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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Como escolher 2 ou 3 livros de uma lista de 40!

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Não é fácil!

Mas queria aproveitar os descontos para me oferecer um presente, e não podia comprá-los todos!

Por isso, fui por etapas ou exclusão de partes, em 10 passos:

 

 

1 – Optei pelos que adicionei à lista mais recentemente – primeiro porque são, de uma forma geral, mais baratos, e depois porque, já que os mais antigos estão ali há tanto tempo, e foram sempre sendo preteridos por outros, é porque não tenho assim tanto interesse, e podem esperar

 

2 – Eliminei alguns que tinha lá, nem sei bem porquê, mas que neste momento não me despertam o mesmo interesse, e que não fazia sentido manter, reduzindo assim a lista global

 

3 – Escolhi diferentes géneros – quando gostamos de determinados géneros, é normal que a lista inclua vários de cada um, e achei que faria mais sentido, até para variar um pouco, não comprar só romances, só policiais ou só thrillers, mas um de cada, para ir alternando a leitura

 

4 – Optei pelas histórias que mais me cativam – escolher um de vários, dentro do mesmo género, implica perceber qual das histórias me cativava mais, ao ponto de me fazer escolher um, em detrimento de outro, igualmente bom

 

5 – Escolhi livros que são sequelas ou colecções – se compro todos os livros de um determinado autor que gosto é normal que, saindo um novo, eu tenha maior tendência para comprá-lo, tal como acontece se sai um novo livro que, de certa forma, vem na continuidade de outros que já tenho, com as mesmas personagens

 

6 – Joguei pelo seguro, com autores que conheço – um pouco na sequência do anterior, se já conheço um determinado autor e gosto dos seus livros, é provável que os seguintes não me defraudem as expectativas

 

7 – Dei-me a oportunidade de conhecer novos autores – para sair um pouco das minhas escolhas habituais, escolhi um livro de um autor desconhecido

 

8 – Ler várias vezes as sinopses, e até as primeiras páginas disponíveis – há livros muito parecidos, com histórias mais que contadas, que nada acrescentam ao que já lemos noutros, e que não vale a pena comprar

 

9 – O preço conta muito – mesmo com descontos, tinha um orçamento fixado, e não poderia fugir muito daquele valor, pelo que tive que fazer contas e encaixar 3 livros que se aproximassem do que eu estava disposta a pagar

 

10 – Contar com os presentes de Natal/ Aniversário - aproveitei que o meu marido me quer oferecer também livros, para jogar com os que eu poderia comprar, se ele me oferecesse outros que também queria!

 

 

Cheguei à escolha final de 3 livros:

Um Dia em Dezembro, de Josie Silver (romance)

Culpa, de Jeff Abbott (Policial)

Perto de Casa, de Cara Hunter (Thriller)

 

Sendo que pedi ao meu marido estes:

O meu coração entre dois mundos, de Jojo Moyes

O Dia em Que Te Perdi, de Lesley Pearse

 

 

Claro que, ainda assim, fiquei com uma lista pendente de 29 livros, muitos dos quais quero mesmo ter, e que terão que aguardar uma nova oportunidade, quando as finanças estiverem mais equilibradas, e puder satisfazer este capricho da leitura!

 

 

Por vezes tenho vontade...

 

...de meter o nariz onde não sou chamada!

 

Porque, apesar de ser muito mais prático não me preocupar com algo que não me diz directamente respeito, e seguir sem olhar para o lado, que na minha vida já tenho preocupações que cheguem, não consigo ignorar o que se passa com aqueles que, de certa forma, me estão ligados.

Talvez seja o instinto maternal (que por acaso nunca tive), o dever de protecção, o não querer que alguém passe por situações que outros já passaram, e que deixaram sequelas.

Assim, dou por mim armada em boa samaritana, em princesa justiceira, em missionária da paz, a querer falar com cada uma das pessoas intervenientes para que, juntas, possamos encontrar a melhor solução para o bem de alguém que depende de nós.

Mas, ao mesmo tempo que esse "dever" e "querer" se apodera de mim e ganha força, apercebo-me que, provavelmente, tudo isso será inútil, porque ninguém está disposto a alterar o estado das coisas. Embora muitas vezes se mostrem preocupados, logo se conformam com a situação. Precisamente aqueles que deveriam estar mais empenhados!

E se quem pode fazer alguma coisa não o faz, que direito tenho eu de me intrometer? De qualquer forma, sozinha não posso muito...

Ainda assim, obrigo-me a investir numa última tentativa que, espero, me conduza ao caminho certo para o sucesso de uma missão, para a qual me auto destaquei!

 

 

 

Madagascar 3

 

Tal como prometido, a segunda paragem pelo cinema teve como escolhido o filme Madagascar 3.

E confesso que o início do filme não me cativou muito. Aliás, nem o começo, nem o meio, nem o fim!

Os tempos mudam e, com eles, há que inovar nas sequelas dos filmes. Foi o que fizeram neste - inovaram.

Mas eu estava habituada género do primeiro. No segundo, a história era diferente, mas não desiludiu. Neste terceiro, há demasiada fantasia.

De qualquer forma, foi engraçado. E a minha filha adorou! 

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