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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Pessoas com quem me vou deparando por aí

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Os "nobres"

Pessoas que agem como se fossem da nobreza real, cheios de manias. Que tentam exibir a sua imensa cultura, e gostos refinados. Pessoas que gostam de levar uma vida de luxo. E que sabemos que não têm onde cair mortos, e estão atolados em dívidas. Mas nem assim perdem a pose, e abandonam o personagem! 

 

Os "palhaços" (sem ofensa para os verdadeiros)

Pessoas que se mostram, falsamente, simples e sem manias, quando basta abrirem a boca para se perceber que estão cheios delas. Pessoas que, pela educação que tiveram, deveriam agir de outra forma mas acabam por parecer apenas palhaços, sem noção dos disparates que dizem.

 

Os "simples"

Educação é um princípio que praticam diariamente, porque assim foram habituados. Apesar dos títulos e condição financeira acima da média, relativamente ao comum dos mortais, não deixam que isso afecte a forma como agem, e interagem com as pessoas, revelando verdadeira simplicidade.

 

 

 

Numa Floresta Muito Escura, de Ruth Ware

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Quem é que decide fazer a sua despedida de solteira numa floresta muito escura, sem qualquer forma de contacto com o mundo, numa casa totalmente isolada da civilização, e que mais parece um palco, onde os convidados têm de actuar para o público lá fora, que os vê através dos inúmeros vidros que substituem as paredes?

Quem é que decide convidar uma amiga, com quem não tem qualquer contacto há mais de 10 anos, para a sua despedida de solteira. Apenas para a despedida de solteira, quando todas as restantes foram convidadas para o casamento? 

 

Flo é a organizadora do fim-de-semana destinado à despedida de solteira da sua melhor amiga, Clare. É também sobrinha da dona da casa da floresta. Ao longo da história, Flo irá revelar-se demasiadamente obsessiva em relação a Clare, e agressiva com os convidados perante a possibilidade de alguma coisa não correr como tinha planeado, e estragar o momento à amiga. Parece, em muitos momentos, uma mulher um pouco desequilibrada.

Nina é uma amiga comum de Clare e Nora, também convidada para esta despedida de solteira.

Tom é amigo de Clare, e desconhecido de Nina e e Nora. Foi convidado porque é gay, daí ser o único homem no meio de mulheres.

Melanie é uma amiga de Clare, já casada e com um bebé de poucos meses. Será a primeira a abandonar a casa, sob o protesto de Flo.

Clare é a noiva, que decidiu convidar Nora porque tem algo para lhe contar, que tinha que ser dito pessoalmente.

Nora é a amiga com quem Clare não falava desde há muitos anos. É também a ex-namorada do noivo de Clare. Um namoro que terminou de forma misteriosa, e que levou ao corte de relações com ambos.

 

Por entre álcool, drogas, actividades insólitas para despedidas de solteira como a carreira de tiro, e um tabuleiro ouija, que parece alertar para algo de errado que está prestes a acontecer, a única coisa que sabemos, no início, é que, por algum motivo, Nora está ferida no hospital, e um crime ocorreu, tirando a vida a alguém.

 

Todos são suspeitos. Todos estavam lá. Todos parecem ter algo a esconder. O que terá acontecido?

 

Um excelente livro que mostra que, com uma história simples, se pode criar um bom enredo e cativar leitores!

Átoa em Mafra - um concerto espectacular!

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O Festival do Pão terminou em grande com o concerto dos Átoa!

Já tinha tido oportunidade de os entrevistar duas vezes, uma para a Blogazine, e outra para o meu blogue, mas desta vez pude vê-los ao vivo e conhecer melhor as suas músicas.

Chegámos mesmo em cima da hora, e conseguimos encontrar um bom lugar perto do palco, e com bastante espaço. Embora, olhando para trás de nós, víssemos imensa gente a assistir, ali à frente onde estávamos, víamos bem, e sem aquela sensação de "sardinha em lata", nem empurrões.

 

 

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Só pelo ambiente calmo e descontraído, apesar de ser domingo e no dia seguinte ir trabalhar, já estava a valer a pena.

Músicas como "Menino D'Ouro", "Miúda Do Terceiro Andar" ou "Idade dos Inquietos" não faltaram. O público sabia de cor a letra das músicas e esteve sempre animado, e em interacção com a banda.

 

 

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Os momentos mais calmos vieram logo depois, com "Sinto" e "Pouco de Sol".

 

 

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Mais para o final, não poderiam deixar de tocar o sucesso "Falar a Dois" e de nos brindar com o novo tema "A Cada Passo".

 

 

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O tempo passou num instantinho, e o concerto chegou ao fim, mas o público não os deixou ir embora sem uma última música. Tivemos direito a duas, entre as quais "Distância", também já nossa conhecida.

 

 

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Não tendo sido um concerto com grandes efeitos visuais, teve o mérito de brilhar pela simplicidade dos membros da banda que, sem grande aparato, conseguiram chegar ao público, com a sua humildade, e proporcionar-nos quase duas horas de boa música portuguesa.

O pior foi quando tivemos que enfrentar uma fila enorme para conversar com eles e dar os parabéns pelo espectáculo. Os fâs eram mais que muitos! Mas conseguimos tirar a nossa foto da praxe!

