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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Fui à praia fotografar o pôr do sol

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Em fim de semana prolongado, sem grande coisa para fazer, e a tentar evitar ficar sentada no sofá, a ver televisão, durante horas, decidi-me pelos passeios.

No domingo, dia de sol mas ventoso, e frio, meti na cabeça ir até à Ericeira fotografar o pôr do sol na praia.

Nunca tinha ido sozinha, sem ser no verão. Mas estava farta de tirar fotografias aqui na zona.

 

Assim, apanhei o autocarro, chegando lá perto das 16 horas.

Estava um pouco menos ventoso, mas igualmente frio. Como o sol só se punha depois das 17 horas, aproveitei para caminhar de forma a manter o corpo quente, tirando algumas fotografias pelo caminho.

 

Estava, supostamente, maré vazia. No entanto, não se notava nada. E o mar estava agitado.

Fiquei triste por não se sentir qualquer cheiro a maresia, a iodo, a praia. Nada.

Estava convencida que, nesta altura no ano, se notaria mais.

 

 

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Passei pela Praia do Sul, fui até à Foz do Lizandro, e voltei para trás, a tempo de me dedicar à missão que me tinha levado até lá.

 

 

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Depois, foi caminhar até ao terminal, para apanhar o autocarro de regresso a casa.

 

Instantes

(1 Foto, 1 Texto #94)

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Dura apenas uns segundos, ou uns minutos, mas é quanto basta.

Aquele momento em que o vento faz uma pausa, as árvores nos protegem, o silêncio nos acalma, e aquele piscar de olhos do sol, antes de desaparecer, nos conforta. 

Quando o tempo para, e nós paramos com ele, nesse momento de paz.

Um instante... mas a vida é feita de instantes!

 

Texto escrito para o Desafio 1 Foto, 1 Texto

Pela praia

(1 Foto, 1 Texto #88)

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Abriu a época balnear.

Não que isso tenha alguma importância. Afinal, as pessoas vão à praia quando querem.

Seja verão ou inverno, esteja frio ou calor.

Haja um bocadinho de sol, e é vê-las deitadas ao sol, ou a dar uns mergulhos na água gelada.

 

Mas, como eu dizia, abriu a época balnear. Oficialmente, vá.

Já se vêem as bandeiras: a azul, que todos os anos lhe é atribuída e, naquele dia, a amarela.

A praia estava bem composta.

No mar, vários surfistas, nem se percebe bem a fazer o quê, porque passaram o tempo deitados nas pranchas, sem apanhar qualquer onda digna de exibição.

 

Na areia, as delimitações das zonas vigiadas pelos nadadores salvadores - menos de metade de todo o areal.

Pergunto-me o que acontecerá a quem ouse tentar afogar-se uns metros ao lado.

E os toldos e barracas, para quem gosta de se proteger, e dizer que tem ali uma "casa alugada na praia"!

 

Ao longo do caminho, vemos as esplanadas cheias.

Pessoas a almoçar. Ou a lanchar.

A petiscar, ou a tomar um cafezinho.

Pessoas a refrescar-se, e a pôr a conversa em dia, com vista privilegiada para o mar.

 

Junto a uma das casinhas do pessoal dos toldos, três homens conversam, como se estivessem em casa.

Estão ali a ganhar o deles.

Umas horinhas bem compensadas, enquanto trabalham para o bronze, apenas de calções e chinelinho.

E lavam as vistas, apreciando as garinas que por ali passam. 

Até que a sede leva a melhor, e fazem uma pausa, para a cervejinha!

 

Depois há quem, como eu, apenas ande por ali a passear.

O vento desagradável, que se fazia sentir, não demoveu ninguém.

Por enquanto, ainda se sente o cheiro a maresia.

Até ser substituído pelo do protector solar, nos próximos tempos.

 

 

Texto escrito para o Desafio 1 Foto, 1 Texto