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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Não se limitem a criticar, apresentem alternativas!

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Existem pessoas que pensam que os outros estão cá nesta vida só para os tramar. Por norma, são aqueles que têm por hábito fazer aquilo que de acusam os outros e, por isso, acham que toda a gente é igual.

Existem pessoas que têm a mania que são mais espertas que os outros, que são melhores que os outros, e que passam a vida a criticar tudo o que os outros fazem, como se elas próprias fizessem melhor quando, muitas vezes, acontece precisamente o contrário.

Existem pessoas que fazem um alarido enorme, como se os outros lhes estivessem a "roubar" ou privar dos seus direitos, e tratam de reclamar à toa, e se queixar a meio mundo, com o objectivo de obter apoio para a sua causa.

Mas soluções? Alternativas? Essas, nem vê-las! 

Ou então até aparecem, anunciadas com grande pompa, como se também eles tivessem feito um grande trabalho. Mas limitam-se, simplesmente, a aproveitar aquilo que foi feito por quem tanto criticaram!

E onde é que estão as alterações, as soluções alternativas? Não estão! Nem podiam estar. Porque quando se deixa de criticar sem razão, e se passa a analisar as várias hipóteses, chegam à conclusão de que a proposta apresentada pelos outros é a única possível. E tudo aquilo que outrora reclamaram, mantém-se.

No entanto, para mostrar que o seu trabalho, ainda assim, é melhor que o dos outros, fazem pequenas manobras que em nada alteram o plano inicialmente apresentado mas que, por ter sido essas pessoas a fazer, já é válido e aceitável!

O mais engraçado é que, no fim, e sem se aperceberem, a atitude dessas pessoas que, julgando que os outros só estão a pensar em si mesmos, acaba por ir no mesmo sentido, mas a favor delas, pode prejudicá-las mais do que favorecê-las!

Por isso, pedia a essas pessoas que, da próxima vez que pensarem em criticar alguém, ou acusar alguém de só olhar para o próprio umbigo, pensem primeiro se não fazem elas próprias o mesmo. E se não gostam de algo que os outros tiveram a iniciativa de fazer, quando mais ninguém o fez, experimentem dialogar com eles, em vez de fazer queixinhas a quem não tem nada a ver com o assunto, expôr o seu ponto de vista, e apresentar outras alternativas ou soluções possíveis!  

Por "culpa" dos professores, pagam os alunos!

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Logo no início do ano lectivo, fomos informados de que a professora de matemática da turma tinha estado, durante o verão, de baixa, e que até ao fim do mês de setembro estaria de férias.

Ninguém está doente por gosto. Até aí, compreendo.

Todos têm direito às suas férias. Também compreendo.

Cabe a quem de direito encontrar soluções para colmatar essa ausência, até porque a escola se gaba de ter um plano de intervenção para combate ao insucesso à disciplina de matemática. Não foi encontrada nenhuma solução. O Ministério da Educação não enviou nenhum professor de substituição. E assim, enquanto outros avançavam na matéria, esta turma esteve mais de duas semanas sem aulas.

Quando a professora se apresentou na escola, para compensar, todos os alunos foram "obrigados" a ir à aula de apoio ao estudo, que deixou temporariamente de ser apoio ao estudo para passar a ser uma aula normal. Complicou um pouco o horário em termos de almoço, mas achei bem.

Agora, no início do 2º período, as aulas de apoio ao estudo voltaram a ser apenas isso, e só para quem está indicado para as frequentar.

Mas, para todos os alunos e em regime de obrigatoriedade, sob pena de falta injustificada, mais uma vez para compensar a ausência da professora do período anterior, a direcção da escola decidiu acrescentar uma aula extra de matemática. Não considero muito justo, mas se é para o bem deles, que seja. Essa hora extra foi colocada no último tempo de 4ª feira. Mais uma contrariedade mas, infelizmente, ao longo da vida, temos que enfrentar muitas, por isso é melhor que se habituem desde cedo.

No entanto, há coisas que não fazem sentido, e esta é uma delas. E, ontem, todos os encarregados de educação "cairam" em cima do director de turma, que compreende mas nada pode fazer, porque são ordens superiores que apenas cabe a ele transmitir.

Ora, esta turma tem uma tarde livre por semana. Mesmo assim, se colocassem a aula de compensação numa hora dessa tarde, ninguém ficaria igualmente satisfeito, porque lhes estariam a tirar a tarde, e a fazê-los ir à escola de propósito. De qualquer forma, à quinta feira, entram às 11h. E têm menos aulas nesse dia, por isso, seria uma boa opção. E à sexta-feira, também poderiam entrar mais cedo, ou sairem mais tarde, porque é outro dia com poucas aulas.

Mas não! A única opção que encontraram e, repito mais uma vez, por a professora ter estado a gozar as suas férias em período de aulas, foi sobrecarregar um dos dias mais complicados e preenchidos da turma! Entram no primeiro horário da manhã, têm apenas uma hora de almoço, e saiem no último tempo da tarde - 10 aulas nesse dia! E, adivinhem: a aula de compensação de matemática, depois de terem duas aulas dessa disciplina de manhã, é a última do dia!

Cabe na cabeça de alguém que uma criança, depois de um dia inteiro de aulas, em que acordou cedo e a essa hora já está mais que cansada da correria do dia, se consiga concentrar numa aula de matemática? Cabe na cabeça de alguém que dessa forma se combata o insucesso escolar à disciplina?

Parece que sim! Mas não para nós, pais e encarregados de educação, que consideramos essa medida totalmente contraproducente. E mais, não faz sentido quando a professora ainda esta semana, no horário normal, faltou!

