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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Fexpomalveira

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Todos os anos se realiza, na Mata Paroquial, na Malveira, a Fexpomalveira.

Há já vários anos que não ia lá. Fomos no sábado.

A primeira novidade, é que temos que comprar bilhete para poder entrar. Um valor simbólico, é certo - 2 euros por pessoa. 

Entrando no recinto, há por ali de tudo um pouco.

 

Comércio:

Para quem vê na Fexpomalveira uma oportunidade de promover os seus produtos e ganhar algum dinheiro, existem vários expositores ao longo da feira, não só as já habituais tasquinhas, restaurantes, pastelarias, e mostras de produtos gastronómicos da região, como também de veículos automóveis e motorizados, máquinas, outros produtos diversificados e serviços variados.

 

Solidariedade:

Também estão presentes associações que visam angariar verbas para as suas causas, sendo que muitos dos locais onde podemos comer, vêem as suas receitas reverterem para instituições solidárias.

 

 

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Divertimento:

Para além dos espetáculos com artistas bem conhecidos do panorama musical português, e das bandas que asseguram o baile, também por lá andam mascotes que fazem as delícias dos mais pequenos, balões de todos os feitios e muito mais.

 

Mostra animal:

Embora estejam ali em exposição com o objectivo de venda ou estabelecimento de contactos com criadores e herdades, acabam por ser também uma atracção para todos os que visitam a feira.

Por lá, vimos ovelhas, cabras, cabrinhas anãs, vacas, burros, cavalos, e até cães.

E, sim, são bonitos de ver, mas custa saber para o que ali estão, e vê-los ali durante tantas horas, naquele espaço, com pessoas atrás de pessoas a chatearem-nos.

Custou-me principalmente um cão preso numa jaula, com ar de conformado com a sua sorte.

 

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Quando estamos habituados às pessoas

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É tão bom quando precisamos de algum serviço, e somos bem atendidos;

Quando quem nos atende é atencioso, prestável, e nos explica tudo de forma a compreendermos bem as coisas;

Quando esses profissionais se mostram atentos e preocupados, mas também felizes quando tudo corre bem;

É tão bom ter um desses profissionais que conheça bem a história, e siga todo o percurso ao longo das várias etapas;

 

Quando assim é, ficamos habituados e não queremos outra coisa! Neste caso, e sempre que possível, era sempre para este veterinário - Dr. Daniel - que marcávamos as consultas das nossas meninas. A última vez que falámos com ele, foi para lhe dar a notícia de que a Amora tinha melhorado da incontinência.

 

Agora que tínhamos as vacinas para marcar, liguei para o hospital e, quando me perguntaram se tinha preferência por algum médico, pedi para marcarem para esse médico.

E foi com supresa que, do outro lado, me informam que este médico veterinário tirou uma licença sem vencimento e, como tal, sem previsão de quando, ou se, voltará a trabalhar no hospital.

Habituarmo-nos às pessoas tem destas coisas. Não é que não haja outros bons profissionais no hospital, que os há. Aliás, poucos foram os médicos que não trataram, em alguma ocasião, as nossas bichanas. Mas como toda a gente, também nós tínhamos uma preferência.

 

Assim, tivemos que marcar para outro médico, um novo que está a substituir o Dr. Daniel. E, apesar de tudo, tivemos sorte porque nos pareceu também um excelente médico, com uma forma de lidar com os animais e com os donos muito semelhante ao seu antecessor.

Sendo assim, embora espere não precisar tão cedo, a haver necessidade, está eleito o próximo "doutor" da Becas e da Amora!

 

 

 

 

O blog não é um painel de publicidade

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Ainda esta semana recebi um email de uma empresa, a dizer que queria "comprar" um espaço no meu blog, para publicitar a dita empresa.

 

Em primeiro lugar, esses emails costumam ir logo em seguida para o lixo, sem sequer me dar ao trabalho de consultar as ditas empresas, até porque a maioria é trafulhice certa.

 

Em segundo lugar, mesmo que pudesse, eventualmente, fazer uma troca de divulgações, de ambas as partes, a maioria nem sequer se enquadra no espírito do blog, pelo que seria totalmente descabido.

 

Em terceiro lugar, e mais importante, lamento informar mas este é o meu blog!

É pessoal, sou eu que escrevo nele, sobre aquilo que me apetecer. Não é um painel publicitário, como esses que encontramos nas ruas, onde se coloca publicidade a promover empresas e serviços.

Aqui não há espaços à venda para promoção ou publicidade. Nem tão pouco tenho o blog para facturar com ele.

 

Por isso, futuros anunciantes, podem poupar o vosso tempo porque o meu blog não está à venda nem para arrendamento, no que toca a publicidade.

Qualquer divulgação ou promoção que possa fazer, será sempre de forma gratuita, se se inserir nos temas do blog. E, de preferência, feita com base na minha experiência pessoal.

 

Sobre as prioridades

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Isto das prioridades tem muito que se lhe diga.

No outro dia, em conversa com um funcionário público, dizia-me ele: 

 

"Não vem em lugar nenhum que as pessoas acompanhadas de crianças de colo tenham, necessariamente, que as trazer ao colo, tal como não diz na lei, que elas não podem vir acompanhadas de outras pessoas."

 

Nesse mesmo serviço, mas numa outra secção, e num dia diferente, com um funcionário diferente, um casal com um bebé pequeno num carrinho tentou exercer o direito de prioridade. O funcionário respondeu-lhe que não.

 

"Então mas a minha mulher está aqui com o bebé, tem prioridade." - dizia o homem

"Mas está aqui você com ela!" - respondeu o funcionário

 

O homem insistiu. O funcionário perguntou se não podiam esperar um bocadinho.

O homem disse que a mulher estava completamente estoirada.

O funcionário torna a responder: "então, ela que se sente lá fora a descansar enquanto espera!"

 

Como viram que não levavam a melhor, voltaram para a sala de espera. Durante todo o tempo em que esperaram a sua vez, e com várias cadeiras disponíveis, nem por um minuto a mulher se sentou! Mesmo "esgotada", como referia o marido, preferiu esperar de pé.

 

Não coloco em causa a prioridade dela, que a tinha. Mas dá que pensar...

 

 

 

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