 

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O concerto do Anselmo Ralph em Mafra

Estava marcado para as 21 horas, e não atrasou muito. Entrámos por volta das 19.30h, conseguimos um lugar quase na frente, com óptima visibilidade (excepto quando uma miúda já com os seus 17/19 anos se lembrou de se pôr às cavalitas no namorado ou amigo, mas foi rápido porque ela não é propriamente uma criança leve), e a noite prometia.

Estava com algumas reservas em relação a este concerto que, desde o início, não teve a melhor organização. Nem sei se será bem da organização por parte do Anselmo, ou de quem se lembrou depois de transformar um concerto num festival solidário, mas muita tinta correu, muita polémica se instalou, muitas alterações ocorreram, desde que soubemos que o Anselmo Ralph iria actuar em Mafra no dia 13 de Setembro.

Outra coisa que não achei bem foi o facto de só haver livre trânsito para quem comprou o bilhete para os dois dias. Ou seja, num espectáculo que começava às 15.30h, com várias bandas a actuar, e que terminava às 23 horas, a partir do momento em que entrássemos tínhamos que permanecer no recinto. Se saíssemos, já não poderíamos entrar novamente! Tem alguma lógica? Para mim, não! Para eles, sim! Obrigavam as pessoas a consumir ali mesmo, sem escapatória possível. Tínhamos ido mais cedo, com intenção de ir depois a casa comer qualquer coisa e voltar. Assim, voltámos para casa e acabámos por ir mais perto da hora.

A tarde também não esteve famosa. Choveu bastante aqui para estes lados, e estava com receio que o concerto não se realizasse, mas no final do dia até a chuva colaborou.

A primeira parte do concerto ficou a cargo da Maria. Não conhecia, mas tem uma boa voz, e foi um momento muito fixe, para começar a aquecer a voz e o corpo. O seu repertório ainda não é grande, mas gostei muito da música Crash, com que iniciou o espectáculo. E da sua interpretação da música We Found Love, da Rihanna. Não me importava de ter ouvido a Maria por mais uns minutos!

E chegou, então, o artista da noite! O mais esperado, o que levou centenas de pessoas ao relvado do Parque Desportivo Municipal de Mafra!

Veio acompanhado por uma banda exclusivamente composta por homens, incluindo coros - o que foi uma surpresa. Entre um desses elementos do coro, um concorrente do The Voice que fez parte da equipa do Anselmo - David Piçarra.

E com dois bailarinos (também homens), que não percebi se foram convidados para dançar ali naquela noite, ou se faziam parte da equipa do Anselmo, mas parece-me mais a primeira hipótese, uma vez que ele não sabia sequer o nome dos bailarinos! 

Quanto às músicas, confesso que apenas conhecia aquelas que mais se ouvem nas rádios, mas fiquei a conhecer mais 2 ou 3 músicas que são muito bonitas, como Aplausos para Ti, Está Difícil ou Mente para Mim.

O Anselmo esteve sempre a conversar com o público, a brincar, tanto com as crianças como com os adultos, mostrando a sua habitual simpatia e simplicidade.

O público, retribuiu o carinho com muita energia, e mostrou saber de cor a letra das músicas. Houve até uma altura em que estávamos a pular e, às tantas, comecei a sentir um buraco debaixo dos pés! Era a terra, húmida da chuva, e a relva, a ceder.

Isto sim, foi um concerto a sério! Independentemente do estilo musical de cada um, este concerto meteu o dos DAMA a um canto!

Alguns dos momentos engraçados do concerto foram quando o Anselmo perguntou às mulheres de Mafra se tinham os seus companheiros domesticados, e fez os homens imitarem alguma vozes de animais, e quando explicou às crianças o significado da música Curtição!

O final do concerto, ficou marcado por uma música de agradecimento a todos os fãs, que fazem do Anselmo o que ele é hoje, e dos seus espectáculos, momentos memoráveis.

Aqui ficam alguns desses momentos:

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Actuação da Maria 

 

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 A contagem decrescente para a entrada do Anselmo

 

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A entrada do Anselmo e a chuva de confetis

 

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O nosso Convento de Mafra, no ecrã

 

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Momento musical com o Anselmo e o saxofonista

 

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Anselmo e um dos bailarinos

 

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Uma coreografia com chapéus de chuva que, felizmente, não foram precisos

 

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Muito obrigada Maria e Anselmo, por esta noite!

 

 

 

 

 

 

O "Cerne" da questão

 
Quem assistiu no passado domingo à 4ª Gala do Ídolos teve a oportunidade de ver um dos vencedores do programa a cantar, agora como profissional. Falo do Filipe Pinto!
Desde os tempos em que ele era um mero concorrente, sempre gostei da humildade e simplicidade que demonstrava além, claro, da bela voz e da forma singular como interpretava cada música.
Passados mais de 2 anos, percebe-se que soube aproveitar a oportunidade, mas com os pés assentes na terra.
Não teve sede de fama, nem de sucesso instantâneo. Não quis gravar um CD a jacto, com êxitos temporários e música da moda para vender.
Foi compondo as suas próprias músicas, ao seu ritmo, e preparando um trabalho à sua medida.
Pode não ser aquilo que muitas pessoas gostariam de ouvir, mas foi o caminho que ele escolheu, com que se identifica, e que mostra a pessoa que é. 
Agora que já nos presenteou com algumas músicas do seu Cerne, aguardamos então o lançamento oficial do CD, com o menu completo.

 

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