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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Cascata de Fervença

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Este fim de semana aventurámo-nos pelas cascatas da zona de Sintra, que tínhamos pensado ver nas férias.

A ideia inicial era ver as do Rio Mourão, mas como o GPS nos levou para as de Anços, que já tínhamos visitado anteriormente, rumámos à de Fervença.

É difícil encontrá-la mas, mesmo assim, estava bastante movimentada, com muitas pessoas a ter a mesma ideia que nós.

 

 

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Depois de uma senhora simpática nos ter indicado o caminho, e até nos conduzido até lá, estacionámos, e descemos o caminho de terra.

Essa foi a parte mais fácil.

A pior foi quando percebemos que tínhamos que passar por cima de uma rocha, para conseguir vê-la. Mas lá passámos.

Como podem ver, há por ali muitas rochas e o piso é escorregadio, pelo que é preciso alguma coragem e muito cuidado.

 

 

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Vimos pessoas, mais aventureiras, que andavam a escalar esta parte da cascata. E até quem, indo à volta, por um caminho estreito e de rochedos, se atrevesse a chegar lá ao topo.

 

 

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Nós, como não quisemos arriscar, ficámo-nos cá por baixo.

A cascata é linda, mas é pena a água estar suja.

 

 

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Vale a pena visitar, mas talvez noutra altura do ano, em que haja mais água, e menos pessoas, para que se possa apreciar o refúgio que ela representa, com alguma tranquilidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sugestões para o fim-de-semana

 

(clicar na imagem)

 

As sugestões do Fora de Casa desta semana já podem ser consultadas, e incluem:


- circo na Ericeira, com o Circo Circolândia
- o espectáculo "Juntos por Pedrógão", em Torres Vedras
- teatro com a Associação Meleca, na Ericeira
- o Super Bock Super Rock
- danças do Nilo, na Ericeira
- uma Feira Quinhentista, em Sintra

e muito mais!

Fomos visitar o Parque e o Palácio de Monserrate

Imagem relacionada

 

No passado domingo o meu marido quis ir passear até Sintra.

Não estava muito para aí virada, mas lá fomos. Estacionámos o carro a meio do percurso para os palácios, e fomos andando, à espera de visitar o mais próximo.

Calhou-nos o Parque e Palácio de Monserrate. Logo para começar, considerei as entradas um pouco caras, mas já se sabe que Sintra vive quase do turismo, e turismo em Portugal, infelizmente, não é para todos.

Começámos pelas cascatas, jardins, lagos, até que chegámos ao relvado com o Palácio ao fundo, no alto da colina.

Visto por fora, o Palácio de Monserrate fez-me lembrar um palácio indiano.

Entrámos, e ficámos encantados com a entrada e o corredor. E foi só. Tudo o resto foi uma total desilusão. Estava à espera de, à semelhança do Convento de Mafra, se vissem as diversas salas e aposentos adornados com as mobílias e acessórios da época. Mas, neste palácio, deparámo-nos com salas vazias, apenas com um painel a explicar o que havia antes naquelas divisões.

Na sala de música, apenas um piano, coberto. Numa outra sala, um espelho rachado e um vaso quebrado. Os quartos? Vazios. Algumas paredes e chão em mau estado de conservação.

A visita vale pelo exterior que, de facto, é magnífico. Mas tenho quase a certeza que muitas daquelas pessoas que ali foram visitar o Palácio ficaram com a mesma cara de desapontamento que nós.

 

Na hora de ir embora, ainda demos umas quantas voltas para tentar descobrir a saída, indo sempre parar ao palácio, até que demos com a cafetaria. E mais umas voltas, de novo, para encontrar a saída. Entre seguir uma senhora que por lá andava, e que não sabíamos se iria embora ou estaria a visitar o parque, e um carro que passou por nós, decidimo-nos pelo carro. No fim, percebemos que ambos os caminhos iam dar ao mesmo ponto - a saída!

 

O mais caricato de tudo isto é que, nem uma única vez, nos lembrámos de pegar no mapa que nos tinham dado, e que guardei na mala, para nos ajudar a sair dali!  