Por que raio é que, por "culpa" dos professores, têm que pagar os alunos?

 

A "bola de neve" dos créditos

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Seja por culpa da actual crise, por ambição, má gestão ou outra qualquer razão, muitos portugueses se encontram endividados, com créditos por pagar, e alguns até insolventes.

Como tudo começa?

Bem, os ordenados costumam satisfazer as necessidades básicas, mas há momentos em que precisamos de mais. Se não temos, temos que encontrar forma de o conseguir. A opção mais fácil é recorrer a um crédito.

Este não é um post contra os créditos, ou contra quem os contrai porque deles realmente necessita, mas sim uma chamada de atenção para os riscos que existem quando a eles se recorre. Contrair um crédito é quase como experimentar um cigarro, ou droga, pela primeira vez. Há os que se ficam por essa primeira vez. Há os que tornam a experimentar, ocasionalmente, de forma controlada. Mas também há os que gostam da sensação, da facilidade de ter dinheiro na mão e se tornem viciados. Esse, sim, é o grande risco! 

Pede-se um crédito para determinado fim. Entretanto, surgem outros problemas e pede-se outro. Mas duas prestações são difíceis de pagar, por isso, pede-se um outro crédito para pagar os dois anteriores. E, assim, se vai formando uma autêntica bola de neve que pode dar mau resultado. Quando se dá por isso, já estamos tão enredados nessa teia de créditos que não sabemos como dela sair.

As tentações apresentam-se sob as mais variadas formas: cartões de crédito dos respectivos bancos, entidades financeiras, cartões de crédito associadas a superfícies comerciais, empréstimos bancários, etc.

E nem precisamos de nos esforçar muito porque publicidade é o que não falta. Publicidade, facilidades para atrair e promessas de solução para todos os problemas. No entanto, nem sempre é a solução do problema, mas sim o começo dele.

Como disse, não tenho nada contra os créditos. Já recorri a eles algumas vezes porque compensava. E, muitas vezes, são mesmo a única hipótese que uma pessoa tem. 

Mas é importante ter em conta a prestação que se vai pagar, tentar sempre cumprir, e evitar recorrer, simultaneamente, a outros créditos se se souber que, à partida, não se vai conseguir pagar.

Acho que o "segredo" está mesmo em pensar, analisar e medir prós e contras antes de agir, ao contrário de muitos, que agem primeiro e só depois pensam nos erros que cometeram, quando já é tarde demais para voltar atrás. 

 

 

 

 

 

Soluções erradas

 

Rectas, semirrectas e segmentos de recta - era esta a matéria sobre a qual a minha filha tinha que fazer os exercícios de matemática.

Antes, enquanto lhe estava a corrigir os trabalhos de ciências da natureza, e porque algumas perguntas me suscitavam dúvidas quanto à resposta pretendida perguntei, mais por brincadeira, se o livro não vinha com as soluções! A minha filha levou a sério e, ao procurar, lá estavam elas!

Fizemos o mesmo com o de matemática e também tinha. Mas foi aqui que as coisas se complicaram. O livro não é muito explicito, o caderno ajudou um bodadinho mas a minha filha não percebeu muito bem a matéria e eu, olhando para aquilo pela primeira vez às 20h, depois de um dia de trabalho e com a Inês já farta e sem me conseguir explicar, não consegui valer de muito. Mas algo me dizia que aquelas soluções estavam erradas.

No dia seguinte, vim à internet e pesquisei a matéria, e finalmente percebi como tudo funcionava. A minha suspeita de que as soluções a algumas das perguntas não estavam correctas ganhou ainda mais força, e expliquei nesse dia à minha filha para que ela também percebesse e, se fosse o caso, colocasse as questões à professora. 

Uma das respostas do livro era que as rectas em questão eram inversamente paralelas, quando era óbvio que eram duas rectas perpendiculares.

Corrigido na sala de aula o exercício, confirmou-se que eram rectas perpendiculares. Houve, pelo menos, um aluno que respondeu inversamente paralelas, o que me leva a crer que deve ter visto nas soluções. E a Inês, na aula, explicou-lhe a diferença. 

O que é bom. Significa que percebeu a explicação que eu lhe dei e que, numa próxima vez, saberá desenrascar-se.

Não acredito que tenha sido um erro propositado, mas que é fácil dessa forma "apanhar" quem andou a copiar pelas soluções, lá isso é!

Em género de moral da história poderemos concluir que as soluções servirão para consultar, de forma a confirmar a resposta que pensamos ser correcta (e não apenas limitar a copiar daí a resposta), e em caso de dúvidas, tentar perceber, pesquisar mais e colocar as dúvidas à professora.

Afinal, as soluções podem enganar!

 

 

O acolhimento

 

No que respeita às respostas de acolhimento extra-familiar, verificamos que existem diferentes soluções e diferentes serviços, tendo em conta o tipo de situação e as necessidades e características das crianças/ jovens.

A diversificação constitui uma tendência evolutiva, verificando-se a diferenciação em termos temporais, em termos de dimensão e estilo de liderança, bem como em função das crianças/ jovens atendidos e tratamento proporcionado, e ainda quanto ao número de crianças, regimes e modelos de funcionamento.

Existem, igualmente, diferenças entre as instituições públicas e privadas.

No entanto, apesar desta diversificação, há critérios que todos os estabelecimentos residenciais devem ter em consideração, e pelos quais se devem reger, para um aconselhável e correcto acolhimento destas crianças/ jovens. 

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