sensibilidade em relação à situação daqueles que pretendem ajudar;

- aquilo que vos move tem que ser, acima de tudo, a vontade de ajudar, de ser útil, de fazer a diferença, de dar o vosso contributo para um futuro melhor, de oferecer amor ao próximo e, em troca, tornarem-se pessoas emocionalmente mais ricas;

- é necessário terem disponibilidade – vão assumir um compromisso e têm que ter a certeza de que o podem honrar e cumprir;

- devem ter algum amadurecimento emocional e psicológico, uma vez que não sabem com que situações se podem vir a deparar;

- devem identificar-se com a missão para a qual se vão voluntariar;

- devem ter, igualmente, em conta que, para determinados tipos de voluntariado, será necessária formação específica.

Se consideram que preenchem todos estes requisitos, e que estão aptos a ingressar no mundo do voluntariado, então sigam em frente, e tenham em conta que, quando falamos de voluntariado, este não se refere apenas a ajudar outras pessoas, mas também os nossos amigos animais, que precisam, igualmente, de dedicação, cuidados e muitos mimos!

 

Texto elaborado para a primeira edição da revista online BLOGAZINE.

Ser mãe

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Ser mãe significou uma grande mudança na minha vida, e tornou-me, em alguns aspectos, numa pessoa diferente daquela que, até então, era:

 

  • mais maturidade
  • mais responsabilidade
  • mais altruísmo
  • mais sensibilidade

 

Deixei de me centrar tanto em mim própria, e mais na minha filha, e do quanto depende de mim. No seu bem estar, na sua segurança.

Ser mãe vai-me fazendo crescer, à medida que também ela cresce...   

Foto Inês.jpg

Foto Inês_0001.jpg

 Férias 2010 54.jpg

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Ser mãe

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Ser mãe significou uma grande mudança na minha vida, e tornou-me, em alguns aspectos, numa pessoa diferente daquela que, até então, era:

 

  • mais maturidade
  • mais responsabilidade
  • mais altruísmo
  • mais sensibilidade

 

Deixei de me centrar tanto em mim própria, e mais na minha filha, e do quanto depende de mim. No seu bem estar, na sua segurança.

Ser mãe vai-me fazendo crescer, à medida que também ela cresce...   

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O luto e a perda

 

O que é o luto? A roupa escura que se veste por respeito ao falecimento de alguém? Pode ser. Mas não se resume a tão pouco.

O luto é, sim, um conjunto de reacções a uma perda, seja ela de que natureza for, com diferentes formas de expressão em cada cultura, e com determinadas características.

No início, normalmente, ocorre a negação da perda. Segue-se o choque (muito embora, na minha opinião, possa acontecer o inverso - primeiro o choque, e depois a negação).

As pessoas entram num processo que pode incluir, entre outros sentimentos, estado de choque, raiva, impotência, hostilidade e solidão. É normal sentirem-se sozinhas e isoladas, até porque elas próprias se isolam e querem ficar sozinhas.

A fase seguinte caracteriza-se por uma profunda tristeza. Há uma tendência para relembrar a perda. Essas recordações, intercalando as agradáveis e desagradáveis, são muitas vezes acompanhadas de tristeza e choro, que vão diminuindo com o passar do tempo, à medida que as pessoas se vão reorganizando, ainda que com recaídas. 

A última fase é a aceitação da perda.

Nem todas as pessoas vivem da mesma forma cada uma destas fases, cuja duração é igualmente variável em função do tipo de perda e da pessoa que a experiencia. Mas, por norma, todas passam por elas. E por mais que os outros lhes tentam dar ânimo, força, palavras de conforto ou qualquer outro tipo de ajuda, embora sejam gestos benvindos, nem sempre vão minorar os efeitos devastadores da perda, nem aquilo que as pessoas estão a sentir. Penso mesmo que, muitas vezes, o silêncio é de ouro. Quem acompanha estas pessoas pode sentir um certo desconforto, nervosismo ou constrangimento, evitando falar do assunto, porque não sabe o que dizer nem o que fazer. 

Mas o mais importante, é mostrar interesse, sensibilidade e disponibilidade. Estar presente, de forma sentida e sincera.

Sim, porque existem algumas pessoas que só estão presentes em corpo. Que vão a funerais para pôr a conversa em dia com familiares e conhecidos, para ver quem leva o quê vestido, se foi de preto ou de branco...Que falam ao telemóvel e trocam mensagens em plena igreja...Que marcam presença só para "inglês ver"...Que se aproximam para tudo menos apoiar, ou apoiam com interesse...Que nem se aproximam, ou logo se afastam só porque não sabem o que dizer...E, definitavamente, não é esse tipo de ajuda que as pessoas precisam. 

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