À Conversa com os Rua da Lua

 

Fazem parte da “Rua da Lua”, Carlos Lopes, Tiago Oliveira, Manú Teixeira, Rui Silva e Tatiana Pinto.

Entre estes “moradores”, desde logo se estabeleceu uma química que os uniu, e que lhes proporcionou a inspiração para começarem a elaborar as suas composições originais.

São quatro instrumentistas de Acordeão, Guitarra Clássica, Contrabaixo e Percussão, a que se juntou uma cantora algarvia, e todos eles têm diversas proveniências musicais, desde música clássica à mais tradicional, passando também pelo fado.

 

 

 

Dizem eles que, na Rua da Lua, “as histórias são terrenas, quotidianas, evocam memórias e futuro, fazem a leitura de modos de estar e sentir, que se materializam quando cantados e aplaudidos por quem ouve”.

 

 

 

O CD de estreia “Rua da Lua”, inclui nove temas originais e ainda duas versões de temas bem conhecidos da música portuguesa.

Os “Rua da Lua” aceitaram participar nesta rubrica, e vêm falar um pouco mais sobre o seu projeto e o primeiro CD da banda.

 
 
 
 
 

Quem são os Rua da Lua?

A Rua da Lua é composta por 5 elementos: Tatiana Carmo (voz), Rui Silva (contrabaixo), Manu Teixeira (percussão), Carlos Lopes (acordeon) e Tiago Oliveira (guitarra).

 

Como é que surgiu a ideia de formar esta banda?

A banda surgiu do encontro de músicos de várias áreas e influências (fado, jazz, música tradicional portuguesa, entre outras), procurando solidificar e afirmar uma sonoridade original e de cariz acústica e portuguesa. 

Foi também importante uma série de concertos que fizemos em 2009\10, em que suportavamos musicalmente uma companhia de bailado contemporâneo, permitindo apurar o conceito instrumentistico e a presente linguagem do grupo.

 

Porquê Rua da Lua para nome da banda?

A rua porque é um local de passagem, de influências várias, de muitas músicas. A lua porque é sinal de sonho, de inspiração, de magnetismo e misticismo. Tudo isso e mais faz a Rua da Lua. E também porque existe uma rua em Sintra com esse nome, no fundo também representa de onde somos, da região de Sintra, da região saloia!

 

Como caracterizam o vosso estilo musical?

É sobretudo acústico, com alguma carga dramática e mística, típica do povo português. Mas isso depois o público é que decidirá onde nos enquadrar.

 

Rua da Lua é também o nome do vosso primeiro trabalho. Sobre o que nos fala?

Fala-nos de diversas histórias e vivências comuns; amores e desamores, encontros e desencontros, mas sempre com a preocupação pela língua portuguesa e pelo gosto pelas boas canções. De realçar o excelente trabalho da letrista que também deu rumo e poemas ao grupo, a Eugênia Ávila Ramos.

 

Consideram que há espaço no panorama musical português para projetos como o vosso, ou ainda faltam oportunidades?

Há espaço sim, mas temos sempre de ser capazes de nos superar e também criar as nossas oportunidades. O mercado, a música e a indústria musical em Portugal mudaram muito nos últimos 15 anos. Hoje há muita oferta, muitos discos e por vezes isso facilita a promoção e divulgação dos grupos e da arte. Contudo, também tem as suas desvantagens, às vezes o excesso de informação torna difuso e difícil o caminho de um grupo. 

Teremos de ser capazes de ir criando o nosso espaço em Portugal mas também além fronteiras.

 

Que feedback têm recebido por parte do público?

O feedback tem sido excelente! As pessoas têm gostado dos concertos e do disco. Acham interessante a mistura de influências, os arranjos e a envolvência que procuramos criar nos concertos.

 

Quais são os vossos planos para este ano? Que objectivo gostariam de ver concretizado?

Os objectivos passam por promover e dar a conhecer o disco e o grupo ao maior número de pessoas possível. Também a realização de concertos e eventos ao vivo são importantes para dar a conhecer o grupo.

Outro objectivo importante e que já estamos a trabalhar nele, é a pré produção de um novo disco. Mesmo com este disco acabado de ser editado, é sempre bom pensar o futuro e ir trabalhando em novas ideias!

 

Muito obrigada!